segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A importância da imagem pessoal no mercado de trabalho atual



Todo ser humano tem necessidade de se destacar naquilo que realiza. O maior responsável pelo desenvolvimento pessoal é o próprio indivíduo. A busca da realização é uma característica do comportamento humano. Sentir-se importante é desejo de todos.

Com a velocidade com que as coisas evoluem e a competição crescente, investir na imagem pessoal é uma estratégia vital para qualquer profissional que queira entrar e permanecer no mercado de trabalho.

Muito além da aparência e de uma bela roupa, a imagem pessoal abrange o conhecimento da dimensão humana, pois este é um processo de desenvolvimento pessoal que valoriza as capacidades e competências do homem.

A construção da imagem pessoal deve acontecer no dia-a-dia, não deve ser um esforço fingido, mas algo que flui espontaneamente.

Exige auto-conhecimento: o indivíduo que se conhece tem a possibilidade de fazer opções mais corretas ( até mesmo na hora de se vestir) e preservar sua autenticidade. O auto-conhecimento requer paciência, disciplina, perseverança, uma elevada auto-estima, determinação, um conjunto de crenças e valores que irão nortear as atitudes e comportamentos de forma a fazer o uso correto das habilidades inatas e das habilidades a serem criadas e aperfeiçoadas.
Portanto o profissional deve ser flexível às mudanças e criar uma imagem positiva de si mesmo.

Exige o bom relacionamento inter-pessoal: o homem já não pode trabalhar sozinho. Onde há mais de uma pessoa, há um relacionamento e, com certeza, conflitos existirão, sejam de gostos, costumes, crenças, educação, dentre outros. A atenção personalizada a quem quer que seja nunca é um investimento sem retorno. Sentimentos positivos e de simpatia provocarão o aumento da interação, favorecendo a produtividade.

Exige qualificação: é preciso aprimorar, não só uma vez, mas continuamente. Produtos são planejados, fabricados, testados, comercializados e muitas vezes recolhidos do mercado para correções. Assim deve ser todo profissional : viver em constante renovação, num movimento cíclico.

Exige ética: nesse processo, deve ser feita uma análise, principalmente sob o ponto de vista ético que envolve a imagem pessoal, o limite entre a divulgação das reais competências e das características irreais atribuídas .

Exige coragem: o medo de errar e não corresponder as próprias expectativas e as expectativas dos outros, poda a possibilidade de transformar sonhos em realidades.

Imagem pessoal é certamente Marketing de imagem. Porém nesta estratégia de destaque profissional, não há espaço para inverdades. Não existe separação entre ser e parecer, existe um abismo entre parecer (imagem) e visibilidade (ser visto, ouvido ou sentido). Construir uma imagem é uma ação, ou uma seqüência delas. Ser visto, ouvido e percebido é outra. No mercado de trabalho atual, imagem, visibilidade e principalmente credibilidade são determinantes.

Assim, a elaboração de ações estratégicas e sua prática através de atitudes e comportamentos, conduzirão a trajetória pessoal e profissional para o sucesso, por meio de qualidades e habilidades inatas, ou adquiridas do indivíduo que, aperfeiçoadas, promoverão comportamentos favoráveis, que levarão ao aspirado destaque profissional.

Para se chegar ao topo, além do talento e competência, é preciso constante aperfeiçoamento da imagem pessoal.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Os pilares da confiança no trabalho e como construí-los



A confiança é um dos princípios fundamentais da construção de relacionamentos. Ela, contudo, não acontece de um dia para outro, exige o que a pessoa tem de melhor, se desenvolvendo aos poucos. Ela precisa ser conquistada com nossas ações e comportamentos.

Assim como na vida pessoal, relacionamentos profissionais também dependem dela para se manterem saudáveis. “Uma relação de confiança no ambiente de trabalho cria espaço para a cooperação, o comprometimento, a circulação de ideias inovadoras, superação das diferenças, aumentando a satisfação no trabalho e melhora da comunicação”.

Mas quais são os pilares da relação de confiança no ambiente profissional? Confira e veja ainda quais os passos para construir um relacionamento baseado na confiança:

Honestidade, integridade e coerência
“Não posso dizer confie em mim, mas por meio destes três aspectos eu estabeleço o vínculo de confiança”. Para que um indivíduo confie em alguém e se comprometa com ele é preciso acreditar nele. “Perceber que é verdadeiro e coerente nas ações”.

Competência técnica
“É acreditar que ele tem a competência técnica para fazer o que diz ser capaz de fazer”. Ou seja, o gestor precisa confiar na competência da sua equipe e vice-versa. Por isso sem a competência não há confiança no âmbito profissional.

Compaixão e empatia
A compaixão e a empatia – que é a capacidade de se colocar no lugar da outra pessoa – formam a “ base espiritual” para que se estabeleça uma relação de confiança no trabalho.

“Alguns líderes não se colocam no lugar no funcionário. Pouco importa para ele se o filho do funcionário está mal de saúde, se o casamento dele está arruinado. O que importa é o resultado”. E um comportamento assim vai minando a relação de confiança. “Nem resultado que se constrói à custa do sofrimento de alguém é duradouro”.

Os passos para construir a relação de confiança

1 Ser claro e construtivo na comunicação
Derivada do latim comunicare, a palavra comunicação pressupõe “tornar comum” a informação ou experiência. E para isso, é preciso ser claro e construtivo no ato de comunicar, mantendo o respeito pelo outro. “Sabendo ouvir as suas opiniões e ideias, sabendo compreender antes de querer ser compreendido”.

2 Compromisso com o resultado
Parte da construção da relação de confiança é “participar ativamente e estar comprometido com os resultados estabelecidos.”
Imagine que seu chefe viva pedindo um esforço extra para que o seu departamento bata as metas. E esse esforço resulta em noites e mais noites no escritório. A equipe se empenha, se compromete e atinge o resultado. Mas é como se não tivesse mais do que a obrigação já que nem um “muito obrigado” ela recebe do gestor.
É certo que o empenho inicial vai aos poucos se esvaindo pela falta da participação ativa da liderança. Nesse caso, a confiança da equipe na chefia foi minada porque não houve demonstração de que a liderança estava comprometida e vibrando pelos resultados.

3 Apoiar e cooperar
Com apoio e cooperação no ambiente de trabalho é que se vai criando o vínculo de confiança. “Quando apoia, você dá sustentabilidade para a equipe”.

4 Compartilhar
Informações, conhecimentos e experiências. Compartilhar tudo isso é outra atitude de quem está disposto a construir uma relação de confiança. Ao estimular o desenvolvimento de um colega ou subordinado, o profissional demonstra que confia e que também merece confiança

5 Apostar na flexibilidade
“É ser flexível para enfrentar as mudanças e compreender as diversidades e os pontos de vista diferentes”.
Uma relação de confiança ancorada na maturidade não é aquela em que uma pessoa declara para outra: sei que posso confiar em você porque você nunca vai me faltar.
“Essa é a confiança ingênua, a declaração de confiança madura é: confio em você e sei que você pode me faltar um dia. Quando isso acontecer vamos conversar a respeito”.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

5 comportamentos que podem anular seu futuro promissor



De um lado a trilha que leva a um futuro brilhante na carreira. Do outro, comportamentos que podem enterrar os planos de ascensão profissional, quando levados ao extremo por situações limite.

