sexta-feira, 31 de março de 2017

4 hábitos que atrapalham sua vida na hora de construir riqueza

Forma como você administra seu dinheiro é crucial para você chegar onde deseja



Seus hábitos financeiros podem tornar você rico, portanto, a forma como você administra seu dinheiro é crucial para chegar onde deseja.
Alguns hábitos que você tem diariamente podem estar impedindo que alcance a riqueza - sem você perceber. Pensando nisso, o planejador financeiro Tom Corley elencou 4 tipos de hábitos que são destrutivos para sua vida financeira e que você pode eliminar. Confira, de acordo com o site Business Insider:

1.    Tentar ganhar dinheiro por meio de jogos
Jogos não podem ser um plano de enriquecimento. Tudo depende da sorte, e você não pode apostar sua vida financeira na sorte. Se você organizar suas finanças, montar um orçamento, um planejamento para segui-lo e ter paciência é bem possível que você acumule dinheiro e alcance a riqueza, sem precisar apostar seu dinheiro.

2.    Despedício de tempo
Por mais que soe como clichê, ainda assim é verdade: tempo é dinheiro. Os ricos compreendem isso. Todo tempo que você gasta à toa poderia estar sendo usado a fim de agregar conhecimento e buscar formas de enriquecer.

Passar horas na internet navegando nas redes sociais, gastar muito tempo assistindo programas na televisão que não contribuem em nada, ou fazer leituras apenas sobre entretenimento são formas de despediçar seu tempo. As pessoas ricas fazem o tempo valer a pena.

Horas na internet olhando redes sociais se transformam em leituras de biografias de pessoas bem-sucedidas e livros de educação financeira, por exemplo. Claro que você pode acompanhar suas redes sociais, mas de forma moderada dando a devida importância para cada coisa em sua vida.

3. Não controlar suas finanças
É muito importante monitorar seus gastos. Os ricos sabem exatamente o destino de sua riqueza. O dinheiro vai embora muito fácil se você não souber direcioná-lo. Se você não tem dinheiro sobrando deve ter ainda mais controle sobre ele, para usá-lo da melhor forma possível. Um orçamento é essencial para organizar seu consumo, para não comprar nada por impulso, nem gastar demais com coisas que não são necessárias no momento. E é claro para não se afundar em dívidas.

4.    Não economizar seu dinheiro
Poupar seu dinheiro é crucial para alcançar a riqueza. Os ricos sabem poupar sua renda, a fim de manterem todo seu patrimônio. Mesmo se você tiver um orçamento justo, vale o esforço para economizar parte da sua renda. Não se esqueça que o dinheiro é um meio e não fim, sempre deve haver uma finalidade.

Guardar seu dinheiro significa não gastar, mas também fazer seu dinheiro render colocando em investimentos adequados a seu perfil, por exemplo. Se você deseja ser rico faça seu dinheiro trabalhar para você. Construir sua riqueza leva tempo, não acontece do dia para noite. Quanto antes você mudar seus hábitos, mais cedo você começa a caminhar rumo a riqueza.

* Por InfoMoney

quinta-feira, 30 de março de 2017

Uma empresa pode deixar de contratar alguém com nome negativado?

