quarta-feira, 7 de agosto de 2013

A Importância do Linkedin

Você tem Linkedin? Sabe a Importância desta Rede Social Profissional?






Linkedin é uma Rede Social Profissional, onde seu Portfólio/Currículo fica Online, e é uma grande Ferramenta para Aumento de Network e Principalmente Busca de vagas.
Para encontrar oportunidades via Linkedin, você deve participar de Grupos, é apenas ir em Grupos e Pesquisar, é interessante encontrar Grupos de sua área e também em Grupos de RH e Vagas.
Ao criar seu perfil, deixe-o bem completo e atrativo, e não se esqueça de quando for incluir sua foto, escolher uma foto bem profissional e sóbria.
Então se você tem Linkedin, verifique se está utilizando o mesmo de uma forma correta e se seu perfil está atualizado.
Se não tem ainda, é hora de começar a “se mexer”, temos que buscar todas as vias possíveis para nos mostrarmos ativos e à busca de novos desafios.
Nem todas as pessoas que estão no Linkedin estão em busca de recolocação, pois lembramos, ele é uma forte via de network também.




Como não se tornar um dinossauro de escritório

O medo de ficar ultrapassado angustia muitos profissionais. Veja o que fazer para não cair nessa armadilha.


Boa parte de seus bens ficará obsoleta até o fim deste ano. Pense em sua TV, em seu computador ou em seu celular. No momento em que você está lendo esta reportagem, algum lançamento está transformando seu aparelhinho recém-comprado em peça de museu.
Trata-se de uma estratégia deliberada da indústria chamada obsolescência programada. Faz parte do plano de negócios de fabricantes de telefones, de roupas ou de carros prever o envelhecimento de seus próprios produtos para que consumidores sintam a necessidade de comprar novos modelos e assim manterem-se atualizados.
Pode parecer maléfico, mas, segundo o guru do marketing Philip Kotler, é competição pura: num mercado livre, sempre aparece alguém capaz de fazer um produto ou serviço melhor. Nenhuma consultoria inventou ainda a obsolescência programada de pessoas, mas a sensação de estar defasado na carreira incomoda muitos profissionais.
“O mercado está mais exigente, e mesmo as pessoas competentes estão sendo demitidas”, diz Yvete Piha Lehman, professora do Departamento de Psicologia Social e do Trabalho da Universidade de São Paulo. “Isso tudo gera uma ansiedade no profissional e uma pressão para que ele se mantenha inteirado o tempo todo.”
O que outrora conferia status de sabedoria hoje é visto como indício de caducidade. “Até dez anos atrás, passar dos 40 significava ganhar respeito e reconhecimento dos colegas”, diz Yvete. “Hoje, não há mais garantias.”  
Embora exista uma valorização recente de profissionais veteranos em diversas áreas onde há escassez de mão de obra qualificada, as empresas contratam e promovem rapidamente jovens para substituir os mais velhos com o objetivo de reduzir despesas. Segundo dados do Dieese, as pessoas com até 29 anos já ocupam 33% dos postos de trabalho formais. 
No entanto, o autor britânico diz que “a pressão que os trabalhadores sofrem é para que eles mesmos cuidem da própria carreira e do desenvolvimento de suas habilidades”. 
Tradicional ou conservador são palavras que o publicitário Marcelo Ponzoni, de 47 anos, sócio da agência Rae, MP, de São Paulo, não usa nunca para se definir. Marcelo lembra quando ouviu, pela primeira vez, a palavra Twitter, cerca de sete anos atrás. Achou o site estranho, o conceito esquisito, mas tratou de fazer um perfil na rede social.
“O que quer que fosse aquilo, eu queria participar”, diz. Hoje, de posse de dois iPads (um fica em casa e o outro no trabalho), um iPhone e outros produtos da Apple, Marcelo combate a ansiedade de ficar desatualizado fazendo perguntas. “Pergunto tudo, o tempo todo, para todo mundo”, diz.
O mais aporrinhado com as questões de Marcelo é seu filho de 16 anos, que diariamente é questionado sobre as novidades que estão em seu radar. Os funcionários da agência também não escapam. “Aproveito que sou chefe e todo mundo tem de me responder”, afirma Marcelo, brincando.
“O maior problema da minha geração é que as pessoas acham que precisam mostrar que sabem de tudo”, diz Marcelo. “Elas têm medo de perguntar e mostrar que são ignorantes em alguns assuntos.” 
A mais importante medida para um veterano não se transformar num dinossauro de escritório é manter a conexão com os mais jovens.
“Quem ficou para trás não percebe sua situação. O grupo em que essa pessoa está inserida é que percebe e emite sinais. É preciso ficar atento a eles”, diz Bárbara Olivier, gerente da consultoria em educação LAB SSJ, de São Paulo. 
Para ter certeza de que nunca ficará para trás, Lucyval de Souza Torres, de 46 anos, coordenador de retenção de tributos fiscais da operadora Claro, de São Paulo, busca se antecipar às tendências. Uma de suas estratégias é trocar de celular três vezes ao ano.
“Gosto de ter o que é mais novo no mercado”, diz Lucyval. Essa necessidade constante de atualização já quase rendeu problemas conjugais.
Durante as últimas férias em família, na praia de Pipa, no Rio Grande do Norte, o sinal fraco de internet no quarto obrigava Lucyval a escapulir, enquanto a mulher tomava banho, para ler os e-mails, ver as postagens dos amigos no Facebook e Instagram e checar as mensagens do aplicativo Whastapp perto da recepção, onde o telefone funcionava melhor.
Segundo Lucyval, esse foi o jeito que ele encontrou para se manter em dia com os jovens. 
Como ocorre com produtos que ficam velhos logo após o lançamento, alguns profissionais começam a se preocupar em evitar a obsolescência antes mesmo de amadurecer. O estudante carioca de ciência da computação Leonardo Miguel, de 23 anos, já sofre dessa ansiedade.
“Fico na sala de aula pensando que o que estou aprendendo ali já não servirá para nada”, afirma Leonardo. Para Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisa da Psicologia em Informática da PUC de São Paulo, a paranoia com atualização faz parte de um processo de adaptação ao mundo atual.
“Nos próximos anos, as pessoas conseguirão encontrar um ponto de equilíbrio”, diz Rosa. O melhor a fazer é usar o medo de ficar para trás a seu favor. O filósofo canadense Marshall McLuhan (1911-1980) costumava dizer que obsolescência não era o fim, era apenas o início de alguma coisa. Se seu conhecimento está ficando velho, aprenda algo novo.