Se alguns profissionais já se destacam logo no início de carreira por conta do alto potencial que trazem consigo, a regra para não colocar tudo a perder é ficar atento a tendências de comportamento disfuncional. 

1 Arrogância
Recente pesquisa identificou que a arrogância é o pior dos mundos para uma pessoa com grande potencial de carreira.
“Se por um lado é bom ter ambição de carreira, o risco para um profissional de alto potencial é assumir uma atitude arrogante e menosprezar a necessidade de desenvolvimento”.
Achando- se o melhor e o mais preparado funcionário do escritório, a pessoa não evolui porque não enxerga suas deficiências. Falta-lhe um aspecto essencial para as pessoas de sucesso: autoconhecimento estratégico. “E então este profissional não se desenvolve porque fica deitado em berço esplêndido”. 

2 Excesso de autocrítica
Oposta à arrogância, a autocrítica também pode ser grande vilã se exacerbada. Na dose certa é importante para tornar o profissional mais preparado e produtivo, mas em excesso prejudica, e muito. “Trava a pessoa a ponto de ela não conseguir se desenvolver”.

3 Temperamento explosivo
Geralmente as pessoas de alto potencial mostram paixão no trabalho. Isso é ótimo e encurta o caminho até o sucesso. Mas, atenção à intensidade.
“Pessoas muito intensas têm esse lado mais explosivo e sofrem altos e baixos”. Ou seja, é aquele tipo de pessoa que em um minuto está empolgadíssima e no outro parece um vulcão em erupção.

4 Ingenuidade extrema
É certo que um profissional que se destaca pelo potencial que apresenta ganha a atenção de colegas. E, no mundo corporativo, ser o centro das atenções nem sempre traz só vantagens. “Quando entra na corrida de carreira e passa a virar o foco, a ingenuidade atrapalha”. É que os ingênuos não mantêm radar ligado para as puxadas de tapete que podem vir a sofrer. Por isso, um pouco de desconfiança vai bem, nesses casos.

5 Cautela demais, posicionamento de menos
Se uma decisão precipitada raramente é o problema de uma pessoa muito cautelosa, a falta de posicionamento atrapalha a sua carreira. Também são profissionais que inovam muito pouco.
“Pessoas que vão de acordo com a maré e não se posicionam podem sobreviver ao mundo corporativo porque não se compromete mas tendem a ser preteridas em uma promoção porque também não aparecem”.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

7 Competências fundamentais na carreira



Quando consultamos uma vaga em um site de empregos ou outras fontes especializadas, grosso modo, deparamo-nos com os pré-requisitos técnicos exigidos pela empresa para concorrer à oportunidade. Mas uma vez ou outra você já deve ter observado também expressões do tipo “necessário trabalhar em equipe e sob pressão”. Quando não, os profissionais mais informados e perspicazes vão perceber, durante a fase presencial do processo seletivo, quais as características mais miradas pela organização para ocupar tal cargo.

As competências exigidas vão depender do cargo, área e ramo da empresa, dizem especialistas em carreira e recursos humanos. Mas algumas delas são tão necessárias e importantes que serão requeridas em quaisquer companhias.

1. Visão de negócio
É preciso “ver além da mesa”. “À medida que o profissional cresce em sua área de atuação precisa adquirir visão de negócio, ou seja, enxergar o funcionamento do seu departamento, o cliente, a empresa, o mercado”. Quem quer subir degraus na carreira também precisa ter esta competência.

2. Trabalho em equipe
Atividades em grupo requerem aptidão para lidar com gente, que possuem personalidades e modos diferentes de trabalhar. O desafio aqui é alcançar os resultados em grupo, administrando as diferenças, sendo flexível.

3. Liderança
“Existe técnica para liderar”. “Aqui entra o ingrediente que é o poder de influenciar a relação entre as pessoas, ou seja, conduzir pessoas ou projetos em direção a um objetivo.”

4. Autoconhecimento
O bom profissional deve ter consciência de suas habilidades e pontos frágeis. É preciso descobrir quais são suas fontes de motivação. O nível de excelência no trabalho depende disso.

5. Atitude (o “a” do CHA)
O profissional completo reúne o que se chama de CHA (conhecimentos, habilidades, atitude). O “a” do CHA, ou seja, a atitude, é uma das principais competências exigidas do profissional hoje.

6. Voltado a resultados
Ninguém sobrevive no mercado de trabalho sem entregar resultados. Salvo os profissionais privilegiados, esta entrega se dá em curto prazo. “Vale para todas as posições. Quem está no início de carreira não deve deixar de pensar nisso”.

7. Resiliência; adaptabilidade
É preciso resiliência para suportar as pressões do mercado de trabalho. É necessário ainda adaptar-se à cultura e aos mecanismos de funcionamento de sua área para sobreviver no mundo corporativo.

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Trabalho em equipe estimula a produtividade



Parece que fica sempre muito complicado vencer as resistências, que incluem desmotivação, falta de liderança, rotinas, desconfiança e sistematização de normas que restringem a criatividade.

A comunicação deficiente e ineficaz costuma ser o maior e mais forte dos impedimentos. Os estilos pessoais e modelos mentais diversos criam, algumas vezes, impedimentos para os bons resultados esperados pela equipe. Quando não acontece a boa comunicação, as potencialidades de cada um são empobrecidas.

Com um olhar especial, essa diversidade pode ser o que garante à equipe uma visão mais rica e eficaz. É nessa diversidade que as equipes se enriquecem. Um bom líder sabe observar as diferenças e utilizar as visões para fortalecer o potencial do time. Ele utiliza cada parte em benefício do todo.

Dentro de uma equipe, alguns gostam de ler, pesquisar; outros têm muitas ideias; outros preferem ir diretamente à ação; alguns planejam antes de agir enquanto outros se divertem com a experimentação. Há aqueles que dirigem trabalhos enquanto outros otimizam dados, cuidando de resumos. Alguns odeiam ficar em longas conversas enquanto os colegas preferem compartilhar sua forma de pensar.

Nas empresas, as áreas competentes podem produzir os resultados necessários para complementar um projeto ou lançar um produto. Uma boa equipe trabalha com respeito mútuo, cooperação, confiança, compartilhamento, disposição e boa vontade, além de flexibilidade.

O sucesso de uma equipe depende de metas claras e de liderança para criar motivação. Isso é o que distingue uma equipe de simplesmente um grupo. Trabalhar em equipe é o meio mais adequado para que se possa obter resultados mais ricos. Mentes unidas em direção a uma solução geram produção de ideias que uma só pessoa em sua área, ainda que com muito conhecimento, nem sempre consegue desenvolver e executar sem ajuda.

