segunda-feira, 29 de julho de 2013

Evoluir é fundamental para sobreviver na carreira

A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos. Mudanças climáticas, acomodação das placas da crosta terrestre, temperaturas aumentando em alguns lugares  e diminuindo em outros, alterações na vegetação, florestas que viraram desertos, orlas que se transformaram em montanhas. O processo continua. Não acabou, não. 
E os animais, como ficaram nessa história? Bem, aqueles que, por acaso, eram possuidores de uma estrutura genética que lhes permitiu sobreviver à mudança permaneceram. Os que não tinham essa possibilidade, azar deles, desapareceram. E foram a maioria. 
Daí para frente, a estrutura orgânica que permitiu a sobrevivência de alguns foi repassada para os descendentes, e logo todos tinham essa característica. A essa incorporação de vantagens competitivas, Darwin chamou de evolucionismo. 
Ora, as empresas e os profissionais também vivem em um ecossistema altamente mutante: o mercado. E todos os dias ele apresenta novidades. Novas técnicas e tecnologias, novas exigências do consumidor e, o mais grave, novos concorrentes. Nesse cenário, a empresa que não evoluir desaparecerá — é a lei da vida. Às vezes não deixa nem pegadas.  
Entretanto, há uma diferença entre o evolucionismo da natureza e o das empresas. Na natureza o evolucionismo deriva da necessidade de sobrevivência e do acaso da recombinação genética. No caso da sociedade humana e suas partes — a empresa é uma dessas partes —, o evolucionismo tem de derivar da decisão (e não apenas da necessidade) e da inteligência (nunca do acaso). 
Evoluir significa aprimorar o que se faz, mas também quer dizer estar atento para fazer coisas novas. Ninguém sabe hoje quem fazia a melhor máquina de escrever, o carburador mais perfeito, o melhor bico de gás para iluminação pública.
Para quê? Esses objetos que foram muito úteis no passado foram substituídos por novidades tecnológicas muito mais avançadas. São apenas três exemplos, mas há milhares de outros, e não só na tecnologia, também nos serviços e na gestão. 
A lição que fica é: evoluir é fundamental à sobrevivência. Parece difícil? Pode ser, mas é necessário que se compreenda esse princípio. Quem não evolui está fora do jogo. Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer.

Quem ajuda mais tem mais chances de subir na carreira

Um novo estudo feito pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), de São Paulo, com mais de 100 profissionais mostra que ajudar colegas de trabalho produz efeito positivo na construção de uma rede de contatos.

Segundo a pesquisa, o exercício da cidadania organizacional — que o Insper define como a disposição a dar um apoio que excede o escopo do trabalho para beneficiar a companhia ou um funcionário — pode contribuir para que o profissional que prestou o auxílio seja recomendado por colegas em projetos e vagas de trabalho.
De acordo com o estudo, atitudes positivas direcionadas a uma equipe funcionam melhor do que gestos direcionados a apenas uma pessoa. "Funcionários confiam mais em quem olha para a coletividade", diz Sean White, psicólogo e especialista do núcleo de carreiras do Insper, um dos responsáveis pela pesquisa.
Em sua opinião, é importante prestar atenção nas demandas do grupo para reforçar contatos. Relações estabelecidas fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, encontros em associações, clubes ou igrejas, também conduzem à recomendação.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Coaching em Grupo ou Team Coaching

O Team Coaching é uma abordagem de coaching que coloca foco no contexto do negócio da empresa e de um dado time (departamento), e não nas habilidades e competências de um indivíduo (executivo) especificamente como é feito no Executive Coaching

O objetivo principal desse processo é fazer com que os times funcionem efetivamente no que tange à colaboração entre membros da equipe, alinhamento com os objetivos estratégicos da empresa e entre os indivíduos da equipe, qualidade do trabalho realizado e com o melhor retorno financeiro possível para a organização.
O tamanho da equipe que participa de um team coaching não deve ser menor do que 3 ou maior do que 20 integrantes, embora exceções ocorram.

As sessões de coaching são realizadas com todos os integrantes e é comum que dificuldades de relacionamento apareçam. Isso não é um problema. Ao contrário permite que resolvamos cada questão de forma honesta e objetiva. É bastante freqüente também que a equipe aponte a sua liderança como a chave do problema. Em alguns casos recomendamos um processo de Executive Coaching com esse executivo(a).

Os resultados são notórios. Estudiosos apontam um aumento de 30% na produtividade da equipe, além de uma melhora no ambiente, maior satisfação com o trabalho e uma redução no turnover daquele time

Saiba mais sobre Coaching Executivo

Coaching Executivo compreende em desenvolver lideranças, competências de gestão,melhora nas relações interpessoais, motivação, foco e desenvolvimento de equipes, preparação para promoção, além de acelerar resultados e alinhamento sistêmico dos colaboradores à cultura da empresa.
Pesquisas realizadas apontam que executivos que passaram pelo processo de coaching, melhoraram :
  • 100% aperfeiçoaram a capacidade de ouvir
  • 80% Flexibilidade
  • 90% Produtividade
  • 80% Mostraram-se mais abertos as mudanças
  • 70% Conseguiram melhorar o ambiente e os relacionamentos no trabalho