Dois aspectos interessantes abordados pela advogada Verônica Filipini Neves:
  1. É considerada discriminatória a negativa de emprego a pessoas que tenham restrições ao crédito
  1. Um fator importante que reforça essa proibição, foi a revogação, em 2010, de um dispositivo da CLT, que previa como motivo para justa causa dos bancários a falta contumaz de pagamento de dívidas legalmente exigíveis.
Segundo ela, em conclusão, deve o empregador se abster de utilizar como critério de seleção o fato discriminar candidatos com restrição ao crédito sob pena de, em sendo provado judicial, vir a sofrer condenação a indenização por danos morais.
Em tempos de escassez de empregos, tem sido questionada a validade de critérios de seleção de candidatos baseados na negativação deles em cadastros restritivos ao crédito (SCPC, SERASA).Esta prática seria discriminatória? A resposta é: sim. É DISCRIMINATÓRIA.
E esta discriminação é legítima? Isto é, trata-se de discriminação válida, uma vez que a legislação alberga algumas, como, por exemplo, a não contratação de crianças e adolescentes para funções insalubres, trabalho noturno etc? Entendemos que este não é o caso.
Neste contexto, passa-se à segunda parte da análise que envolve, de um lado, o exercício do poder diretivo pelo empregador e, de outro, a dignidade do trabalhador.
É preciso avaliar até que ponto o empregador – ou, no caso, potencial empregador – pode investigar a vida pessoal do pretendente à vaga de emprego, muito embora muitos aspectos particulares estejam cada vez mais flexíveis, em razão da facilidade de obtenção de informações pela internet, bem como em razão da auto-exposição das pessoas nas redes sociais.
Apesar da ressalva acima, ou seja, dos limites tênues da privacidade das pessoas, esta questão está inserida no contexto das proibições de práticas discriminatórias e limitativas para efeito de acesso à relação de trabalho. Entre elas, também estão incluídos orientação sexual, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, garantidas pela Constituição Federal e por leis específicas, como é o caso da Lei 9.029/95.
De modo geral, a prática é vedada pela doutrina e jurisprudência, embora haja entendimentos no sentido de que a inadimplência é descumprimento de ordem obrigacional e moral e, portanto, a pesquisa a bancos de dados de restrição ao crédito pode ser um critério adotado pela empresa para não contratar o empregado nestas condições, especialmente para o exercício de algumas funções, como as ligadas ao financeiro da empresa, aos caixas, aos bancários e aos vigilantes e trabalhadores em transporte de valores.
Existem decisões dos Tribunais, inclusive da mais alta corte trabalhista – o Tribunal Superior do Trabalho – , que admitem a validade da pesquisa. Isso porque “não se pode retirar do empresário o direito de separar e escolher para o seu serviço, dentre os candidatos que se apresentam, aqueles que são portadores das qualificações técnicas necessárias e cuja conduta pessoal não se desvia da normalidade”.
Segundo este entendimento, se a Administração Pública, em praticamente todos os processos seletivos que realiza, exige dos candidatos, além do conhecimento técnico de cada área, inúmeros comprovantes de boa conduta e reputação, não haveria como vedar ao particular, no caso o empregador, o acesso a cadastros públicos como mecanismo de seleção de candidatos às vagas de emprego, mesmo porque todos estes cadastros detêm natureza pública, de acesso irrestrito a qualquer interessado.
Entretanto, o entendimento majoritário dos Tribunais é no sentido de considerar ilegal a restrição ao emprego, mesmo para funções relacionadas com financeiro. Há, inclusive, um precedente, de 2012, do Tribunal Superior do Trabalho que julgou discriminatória a exigência de pesquisa aos cadastros restritivos (como é o caso de SCPC/SERASA) para terceirizados de vigilância e transporte de valores do BACEN.
Aliás, outro fator importante para reforçar a proibição, foi a revogação, em 2010, de um dispositivo da CLT, que previa como motivo para justa causa dos bancários a falta contumaz de pagamento de dívidas legalmente exigíveis.
Portanto, em conclusão, deve o empregador se abster de utilizar como critério de seleção o fato discriminar candidatos com restrição ao crédito sob pena de, em sendo provado judicial, vir a sofrer condenação a indenização por danos morais.
*Verônica Filipini Neves é sócia do escritório Ferreira de Mello, Neves e Vaccari, Advogados Associados

quarta-feira, 29 de março de 2017

5 dicas de especialista do Itaú para passar 2017 no azul

A virada do ano, com remunerações extras e novas perspectivas, é o momento ideal para repensar a organização financeira e traçar um plano de economias.

A Superintendente de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do Itaú e responsável pelo programa de Educação Financeira do banco, Denise Hills, preparou uma espécie de roteiro com oito dicas para ajudar quem quer passar todo o ano de 2017 no azul. Confira:

1.    Planos
O primeiro passo é listar os objetivos de consumo para 2017. “Comprar um carro, fazer uma viagem, iniciar um novo curso, comprar algo que tanto sonha? Depois de pensar nos objetivos, priorize-os e avalie o quanto será necessário para colocar seus planos em prática”, escreve a especialista.

2.    Cálculos
Descubra o valor do seu objetivo para o final do ano e calcule exatamente quanto precisará poupar mensalmente para alcança-lo. Caso não caiba essa economia no seu orçamento atual, há dois caminhos: reduzir gastos ou aumentar ganhos.