As equipes, quando bem organizadas, dividem tarefas: cada pessoa executa parte do processo e informa a todos por onde caminham. Alinhada, a equipe não desperdiça energia. Estabelece missão, propósito, garante sinergia e ações coerentes. A visão compartilhada permite que cada qual mantenha sua própria visão sem que haja prejuízo dos interesses pessoais e os esforços se complementam.

Em uma organização, reuniões aonde muitas ideias são lançadas sem uma meta comum podem durar horas e, apesar de se contar com excelentes elementos, cada um conta sua "verdade" particular. A manutenção do foco e do propósito garante o trabalho em equipe.

Preconceitos, estrelismos, falta de domínio pessoal e gerencias centralizadoras são inimigos da formação e desenvolvimento das equipes. Bons exemplos disso são os times esportivos em que posições definidas se complementam e agregam valor à equipe, ao mesmo tempo em que os talentos individuais continuam prevalentes. Há uma linha comum e a integração acontece, permitindo destaques ao longo do processo, tendo a harmonia garantida.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Assertividade: Saiba como desenvolver



A hierarquia é algo antigo na história da humanidade. Seja qual for a instituição, igreja, exército, empresa, escola ela estará lá: os diversos graus de separação que dividem o homem comum daquele que detém o dito “poder”. Como já diria o velho ditado popular: “manda quem pode, obedece quem tem juízo”. Mas e você? Já passou por alguma situação em que ficou com a resposta entalada na garganta ou preferiu ficar calado com medo de romper com seu “superior”?

A razão nem sempre está do lado de quem tem os maiores cargos ou posições. Muitas vezes a própria dinâmica de um cargo de chefia dificulta a visão da realidade ou de um problema específico, afinal, se ninguém discorda fica difícil analisar a situação sob diversos prismas. É por isso que cada vez mais empresas modernas estimulam pessoas a serem “assertivas”.

Você sabe o que é assertividade? Segundo a Wikipédia é: “a habilidade social de fazer afirmação dos próprios direitos e expressar pensamentos, sentimentos e crenças de maneira direta, clara, honesta e apropriada ao contexto, de modo a não violar o direito das outras pessoas”.

Bem, com essa explicação já dá para se ter uma idéia do que estamos falando. Ser assertivo no ambiente de trabalho é expressar sua opinião de forma adequada, sem procurar o embate, visando a solução e aguardando o momento certo. Em suma, é o debate sadio de ideias entre profissionais.

A grande sacada na assertividade é conseguir manter uma postura entre a imposição agressiva e a submissão serviçal. É dizer “sim” e “não” quando for preciso, educadamente e explanando seu ponto de vista, sempre chamando o interlocutor para a reflexão.

Uma dica para quem pretende adotar uma postura assertiva no trabalho ou na vida pessoal é sempre começar uma discussão com uma pergunta do tipo: “você não acha que seria melhor...?” ou “O que você acha se fizéssemos desse jeito...?”.

Para quem procura emprego uma boa dica é ficar atento à assertividade na hora da entrevista. Seja honesto e aproveite para tirar todas as suas dúvidas. Pergunte, questione e discorde caso ache que tem que discordar. Nesse novo mundo de hierarquias fragilizadas as pessoas valorizam cada vez mais essa qualidade.

5 dicas para ser assertivo:

1 – Pense antes de falar e tenha respostas alternativas na manga.

2 – Observe alguém que desenvolve vem essa habilidade.

3 – Aja no comportamental, não apenas no emocional.

4 – Imagine-se lidando com a situação em diversos cenários. Imagine reações para diversas respostas

5 – Seja assertivo não só no ambiente profissional. Leve essa habilidade para seu dia a dia.

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

O que você precisa para começar bem o dia de trabalho



O jeito como você inicia o expediente pode determinar o sucesso (ou não) do seu dia de trabalho; veja 7 ações para garantir um dia de trabalho melhor.

Se a primeira impressão é a que fica, a maneira como você inicia um novo dia de trabalho pode dar o tom de todo o resto do expediente. Basta uma irritação aqui por causa do trânsito e um erro ali ao delimitar as prioridades para que as horas seguintes fiquem prejudicadas.

Mas é possível tomar algumas medidas logo no início do expediente para garantir equilíbrio e produtividade até o minuto final. Confira quais são os 7 passos fundamentais para ter um excelente dia de trabalho.

1 Tome café da manhã

Um excelente expediente começa muito antes de você sair da sua casa. Rejeitar a “soneca” do celular, tomar a decisão de acordar disposto e de se arrumar são atitudes fundamentais para chegar bem ao ambiente de trabalho.

Na lista de tarefas fundamentais para fazer antes de sair de casa (ou enquanto ruma para o escritório) está tomar café da manhã. Sim, isso mesmo. Pular esta refeição pode ter efeitos nefastos para seu humor, concentração e produtividade.

“Se não, a pessoa vai trabalhar com hipoglicemia. As funções cognitivas ficarão prejudicadas. Pessoa com fome fica irritada, com dor de estômago ou de cabeça.

Deixar para comer no trabalho também não é a melhor opção. “Com essa tal “Lei de Murphy”, ele pode não conseguir comer. E a pessoa passa a se portar como vítima, quando, na verdade, faltou planejamento”.

2 Chegue no horário (ou antes)

Pode parecer óbvio, mas muita gente se esquece desta premissa básica para o dia de trabalho. Quem chega atrasado, já chega “inadimplente”. “O atraso gera uma condição psicológica desfavorável, você acaba se focando em questões não ligadas à carreira porque você está preocupado em se justificar”.

Bem sabemos que imprevistos acontecem (é o trânsito que empaca, o ônibus que não passa ou o carro que não pega), mas é essencial se antecipar a cada um deles. Como? “Planeje chegar 15 minutos antes, aí você não precisará justificar nada, nem inventar.

3 Fale bom dia e sorria

“Investe-se milhões em ações para melhorar o clima organizacional, mas quem realmente muda isso são os próprios colaboradores no dia a dia”. E isso começa desde cedo – com o real desejo de que o outro tenha um bom dia. E não se esqueça de sorrir neste percurso: “Cem músculos são mobilizados em um sorriso. O cérebro interpreta a mímica facial positivamente e o dia passa a ser diferente”, afirma o médico.

4 Beba água

Enquanto o computador é ligado, aproveite para encher uma jarra de água e cuidar das suas questões fisiológicas. “A desidratação diminui a capacidade de trabalho, afeta o raciocínio, a crítica e a memória”. O ideal é sempre ter uma garrafa ou um copo à mão para ir se hidratando ao longo do dia. “Quanto você sente sede, já está com 5% de desidratação”.