Fonte: Revista Você S/A

Você sabe o que é CHA?

Como está seu CHA?

Atuando em RH de empresas, uma das minhas responsabilidades é o Recrutamento e Seleção, trabalhando as vagas disponíveis na empresa e selecionando as pessoas ideais para preencher essas vagas. 

Uma tarefa árdua essa de recrutar e selecionar pessoas! 

O RH recebe centenas de currículos todas as semanas, indicando a quantidade de profissionais disponíveis no mercado, há todo o tipo de profissional:
   -Experientes;
   -Com pouca experiência;
   - Profissionais temporários;
   - Profissionais portadores de necessidades especiais;
   - Profissionais sem experiência alguma;
   - Profissionais acima dos 50 anos;
   - Profissionais com nível superior;
   - Profissionais que nem chegaram ao ensino médio.

Enfim, lidamos com  profissionais com todos os perfis possíveis e podemos concluir que, com tantos perfis distintos, nada mais natural que a concorrência seja enorme e que o diferencial torna-se essencial! 

O fato é que graças à agilidade e exigências do mercado, o PHD deve se destacar dos seus concorrentes e em artigos anteriores, já abordei a Empregabilidade, mas você sabe o que é CHA - um dos conceitos utilizados no processo de recrutamento e seleção? 

Para contratar um profissional existem dois tipos de análises que devem ser feitas:
   - Uma que visa o desenvolvimento do trabalho em si
   - Outra que visa as características pessoais necessárias para desenvolver esse trabalho, ou seja, do profissional.

O CHA é analisado nos candidatos num processo de seleção para verificar se o profissional possui as características necessárias para o desenvolvimento do seu trabalho.

CHA significa: Conhecimentos, Habilidades e Atitudes.
Sendo:
C – Conhecimentos que a pessoa precisa apresentar para desenvolver o trabalho e que são adquiridos no decorrer da vida, nas escolas, cursos universitários e técnicos e durante sua trajetória profissional.
H – Habilidades são a capacidade que a pessoa apresenta para realizar o trabalho, é todo o conhecimento que praticamos aperfeiçoado à habilidade.
A – Atitudes é o “fazer”, ou seja, comportamentos que a pessoa apresenta diante de situações e das tarefas que se desenvolve no seu cotidiano.

As empresas durante o processo de Seleção, devem especificar ao candidato qual a função a ser exercida, quais as tarefas e atividades envolvidas no trabalho. Mas em contrapartida, devem analisar o candidato e avaliar se ele apresenta as características necessárias para o desenvolvimento de seu trabalho, ou seja, avaliar o CHA.

Devemos compreender que o mercado de trabalho mudou muito com a internet e a globalização e está cada vez mais exigente e por conta disso as empresas buscam profissionais mais "competentes" e consequentemente, os processos de seleção estão cada vez mais acirrados, as empresas devem minimizar os erros nas seleções e contratar o profissional correto para a oportunidade em aberto, por que após a contratação o profissional será avaliado, para que se possa comparar o perfil apresentado na seleção ao que efetivamente esse colaborador estará agregando para a empresa.

Não passamos a ser mais exigentes nas escolhas que fazemos enquanto consumidores?
Nos tornamos mais exigentes quanto às altas tecnologias das telecomunicações, da indústria automobilística e das comunicações, não é verdade?

Portanto, nada mais natural que as exigências também ocorram no mercado de trabalho! Enfim, o CHA faz parte da sua Empregabilidade!


VOCÊ JÁ SE AUTOAVALIOU PARA ANALISAR COMO ANDA SEU CHA?