3.    Redução
Caso opte pelo primeiro trajeto, comece o planejamento listando seus gastos e dividindo-os em despesas necessárias e desnecessárias. A segunda categoria deverá ser cortada ou reduzida. “Compre apenas o que for indispensável, pesquise preços, negocie descontos com à vista e prefira marcas a melhor relação entre custo e benefício”, diz Denise.

4.    Renda extra
Ter uma renda extra começa com a descoberta do que você sabe fazer de melhor: caso saiba fazer doces, costurar ou possa ensinar alguma habilidade, por exemplo, use o tempo fora do seu emprego principal para colocar isso em prática.

5.    Dívidas
Denise sugere que endividados usem o décimo terceiro para quitar dívidas ou pagar o máximo possível do valor. Havendo mais de uma, priorize aquelas com taxas de juros mais altas, como cheque especial e cartão de crédito.

* Por InfoMoney

terça-feira, 28 de março de 2017

Quais são as suas desculpas pela derrota?

Você já observou que a cada derrota as pessoas costumam jogar a culpa em outras pessoas ou situações? Um atleta, por exemplo, culpa a falta de tempo de preparação, o foi o vento que foi contrário na hora da prova, ou o colega que não se colocou na posição correta para dar andamento a jogada, ou ainda a dorzinha que não foi sarada em tempo. A culpa nunca é ou foi sua…
No dia-a-dia de trabalho também encontramos profissionais assim.
“O relatório não ficou pronto porque o colega da outra área não passou as informações”. “Cheguei atrasado à reunião porque o trânsito estava horrível justamente na hora em que estava indo para o local”. “Não pude ir para o trabalho na segunda-feira porque alguém ficou doente”. Tem até aquelas pessoas que são mais drásticas: “matam” ou “enterram” algum parente, daí vem com a desculpa: “não pude comparecer ao trabalho na segunda porque a tia-avó faleceu” ou “tive que ir ao enterro da minha bisavó”.
Pode parecer que desculpas assim “livram a cara”, mas não. elas só servem para estragar a imagem profissional da pessoa que age assim.
Com certeza assumir um erro, qualquer que seja ou qualquer que seja o estrago que ele venha trazer, é uma atitude nobre e que só enaltece a pessoa que assume a responsabilidade.
Que tal mudar as desculpas?

Por Equipe Dicas Profissionais

segunda-feira, 27 de março de 2017

Cortar estes 7 hábitos ruins do dia a dia vai melhorar suas finanças

Especialistas dão dicas de como cortar gastos extras do dia-a-dia e economizar muito



A forma como você administra seu dinheiro afeta sua vida financeira e hábitos rotineiros podem atrapalhar o controle das suas contas. Costumes diários podem custar muito mais do que você imagina e é possível cortar alguns deles sem muito esoforço. A mudança desses hábitos devem direcionar suas finanças para um novo rumo, segundo o site Business Insider.
A consultora financeira Libby Kane conversou com outros especialistas em finanças da LearnVest e elencou 7 hábitos financeiros ruins que muitos cometem no dia-a-dia que podem ser eliminados fazendo o dinheiro render muito mais.


1.    Almoçar fora e comprar um café a tarde... todos os dias
Se você trabalha na cidade, almoçar em vários lugares diferentes pode ser irresistível – e problemático caso esse hábito comece a absorver o dinheiro que você poderia usar para outra finalidade.

"Não há nada de errado com a compra do almoço ou lanche ocasional no caminho para casa", diz Stephany Kirkpatrick, diretora de Planejamento Financeiro na LearnVest. "Mas quando se quer alcançar objetivos financeiros, esta é uma das áreas mais fáceis de cortar sem sacrificar sua qualidade de vida."

2.    Pagar mais caro em contas mensais – sem necessidade
Administrar o dinheiro de forma a conseguir pagar suas contas é um bom hábito, mas pagar mais do que deveria - sem precisar -, não.

Casos como a tv a cabo, que você paga por vários canais e não assiste nem metade deles, podem ser evitados.

“Reduzir suas contas mensais como a da tv a cabo é uma boa maneira de economizar dinheiro sem ter que sacrificar seu estilo de vida”, afirma Taylor.

3.    Não priorizar dívidas de juros altos
As dívidas não são iguais. Então, enquanto você paga mais de uma dívida por vez – seja de cartão de crédito ou aluguel ou carnês – uma estratégia produtiva é priorizar aquela que tiver juros mais altos.