5 Deixe a mesa organizada

Mais um hábito para adicionar à rotina: agora, antes de deixar o escritório, deixe sua mesa em ordem. Isso fará toda a diferença no dia seguinte, dizem os especialistas. “Mesa desorganizada é um estressor”.

6 Faça uma lista de tarefas

Chegou a hora de planejar seu dia. “Antes da ação, o primeiro passo é a organização”. Para isso, comece listando o que ficou pendente do dia anterior. Depois, elenque as atividades urgentes e importantes, e por aí vai.

A dica é definir quais são as prioridades e estimar o tempo de execução para cada uma delas. “Você tem que começar por aquilo que tem que ser feito, não pelo que é mais gostoso”.

Mas não se esqueça de dar espaço para o imponderável. “Nosso planejamento deve ser flexível. Você precisa ter em mente que alguém pode interromper você. Então, é preciso ter esta margem de segurança de tempo na agenda”.

7 Aproveite o período em que você está mais focado

E o mais importante: não demore muito para “dar a partida” de fato no expediente. Muita gente chega no trabalho, mas leva um bom tempo para começar a trabalhar de verdade. No lugar de já focar na ação, há quem perca tempo atualizando status nas redes sociais, checando a vida alheia na internet ou, simplesmente, batendo um extenso papo no café.

“Com isso, elas perdem o período que tem mais foco. Depois das 10h, por exemplo, todo mundo já chegou e as chances de dispersar são maiores” Captou?
Então, boa sorte no dia de hoje.

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Os 10 mandamentos para se dar bem na entrevista de emprego




Por mais excelente e atraente que seja, não há currículo que, sozinho, conquiste uma oportunidade profissional. “A entrevista de emprego nunca deixará de existir. Ninguém fecha umacontratação sem a entrevista presencial porque, no fim das contas papel e rede social aceitam tudo.

Antes da entrevista

1 Pesquise

O ponto de partida é o site da empresa. Lá você vai encontrar missão, valores e relatórios oficiais. Procure notícias sobre desempenho passado e tente descobrir planos futuros e avaliações de analistas. Se possível, verifique se algum conhecido trabalha na empresa e converse com ele. “Geralmente esta pesquisa já é feita pelos candidatos a posições executivas que chegam mais preparados e sabendo o que a empresa faz”.

2 Conheça bem o seu currículo

“Muita gente fica tão focada em pesquisar a empresa que se esquece de estudar sobre si mesma”. Portanto, esteja preparado para responder perguntas sobre as passagens profissionais destacadas no currículo. “Muitas vezes o currículo está pronto há um tempo e o candidato tem um discurso ensaiado”.

Pense em que a sua experiência pode agregar valor à empresa. A partir da descrição da vaga estabeleça uma relação entre a sua bagagem e o que a empresa está procurando.

3 Prepare um kit

Certificados, referências, portfólio, tudo deve estar contigo no momento da entrevista. Assim, caso seja solicitado você não é pego de surpresa. Muito importante também é fazer uma lista de perguntas para fazer ao entrevistador. Não se acanhe. “Inibição é o pior dos mundos”.

Responsabilidades, motivo da abertura da vaga, o método de avaliação do seu desempenho, a natureza da sua função em relação à estrutura do departamento, se há incentivos para treinamentos adicionais. Tudo isso deve ser esclarecido durante a conversa com o recrutador, assim como quais serão os seus clientes e quais os planos da empresa e os próximos passos.

4 Esteja pronto para responder questões que sempre aparecem

Fale-me a seu respeito. Quais foram as suas conquistas até agora? Você está satisfeito com sua carreira até agora? Fale-me sobre uma situação difícil que tenha enfrentado.

Quem já foi em pelo menos algumas entrevistas sabe que estas são bem frequentes durante a conversa. Pontos fortes e fracos, o que você não gosta na sua função atual, qual a decisão mais difícil de tomar e o motivo por que você deseja sair da empresa também são aspectos que muitos recrutadores investigam.

“Muitos candidatos escorregam quando precisam apontar defeitos e problemas”. Não tente se defender, nem acobertar a realidade. “O headhunter quer saber como ele analisa e julga problemas, o que entende por uma decisão difícil, mas muita gente opta por uma resposta evasiva com receio de se comprometer”.

Durante a entrevista

5 Atente à postura

O fala e o recrutador entende. Tome cuidado com a linguagem corporal. Cumprimente o headhunter, sorria, mantenha a boa postura. Não se esqueça de manter contato visual.

6 Respeite a estrutura

Assim que chegar, terá um bate-papo introdutório. Em seguida vêm as questões específicas, de sua aplicação até a sua experiência. Informações gerais sobre a empresa e a função podem vir em seguida. No final, há um espaço para a realização de perguntas.

7 Ouça as perguntas

Seja objetivo em relação às suas respostas, mas não monossilábico. “Tem gente que quer responder mais do que é perguntado, usando a pergunta como ‘gancho’ para falar de coisa boas, mas ao fazer isso acaba desviando a atenção do entrevistador”.

8 Coloque as suas questões

Faça as perguntas que você elaborou antes da entrevista. Demonstre que você fez uma reflexão sobre a posição e que pesquisou a empresa. “Isso é bom porque o recrutador percebe que o candidato está com o foco na mudança e que já está com a cabeça lá dentro da empresa".

9 Mostre entusiasmo

Mesmo que haja reservas, mostre-se entusiasmado. Nas próximas etapas você poderá discutir os pontos que lhe desagradam. “Mas o melhor jeito de mostrar o entusiamo é com informações e fazendo as perguntas certas”.

Depois da entrevista

10 Agradeça e coloque-se à disposição

“Não existe certo e errado, depois da entrevista porque muito vai depender da abertura que foi dada pelo headhunter”. Mas uma coisa é certa. É educado e promissor agradecer a oportunidade e colocar-se à disposição.

Caso tenha sentido uma proximidade com o entrevistador, também é possível buscar um feedback a respeito do seu desempenho durante a conversa. “ Fazer o papel de relacionamento é importante, no mínimo o profissional ganhou um contato novo”

terça-feira, 17 de setembro de 2013

6 pistas de que seu potencial de carreira é (muito) alto




Em toda organização há aqueles funcionários que se destacam não só pela competência, mas também pelo talento e engajamento. Por volta de 20% dos profissionais das empresas se encaixam neste grupo e são os chamados altos potenciais.

Isso porque, são pessoas que reúnem atributos e habilidades que, no futuro, as levarão até o topo da hierarquia corporativa.

Mas como saber se alguém tem todo este potencial? Confira 6 pistas de que você é um alto potencial:

1 Interesse em se desenvolver

Você está sempre em busca de desenvolvimento profissional? Mantém o radar ligado para novos cursos ou recursos para aprimorar o seu trabalho? Se a resposta for sim, esta é a primeira pista de que você pode ser, sim, um alto potencial.

Para 44% dos entrevistados, esta é uma das características mais marcantes deste grupo de pessoas. “São pessoas que estão continuamente pensando em como se desenvolver”.