Essencialmente, você deve classificar suas dívidas da maior taxa de juros para menor, a fim de direcionar seu esforço financeiro para acabar com a maior primeiro. Depois passe para a segunda, e assim por diante até ir, aos poucos, finalizando as dívidas com juros muito altos e que prejudicam sua vida financeira.

“Se concentrar em pagar uma dívida alta pode trazer uma flexibilidade de fluxo de caixa adicional ao longo do tempo", explica Taylor.

Não há nada de errado com o cartão de crédito se você fizer um uso responsável do mesmo, no entanto se você atrasar o pagamento ou gastar mais do que o devido, os juros serão altíssimos e se livrar deles leva tempo.

4.    Pagar viagens em alta temporada
É muito fácil reduzir os gastos viajando em baixa temporada. Claro que o trabalho pode impedir isso, mas se organize para não deixar de viajar e melhor ainda, pague mais barato.

"Você pode comparar locais diferentes, e avaliar os preços se souber qual o tipo de viagem você quer", diz Katie Brewer, especialista em finanças pessoais da LearnVest. Ela também recomenda a criação de um orçamento para a viagem, guardando um pouco de dinheiro mensalmente.

5.    Tirar dinheiro do salário para economizar apenas no fim do mês
Muitas pessoas têm o hábito de pagar as contas e obrigações antes de retirar um valor do salário para economizar. Segundo Kane, o que as pessoas se esquecem é que guardar dinheiro deve ser uma obrigação. Se isso não tiver prioridade, a chance de conseguir poupar é bem menor.

A especialista orienta que antes de qualquer coisa você tire uma quantia de dinheiro do salário a fim de economizar.

“Você não vai perder o dinheiro, e ainda pode ajustar seu orçamento para acomodar suas despesas durante o mês”, afirma Kane.

6. Gastar muito com entretenimento
Todo mundo já gastou um pouco a mais naquele livro irresistível para baixar no kindle ou naquela promoção imperdível da Amazon.

“Eu tenho vários clientes que gastam muito dinheiro em suporte digital – com livros digitais ou produtos da Amazon e que poderia ser poupado para outras coisas”, explica o consultor financeiro Brandie Farnham da LearnVest. Segundo ele, esses gastos mais baratos, se somados, podem ser direcionados para algo muito maior.

7.    Jantar fora constantemente
Muitas pessoas tendem a jantar fora como uma maneira de conversar com amigos que não veem em muito tempo - e mesmo aqueles que veem o tempo todo. Em vez disso, por que não encontrá-los apenas para uma bebida ou café?

Ou ainda melhor: em casa. "Se é realmente apenas para passar o tempo com seus amigos, pegue uma garrafa de vinho e hospede a turma para uma maratona de filmes", sugere Ellen Derrick da LearnVest. Assim é possível economizar mais ainda.

* Por InfoMoney

sexta-feira, 24 de março de 2017

Casal tem 13 filhos e nenhuma dívida; descubra como alcançaram a façanha

Alcançar a fase da vida financeira em que você consegue administrar suas finanças e se encontra sem nenhuma dívida é uma grande vitória. Mas quando se tem 13 filhos, essa façanha parece um pouco mais complicada. Não para Rob Fatzinger, morador de Maryland, que contou sua história para o site Business Insider.

Imagem: Bing

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Rob e sua esposa têm 49 e 46 anos, respectivamente, e juntos construíram uma família grande. O casal tem 13 filhos – e o mais surpreendente: nenhuma dívida. “Somos uma família com uma única receita e fazemos tudo funcionar, e o melhor é que estamos conseguindo lidar com as finanças, mesmo com todos os gastos”, afirma Rob.

Casados hé vinte e cinco anos, para administrar a família toda o casal optou por educar os filhos em casa com tutores particulares duas vezes por semana. Devido a isso, a educação das crianças sai mais barata.
Além disso, Rob conta que tirando a hipoteca da casa o casal nunca teve grandes dívidas. “Na fatura de cartão de crédito não temos nenhum tipo de empréstimo”, afirma.

O casal nunca lidou com muito dinheiro na conta, especialmente no inicio do casamento. “Nós nos casamos em 1989 e tivemos o primeiro filho em 1990. E nessa época o casal administrava uma livraria, trabalhavam juntos e toda renda vinha disso, além de alguns bicos como cortar grama, entre outras coisas.