2 Autoconhecimento estratégico

Para saber que habilidades e competências necessitam de um investimento maior, é essencial contar também com o autoconhecimento.

Conhecer seus pontos fortes e fracos é um dos primeiros passos para elaborar um diagnóstico realista do momento profissional, antes de decidir que rumo dar ao desenvolvimento das suas habilidades.

3 Foco na ascensão profissional

Não basta ser competente, é preciso querer, e muito, chegar às mais altas posições de uma organização. “As pessoas podem achar que todo mundo quer isso, mas não é bem assim”. A ambição foi citada por 37% dos entrevistados como atributo marcante em quem tem alto potencial.

É claro que a escalada de carreira tem seu bônus, mas nem sempre o profissional está disposto também a enfrentar o ônus. Trabalhar por mais horas todos os dias, sacrificar fins de semana, assumir mais responsabilidades. “É a pessoa que sabendo que vai ter nível de cobrança maior está disposta a pagar o preço”.

4 Planejamento estratégico

“É enxergar além do curto prazo, além da sua área e entender as inter-relações entre o seu departamento e o negócio da empresa.. E, é claro, nem todo funcionário está disposto a levantar a sua cabeça e olhar além da sua baia.

Por isso, 30% dos entrevistados disseram que a capacidade de planejamento estratégico está entre as características que saltam aos olhos na hora de perceber quem tem grande potencial na carreira.

E quem tem esta habilidade é capaz de passar por todas as etapas que o processo demanda: visão do todo, planejamento a partir do cenário que se apresenta, aspirações estratégicas e planos operacionais.

5 Habilidade para liderar

Ainda que não sejam chefes, os profissionais de alto potencial já dão sinais de que poderão se tornar ótimos líderes dentro da organização. “São pessoas que lideram pela sua influência, pelo seu conhecimento, pelo exemplo que dão”.

As pessoas de alto potencial que já estão em cargo de chefia confirmam seu alto potencial em momentos chave: como contratam, como promovem e reconhecem e como demitem. Segundo Santos, os critérios usados pelos chefes nestes momentos, é que vão definir o potencial dele para subir na organização.

6 Facilidade de relacionamento

Relacionar-se bem com subordinados, colegas e chefes é também uma característica dos profissionais de alto potencial, de acordo com 20% dos entrevistados. “Uma das habilidades mais críticas, para os chefes, por exemplo, é saber ouvir”.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

12 Dicas para ter uma postura profissional





A primeira impressão é a que vale, então é melhor estar preparado para mostrar uma postura profissional. E não é só a roupa que conta, as atitudes e a linguagem corporal também dizem muito sobre você.

Veja nossas 12 dicas para você ter uma postura profissional apropriada.

1. Aparência engloba tudo o que pode ser visto à sua volta
Objetos, mesa, seu escritório etc. Considere também a escolha dos lugares em que você marca um encontro ou reunião.

2. Inicie bem um encontro com um aperto de mão seguro e confiante
Cuidado para não apertar muito forte ou muito fraco.

3. Mostre-se aberto à conversa
Sorria, descruze os braços e tenha uma postura alinhada.

4. Pronuncie bem as palavras
Fale em tom adequado ao ambiente; não queira ser o centro das atenções.

5. Cuidado para não ser afobado, ouça antes de falar
No discurso do outro estão as dicas dos caminhos a ser seguidos para conduzir uma boa conversa.

6. Demonstre interesse ao guardar o cartão de visitas alheio
Não o jogue de qualquer forma dentro da bolsa ou do bolso.

7. No dia a dia da empresa, seja gentil e educado
A dica vale tanto para os colaboradores de posição mais simples como para os mais importantes da hierarquia empresarial. “Bom dia”, “por favor”, “com licença” e “obrigado” são palavras bem-vindas.

8. Procure estabelecer relações cordiais e de confiança com seus colegas
É importante que eles saibam que podem contar com a equipe para solucionar problemas mais difíceis.

9. No escritório ou baia, seja comedido
Limite-se a uma foto pequena de entes queridos e a itens de escritório com um toque pessoal. Deixe bichinhos, objetos espalhafatosos e ícones de hobbies em casa.

10. Não force intimidade com seus colegas
Lembre-se: a relação é de trabalho, não pessoal.

11. Evite atender a diversas ligações pessoais no trabalho
Isso faz com que todos acompanhem os pormenores de sua vida naquela semana, mês, ano.

12. Dê continuidade aos bons hábitos de postura profissional
Essa conduta é importante para consolidar a impressão positiva ao longo do tempo.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

11 Sinais de que você é um líder nato





Algumas características comportamentais surgem desde cedo e são fortes indicativos do que está por vir na carreira profissional. É o caso da tendência à liderança. Ela pode despontar até mesmo na primeira década de vida de uma pessoa, entre brincadeiras de roda e outras atividades lúdicas comuns na infância.
É certo que são competências que podem ser aprendidas e desenvolvidas, mas é também correto afirmar, pessoas têm essa vocação inata o que, apesar de não ser uma certeza, pode, sim, encurtar o caminho até um cargo de gestão.
“Tem gente que tem vocação, mas não tem motivação, então não desenvolve e tem gente que não tem vocação, mas tem persistência e determinação e desenvolve as habilidades”
Mas quais são os sinais que indicam que alguém é um líder nato? Confira os aspectos, combinados, são a tradução do que é liderança:
1 - CAPACIDADE DE INFLUÊNCIA 
Sempre há aquelas pessoas que têm o dom de influenciar as outras. Esta é uma característica que pode ser percebida logo na infância.
“A definição do jogo, o tipo de brincadeira, tem criança que já começa a liderar os colegas, convencendo-os a fazer alguma coisa”
E na vida escolar, acadêmica e profissional isto fica ainda mais latente. Discussões de temas para trabalhos em grupo são situações, reuniões de projetos, são algumas das situações em que é possível perceber o poder de influência de alguém.
2 - SEM MEDO DE SE EXPOR 
Para alguns, só o olhar de outras pessoas já é suficiente para o sangue subir à face e esquentar o rosto. Para outros, a atenção alheia é o melhor dos mundos. Pessoas que se encaixam neste segundo grupo já trazem consigo um sinal claro de liderança. “São pessoas que não têm acanhamento”.
3 - INICIATIVA 
Antecipar-se a eventos e, sobretudo, agir. “Líderes natos são pessoas com grau alto de iniciativa”. “Tem gente que está sempre de prontidão, que se antecipa a algo que vai ocorrer, não fica esperando vir a bomba. Para isso é preciso ter visão do todo, não ficar focado apenas na sua tarefa”.
4 - EXCELENTE CAPACIDADE DE COMUNICAÇÃO
Grandes líderes são bons comunicadores. “Eloquência na fala e capacidade de síntese são alguns sinais que aparecem”. 
Ser o apresentador oficial dos trabalhos em grupo da escola ou faculdade, ou mesmo, ser o funcionário que mais é chamado a fazer apresentações são alguns dos indicadores. “Tem pessoas que conseguem clarificar o que um colega não está conseguindo expressar”.
5 - DISPOSIÇÃO PARA AJUDAR E OUVIR
Estar pronto a ajudar quando algum colega precisa ou mesmo ter a disposição para ouvir o que os outros têm a dizer. Estes aspectos são naturais em alguns profissionais e totalmente invisíveis em outros.
“Pessoas disponíveis, que dão suporte a uma determinada área quando há a necessidade ou aos colegas de trabalho, que gostam de ajudar e se envolver trazem estes sinais de liderança”.
Quem dera todos os chefes tivessem estas características essenciais de liderança. “Saber ouvir é muito importante, e significa estar efetivamente interessado no que o outro tem a dizer, não é só escutar”.
Ressalta que a disposição de ajudar não deve ser a de executar a tarefa no lugar do outro, e sim, ensiná-lo e orientá-lo para que faça sozinho.
6 - SER MULTITAREFA
A capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo, e mesmo assim, não perder o foco também citada pelos especialistas como uma característica de líderes que pode despontar em quem ainda não é chefe. “Não é um profissional que está apenas concentrado em uma tarefa”.
7 - CURIOSIDADE
A curiosidade também um indicativo interessante. “São pessoas mais interessadas e abertas para o que é novo”.
8 - EMPATIA
Colocar-se no lugar da outra pessoa. Esta é uma habilidade que todo bom líder deve ter. “São pessoas que se importam com o impacto de suas ações nas outras pessoas e se preocupam com a maneira com o outro o percebe”.
9 - ASSUMIR A RESPONSABILIDADE PELOS ATOS
Todo mundo erra, mas nem todos assumem seus erros. A transparência e a capacidade de assumir a responsabilidade pelos seus atos é outro aspecto de quem já carrega habilidades de liderança mesmo nunca tendo gerido uma equipe .
10 - FOCO NA SOLUÇÃO
Pessoas que tenham o foco na solução do problema também apresentam uma característica essencial da liderança. É certo que grande parte das pessoas perdem o foco ao se deparar com um obstáculo e nesse momento destaca-se quem volta a atenção para a resolução dando sinais claros de vocação para liderar.
11 - SENSO DE JUSTIÇA
A busca por critérios justos de decisão também é um sinal que aparece em quem tem vocação para liderar. Algumas pessoas apresentam este senso de justiça, segundo ela, ainda na infância. “Questionam os pais e professores sobre isso”.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

10 Dicas para alcançar as metas no trabalho


Criar metas exige visão estratégica do negócio, o que é de extrema importância para a sobrevivência e o sucesso das organizações. Alcançá-las dependem do perfil e maturidade profissionais, coerência entre meta e objetivos empresariais, competências técnicas e comportamentais requeridas para um determinado cargo ou função, dentre outros quesitos. O ideal é que as metas sejam atingidas diariamente, recomendam consultores. Para tanto, é imprescindível saber administrar o tempo.

Dicas valiosas do de como o profissional deve se portar para obter êxito na carreira e alcançar as metas no trabalho.

1. Conheça as metas - não corra atrás de metas sem conhecer os seus reais objetivos. Saber onde você e a organização querem chegar é fundamental para dar significado à meta.

2. Identifique seus objetivos - administre sua carreira. Saiba o que deve ser feito para conquistar os seus objetivos e estipule metas para suas realizações.

3. Planeja-se - atente-se aos prazos estipulados para o alcance das metas e aos recursos necessários para tal. Estabeleça metas diárias e cumpra-as, não deixe tudo para a última hora.

4. Aprenda a priorizar tarefas - utilize o tempo com atividades relevantes que possam auxiliar na conquista da meta. Descarte as outras.

5. Registre seus resultados - anote em uma agenda as metas a serem cumpridas diariamente e o desempenho obtido. Compare-os.

6. Avalie suas competências - conheça ao máximo a sua área de atuação, aprimore e atualize seus conhecimentos, seja curioso. Analise permanentemente sua empregabilidade.

7. Seja proativo - acompanhe o resultado das metas e procure entender qual o seu papel dentro do processo que conduzirá a equipe ou a organização ao objetivo final. Entregue seu trabalho completo. Faça-o com qualidade para não comprometer o resultado da equipe.

8. Seja assertivo e comunicativo - deixe claro aos colegas de trabalho do mesmo departamento e, principalmente, ao seu gestor que você entendeu a sua meta. Não seja agressivo ao ponto de correr o risco de ser sabotado, tampouco adote um comportamento passivo diante das metas estipuladas.

9. Negocie - quem disse que metas não podem ser contestadas? Avalie se as metas formuladas por seu gestor condizem com a realidade organizacional e questione-as apresentando os seus argumentos se necessário.

10. Cuide da saúde psíquica e física - saiba lidar com as suas próprias emoções e com a dos outros; tenha resiliência frente às dificuldades; seja persistente; vá periodicamente ao médico.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

7 Dicas para uma carreira de sucesso



Sucesso profissional não se alcança da noite para o dia, é preciso um planejamento estruturado e sólido de carreira para se chegar ao tão cobiçado topo.

Como sabemos, não existe mágica, ou então um atalho para o sucesso. Apesar disso, alguns ingredientes são fundamentais e podem ser determinantes no alcance dos seus objetivos profissionais e nós consultamos especialistas para descobrir quais são eles.

Confira:

1. TENHA PAIXÃO PELO QUE FAZ
Antes de mais nada, é preciso trabalhar com prazer. O emprego ideal sempre reúne o que você sabe fazer com o que você gosta de fazer.

2. TENHA CLAREZA NOS SEUS OBJETIVOS
Ao menos no médio prazo, é fundamental conhecê-los claramente e traçar planos para alcançá-los. Lembre-se: ter objetivo é ter motivação.

3. FIQUE ANTENADO NAS TENDÊNCIAS
O profissional de sucesso deve compreender quais mudanças a economia ou as relações políticas internacionais podem provocar em sua carreira, bem como que tendências a sua área seguirá após as constantes transformações.

4. SEJA PERSEVERANTE
Não desista da carreira com que se identifica por causa das dificuldades. Avalie suas finanças e, se for o caso, faça uma opção provisória para, no futuro, alcançar seu real objetivo.

5. CONSTRUA UMA REDE PROFISSIONAL
Ser bem relacionado e lembrado no mundo dos negócios também é condição para o sucesso. Além da troca de informações, a rede de relacionamento profissional pode proporcionar grandes negócios.

6. TENHA FOCO EM RESULTADOS
Não espere ser promovido para sugerir ideias ou colocá-las em prática. O foco em resultados é um dos principais fatores de aceleração de desenvolvimento da carreira. Por isso a importância de saber qual é o seu melhor talento e onde poderá usá-lo. É descobrindo o seu ponto forte que você vai se destacar.