Durante os anos 90, o lucro do casal passava de US$ 36 mil ao ano, cerca de R$ 9.500 ao mês. “É preciso dizer que não sobrava dinheiro para guardar algo na poupança”, explica Rob. No verão de 2000, o casal fechou a livraria (graças à Amazon e derivados). “Eu deveria ter entrado na onda da internet desde o início”, conclui o pai.

Assim, Rob entrou no ramo de softwares, e isso tem funcionado para o casal que trabalha agora com cerca de US$ 105 mil ao ano, ou R$ 29 mil ao mês. “No começo não rendia muito dinheiro, mas fomos tendo um aumento conforme o tempo foi passando”, diz Rob. Ele conta que a empresa que administra fornece grandes benefícios: convênio médico, seguro odontológico e oftalmológico, férias, entre outros.

Com a empresa, a renda é de US$ 105 mil ao ano o que, segundo Rob, é uma boa quantia, porém é preciso lembrar que o casal tem 11 filhos em casa (um é casado e vive na faculdade) e vivem no subúrbio de Washington, que não é exatamente uma área de baixo custo do país.

“Em 2005 finalmente tivemos um orçamento mais robusto e começou a sobrar uma quantia suficiente para investir na aposentadoria. “Antes desse momento nossas contas de aposentadoria eram tão pequenas, que as modelos pareciam gordas”, brinca Rob. “Ao fim do ano, conseguimos guardar cerca de US$ 35 mil hoje em dia, e todo verão faço trabalhos extras”, finaliza Rob.

As crianças começam a trabalhar cedo para auxiliar no orçamento da casa, aos 12 anos já começam fazendo coisas pequenas para ganhar dinheiro. “Educamos as crianças para que eles sejam bons poupadores e saibam da importância do dinheiro”, afirma Rob.

Finanças atuais

Salário: cerca de R$ 29 mil ao mês

Dívida: zero

Orçamento

Alimentos - US$ 15.120 ao ano (maior despesa mensal da família)

Necessidades básicas – US$ 465 ao mês

Médico – US$ 225 ao mês

Gasolina – US$ 150 ao mês

Entretenimento – US$ 200 ao mês

Fundo de emergência – US$ 6 mil

* Por InfoMoney

quinta-feira, 23 de março de 2017

De entregador de pizza a milionário: empreendedor conta seus segredos

Dan Henry começou a trabalhar com 16 anos como entregador de pizza, em Chicago. E durante os dois anos em que esteve no ramo, ele aproveitou para aprender tudo sobre como um negócio online funciona.

“Eu lia histórias de garotos que com 18 anos montaram um site e ganhavam muito dinheiro. Eu queria ser assim, eu decidi que seria esse garoto”, contou Dan ao site Business Insider. Para isso, pensou em um jeito inovador de começar a montar sua rede de contatos e aprender mais: criou o hábito de telefonar para pessoas bem-sucedidas e as convidar para um almoço.


"Eu decidi procurar pessoas que estavam fazendo seus negócios darem muito certo, não os famosos, mas pessoas que eu poderia cruzar e falar pessoalmente", disse ele. "Eu guardei um dinheiro da entrega da pizza, oferecia um almoço e tirava várias dúvidas. Eu só estava tentando ouvir um monte de gente, conectar pontos, e enxergar padrões", afirma Dan.
Ele marcava cerca de um ou dois almoços por mês e foi capaz de identificar pontos comuns que ajudaram a criar o seu próprio negócio. Um pouco mais de um ano após o lançamento de seu primeiro empreendimento, um blog de "e-cigarro", ele estava ganhando US$ 30.000 por mês na época, o equivalente hoje a cerca de R$ 99.000.

Quando seu lucro começou a diminuir, ele reviveu dois bares locais através de anúncios do Facebook. Hoje, tendo lucros anuais de seis dígitos, ele voltou sua atenção para ajudar os outros alcançarem seu próprio sucesso empresarial através de coaching privado e cursos.

"Outra coisa que eu aprendi, especialmente para empresários on-line, é que você tem que romper essa desconexão impessoal. Não é um grande desafio quando o negócio acontece pessoalmente, mas quando você está online, é necessário tornar a negociação mais pessoal”, finaliza Dan.

* Por InfoMoney