7. ESCOLHA UM MENTOR
Identifique quem pode lhe transferir as melhores experiências no universo empresarial. Depois, seja parceiro do seu “mentor”. É aconselhável criar vínculo com um profissional que saiba dar feedback de maneira positiva.


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

MOTIVAÇÃO: Um novo modelo de gestão





Todo gerente, diretor, ou gestor que exerce atividades de liderança dentro de sua empresa está diariamente buscando soluções para tornar as equipes mais produtivas, focadas nas metas da área em que atuam, e principalmente, comprometidas com os objetivos estratégicos da organização. E quando falamos em produtividade, foco e comprometimento, estamos lidando basicamente com a motivação das pessoas. Muitos gestores passam horas se perguntando: "Por que minhas equipes não são produtivas?"; "Por que meus funcionários não 'vestem a camisa' da empresa, mesmo recebendo salários altos?". Resposta rápida: motivação.
Há tempos, os bons salários não são mais suficientes para motivar e manter bons profissionais nas empresas (principalmente a geração Y em diante). Uma pesquisa recente da Catho Online, feita com mais de 46 000 participantes, aponta que os fatores que mais motivam os profissionais no trabalho são o bom relacionamento com as pessoas no trabalho, o reconhecimento profissional e a possibilidade de trabalhar com o que se gosta. Salário e acúmulo de capital não aparecem nem entre os cinco principais fatores de motivação.
Muitas vezes, as instituições investem tempo e dinheiro em reestruturações de RH, definições de planos de carreiras, cargos e salários, contratam inúmeras consultorias, e acabam se esquecendo do mais básico: o que motiva as pessoas a acordarem pela manhã, e irem trabalhar? Eu acredito que, antes de contratar uma consultoria de RH, todo gestor pode se atentar a alguns pontos, que geralmente custam muito pouco e podem gerar ótimos resultados, relacionados à motivação de pessoas em uma empresa.

Invista na qualidade de vida das pessoas


Em um mercado que busca pessoas criativas, que fazem diferença no lugar onde estão, o diferencial de qualquer produto ou serviço é a inovação. Por isso, se você quer equipes motivadas, envolvidas com seu trabalho, criativas, que opinam, sugerem, criticam, e apontam melhorias, crie um ambiente de trabalho onde as pessoas gostem de estar e passar a maior parte do dia. Investir em áreas de lazer e convívio comum, com sofás confortáveis, mesa de bilhar, e puffs em salas de reunião, pode tornar o ambiente mais descontraído e favorável para que os colaboradores expressem suas opiniões e contribuam com ideias inovadoras.

Construa uma hierarquia horizontal


Ter um plano de carreira bem estruturado e políticas de cargos e salários bem definidas são importantes para qualquer organização. Mas se uma pessoa não consegue ter contato imediato com seus gestores, e não se sente próximo aos seus líderes, vai automaticamente se sentir distanciado da empresa. Não é por acaso que Jack Welck, logo após assumir a direção da GE, em 1981, promoveu uma profunda transformação na estrutura da empresa, consolidando uma hierarquia bem mais "achatada" e simplificada. O resultado, todos nós sabemos.

Permita horários flexíveis de trabalho


Dentro do possível, deixe que as equipes façam seu horário de trabalho. Tente focar esforços no cumprimento de metas e avaliações por meritocracia, ao invés de ficar monitorando quanto tempo as pessoas ficam batendo papo no cafezinho. A maioria das atividades de qualquer empresa envolve criatividade – algo que pode ser desenvolvido durante todo o dia, inclusive no cafezinho. Se uma equipe é mais produtiva trabalhando no período da tarde, crie mecanismos para que possam trabalhar neste horário. Qualquer equipe ficará mais motivada trabalhando no horário em que é mais produtiva.

Não dê ordens, compartilhe responsabilidades


Não dê ordens, ou diga o que as pessoas devem fazer. Você pode apontar caminhos para que entendam quais dificuldades e problemas precisam ser resolvidos. A maioria dos profissionais, principalmente os da geração Y, adoram assumir responsabilidades e desafios, e cada vez mais reforçam estes desejos em todas as pesquisas. Permita que as pessoas possam enfrentar os problemas da empresa e tenham liberdade para poder ajudar com soluções.

Promova uma comunicação efetiva


Você apenas poderá criar qualquer expectativa sobre um funcionário se ele souber o que a instituição onde ele atua espera dele no ambiente de trabalho. Então, invista na geração de ciclos de feedback entre funcionários e gestores, para que todos tenham uma visão clara da estratégia e metas da empresa. Na maioria das vezes, não é necessário implantar sistemas de feedback complexos ou longas reuniões envolvendo todas as áreas, mas sim incentivar uma cultura em que gestores, líderes e liderados tenham liberdade para conversar de maneira mais informal, permitindo que informações importantes sejam compartilhadas naturalmente entre todos.

Dê liberdade às pessoas, e surpreenda-se com os resultados


Geralmente, as grandes empresas de tecnologia e internet são apontadas como as mais inovadoras do mercado, e grande parte delas possui modelos de gestão bem mais flexíveis e enxutos. Em empresas como Facebook, Google e Amazon, os colaboradores são incentivados a serem autogerenciáveis, e terem liberdade para resolver seus problemas com mais autonomia. Essa liberdade permite com que as pessoas desenvolvam sua criatividade e promovam a inovação. Quando Ricardo Semler começou a difundir suas ideias sobre gestão empresarial, em 1982, na Semco S/A, pregando de forma radical a liberdade e democracia industrial nas empresas, a maioria achou que ele estava louco. Hoje, seu modelo de gestão é referência internacional para qualquer gestor de empresas.
Não instale processos rígidos demais, nem barreiras que limitem a capacidade de inovação das pessoas. Promova um ambiente com mais liberdade e surpreenda-se com a capacidade dos seus funcionários em criar soluções simples e baratas, para problemas aparentemente complexos.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Empresas investem em curso de Coaching para qualificar seus profissionais

Empresas investem em cursos de coaching para qualificar seus profissionais

Investir em  um programa de coaching para uma empresa e seus funcionários também é uma forma de reter, criar e descobrir talentos da casa, gerar comprometimento e fazer com que os executivos e líderes conheçam melhor as pessoas que trabalham em suas empresas.
O Instituto Profissional de Coaching há anos desenvolve este tipo de trabalho em todo o Brasil, fazendo com que o Gestor conheça melhor a sua empresa e o mercado – e com que os próprios trabalhadores se conheçam. Segundo Madalena Feliciano, Diretora do Instituto, as sessões podem ser individuais e em grupos, depende da intenção de cada um.
“O importante para que o processo do coaching seja bem sucedido é que haja interesse tanto do profissional quanto da empresa. É preciso que ele esteja aberto, disposto, e entenda que essa técnica pode ajudá-lo a se auto conhecer melhor, descobrir seus pontos fortes e melhorar os seus pontos fracos”, bem como a empresa saber se está com o profissional certo no lugar certo e ai sim poder obter o seu melhor resultado, afirma Madalena.Profissionais felizes geram melhores resultados. Entre os principais benefícios oferecidos pelos cursos de coaching, está o desenvolvimento de competências como liderança, confiança, iniciativa e comunicação.
A especialista lembra também que antes de iniciar qualquer processo, é preciso analisar se o coach é um profissional habilitado e com formação sólida. “É preciso fazer uma vasta pesquisa para ver se o coach possui certificado de uma entidade reconhecida, e se ele possui ampla experiência prática em coaching”, disse.

Serviço
Madalena Feliciano / Coach
madalena@ipcoaching.com.br
www.ipcoaching.com.br
www.outlierscareers.com.br
Av.Fagundes Filho, 77 conj. 83 - Vila Monte Alegre - São Paulo - SP.

(11) 2737-1685

O líder coach e sua importância corporativa





No mundo corporativo não são raras as vezes nas quais um profissional é alçado à condição de líder. Problema algum haveria se este profissional almejasse esta liderança, o que pressupõe tenha se capacitado e orientado seus esforços neste sentido. Problema haverá sim se o mesmo passou a líder sem que estivesse atento a esta possibilidade, o que faz pressupor, por sua vez, que ele não tenha se preparado.Um dos primeiros dentre tantos questionamentos que orbitarão a mente do novo líder será sobre qual estilo de liderança adotar.
Neste sentido, enumero as seis principais espécies de líder:
1- o educador (coach), que realiza junto com o liderado de sorte a ensiná-lo;
2- o democrático, aquele ouve e aprende com quem sabe realizar;
3- o liberal, que deixa realizar quem já sabe realizar;
4- o autocrático, que apenas determina o que e como tem de ser realizado;
5- o popular, que é carismático e mantém bom relacionamento com todos;
6- o ausente, ou seja, aquele que não acompanha de perto seus liderados.
Exceção feita ao líder ausente (será que é líder?), todas as demais espécies e características hão de compor o perfil de liderança, pois caberá ao líder buscar o equilíbrio e adaptar suas ações ao liderado, ao grupo e ao momento.Contudo, merece atenção ao líder coach, aquele que desenvolve as competências de seus liderados e permite que cada qual contribua de modo mais eficaz à consecução de um objetivo comum.Este líder, antes de tudo, deverá se perceber como líder e não como chefe -- este possui objetivos sem visão ampla, apenas informa e treina seus subordinados, é centrado no produto e no resultado, obedece às diretrizes de um projeto e as executa, é tão somente leal ao valor predominante, é eficaz e estável.
O líder, por sua vez, possui objetivos e uma visão do todo. Ele se comunica, é centrado no cliente e no resultado, desenvolve e orienta seus subordinados, critica as diretrizes e sugere alternativas e, mais do que leal, é comprometido com o valor dominante; é inovador e empreendedor.O líder-treinador (coach) age sobre o liderado para que suas capacidades se desenvolvam e se exteriorizem e, para tanto, vale-se de treinamento (coaching) que, em brevíssima síntese, nada mais é do que um processo integrado por atuações voltadas ao auto-desenvolvimento, por meio do qual o líder desenvolve as competências de seu liderado e o orienta de forma a mantê-lo sempre alinhado e congruente com suas metas e seus objetivos.
O verdadeiro coach apresenta as seguintes características técnicas e conhecimento de habilidades:
1- Utiliza a disciplina como motivação e estímulo: os outros são o fim; os objetivos e metas formam junto com o resultado o seu corolário; ele utiliza muito o recurso de reuniões e procura e valoriza muito a sinergia; delega, orienta e reconhece;
2- Estimula o feedback: tem o desempenho como resultado, transforma os erros em aprendizado e promove o desenvolvimento;
3- Conserva a habilidade de ouvir e considerar: ele respeita e reconhece as ações de seus liderados (seu fim), canaliza os conflitos na direção do crescimento, usa a crítica como ferramenta e incentiva o trabalho em equipe.De fato não há mais espaço para àqueles chefes ortodoxos e burocráticos, pois o mundo corporativo anseia por verdadeiros líderes que, além de fazerem a diferença na busca de melhores resultados, são capacitados para o coaching.
Estes profissionais são muito valorizados, sobretudo por conservarem a capacidade de transformar as pessoas e o mundo à sua volta, extravasando a mesmice da qual muitas empresas são reféns.Mais do que agente desta mudança, ao coach compete disseminá-la, preparando seus liderados para que desenvolvam suas competências e garantam a continuidade - e também disseminação - da criticidade e de uma cultura corporativa diferenciada e produtiva.
E você? Está preparado para ser um verdadeiro líder coach ou continuará a ser o chefe de sempre?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Mercado de Trabalho abre os braços para maiores de 65 anos




Já se foi o tempo em que pessoas com mais de 65 anos não conseguiam uma colocação no mercado de trabalho. Segundo o Ministério do Trabalho, os setores público e privados contrataram 320 mil maiores de 65 anos em vagas formais em 2009 – 7,08%  mais do que no ano anterior.
Para a pesquisadora do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), Ana Amélia Camarano, a volta de trabalhadores aposentados é um fenômeno recente no Brasil e está fortemente associado às melhorias nas condições de saúde da população. “Os 70 anos de hoje equivalem aos 50 de décadas atrás”, diz. Além disso, dois motivos levam as pessoas de voltarem à ativa: as de escolaridade mais baixa precisam complementar a renda e as escolarizadas estão sendo procuradas pelo mercado. “Basta observar que todos sempre procuram médicos e advogados com mais experiência, a qual só é alcançada com a idade”, analisa Camarano.
Além dos constantes recordes de geração de empregos, as empresas optam por esses profissionais quando a atividade exige mais lentidão, responsabilidade, disponibilidade e respeito ao horário. “As pessoas estão chegando à velhice com muita capacidade, o que faz com que elas não queiram ficar em casa, e podem se dedicar muito mais do que um jovem, que tem sua atenção dividida entre festas, estudos e outros empregos”, explica Sílvia Regina Mendes Pereira, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.
Para os geriatras, o trabalho pode proporcionar longevidade, pois a rotina imposta ajuda a inserir o idoso na sociedade, cria círculos de amizades, estimula a memória e a concentração. Mas os especialistas lembram que é importante analisar se a atividade demanda grande esforço físico: carregar peso, ficar muito tempo em pé ou se é muito cansativa. “Não existe idade máxima para se trabalhar, existe a capacidade que a pessoa tem”, avalia Sílvia Regina. 
O auditor aposentado Dílson Senna Souza, aos 82 anos, optou por trabalhar voluntariamente no sindicato de sua categoria. “Queria dar a minha contribuição”, diz o diretor do Sindicato dos Auditores Fiscais do Trabalho do Estado da Bahia.