quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Carreira profissional e seus desafios

O profissional moderno só se torna mais forte à medida que enfrenta novos desafios a cada dia nas mais diversas situações.

Sempre é bom lembrar que para ser bem sucedido em qualquer profissão é necessário que a pessoa:

Comunique-se com eficiência.
Saiba lidar com conflitos internos e externos.
Tenha metas bem definidas.
Relacione-se com inteligência.
Aprenda algo novo todos os dias.
Pratique o marketing pessoal com eficiência.
O profissional que no seu dia-a-dia já pratica as dicas citadas acima, já tem um potencial a mais do que aqueles que não praticam.

Mas só isso não é tudo. É preciso muito mais.

É necessário ter uma visão global de tudo que acontece ao seu redor, bem como estar o tempo todo antenado com o que acontece com a sua profissão e/ou seu ramo de negócio.

Sempre é importante lembrar que as pessoas munidas de informação – aquelas que lêem com freqüência, participam de cursos, seminários e de eventos sociais – estão muito à frente daquelas que estão paradas no tempo e no espaço sem se darem conta que tudo neste mundo globalizado está acontecendo rápido demais e o profissional que tiver curiosidade e disposição para estar sempre aprendendo coisas novas terá muito mais chance de progredir na sua carreira profissional.

E você, o que pretende fazer de diferente em 2014 para que sua carreira profissional possa brilhar ainda mais?

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

4 Competências simples de um profissional fantástico


Independentemente de qual seja a sua área de atuação profissional, as qualificações abaixo são fundamentais e lhe colocam em outra categoria dentro do mercado. 
1. POSTURA - Olhe nos olhos, aperte a mão com firmeza na hora de cumprimentar, saiba ouvir, tire o ovo da boca na hora de falar, tenha humildade para aprender, respeite as diferenças entre seus pares, respeite hierarquia, seja positivo diante das adversidades, não se envolva em fofoca, evite relacionamentos amorosos de ocasião com colegas de trabalho, seja verdadeiro, comprometido, controle as suas emoções, saiba lidar com frustrações, não desista de suas metas no meio do caminho, tenha foco, lidere ou seja bem liderado, persiga os resultados para o seu plano de carreira, são algumas dicas para melhorar a sua postura. Vale pra vida...
2. FALAR EM PÚBLICO - Falar em público é uma ferramenta de trabalho e diferencial para quem deseja liderar grandes equipes. Treine, enfrente o medo, estude técnicas para falar em público, exercite, seja voluntário para apresentações e não fuja demonstrando fraqueza e covardia diante de uma oportunidade de encarar uma plateia.
3. ESCREVA BEM - Uma boa redação também é ferramenta de trabalho para profissionais e empreendedores que crescem e se destacam. Além de transmitir uma boa imagem, ou pelo menos não passar uma imagem negativa com textos pobres e repletos de erros básicos, a aplicação correta da gramática e análises bem feitas no seu texto será sempre um grande diferencial para a sua carreira. Compre uma gramática e estude, faça redações para treinar todos os dias, contrate um profissional para corrigir e aprimorar o seu texto e coloque em prática. Não se acomode ou conte apenas com os textinhos que você fazia na faculdade...
4. FALE INGLÊS E ESPANHOL - Falar espanhol é muito fácil e qualquer pessoa pode aprender sozinho. Compre livros de espanhol, estude a gramática e assista a vídeos em espanhol. É muito simples aprender esta língua que pode ser muito útil para negócios no MERCOSUL. Falar inglês não é diferencial, é obrigação. Quem não fala está se conformando em ficar numa categoria abaixo. Isso porque o mundo fala inglês, porque a língua foi adotada como o idioma comercial. Invista nisso como prioridade e, além dos benefícios profissionais, você terá acesso a muita informação valiosa na internet, vai ouvir músicas e entender o que canta, poderá viajar, conhecer pessoas e desfrutar muito mais de seus passeios no exterior.
Infelizmente, a maioria esmagadora sai de anos sentados no banquinho da escola e da universidade sem dominar esses 4 elementos. Seja como empreendedor, executivo, profissional de saúde, autônomo, político, sacerdote, artista ou atleta, as recomendações acima serão sempre de grande valor para a sua carreira, negócios e acima de tudo para a sua vida.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Em sua carreira, mire o topo!



Algumas pessoas miram muito baixo em suas carreiras. Essa escolha as deixam vulneráveis às transformações do mundo e suas consequências. Para que isso não ocorra com você, mantenha em alta sua motivação para o autodesenvolvimento contínuo. Por vezes, apenas ser um profissional acima da média não é suficiente para manter a empregabilidade, você precisa pertencer à elite de sua profissão. Se possível, ser o número 1.
É ótimo ter emprego e vida confortável, mas, se quiser fazer diferença para si mesmo, sua família, a empresa em que trabalha e o mundo, você deve querer mais que apenas sobreviver: deve pensar em como crescer e amadurecer, para ter maiores responsabilidades e ser capaz de fazer cada vez mais.
Muitos não conseguem chegar a fazer parte do grupo dos melhores de sua profissão porque procuram se auto-orientar. Tentam se desenvolver sozinhos e, mesmo com recursos, não investem o suficiente em suas carreiras para galgar degraus maiores. Campeões olímpicos, como Michael Phelps, não tinham um treino comum. Sua rotina era rigorosa, com muito método e disciplina. Além de sacrifícios que incluíam ignorar datas como Natal e outros feriados. Quer pertencer à elite? Terá de se manter com fome, mesmo já tendo comido muito. O Brasil precisa incentivar mais as pessoas a ir além, a superar seus limites. Ainda temos uma cultura da sobrevivência, isso não é suficiente para desenvolver o País. Mas, para aqueles que desejam ser os melhores, é importante seguir alguns caminhos.
Um primeiro passo importante é descobrir quem são aqueles que estão, ou estiveram, no topo da mesma carreira que a sua. Afinal, se você quiser chegar lá, terá de saber quem precisa superar. Michael Phelps queria superar a marca histórica do nadador americano Mark Spitz, que conquistou sete medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Munique de 1972. Saber tudo sobre quem já chegou ao topo é um passo importante em seu preparo. Qual a história dessas pessoas? Como fizeram? Quem as auxiliou a chegar lá? Além de conhecimento, com certeza, você encontrará muita motivação para seguir em frente.
Outra descoberta fundamental é saber qual é a melhor escola para aprimorar profissionais em sua área de atuação. Procurar os principais cursos nas melhores escolas é um fator de sucesso. Saiba que vivemos em um mundo no qual as pessoas preferem ensinar a aprender. Com isso, tem muita gente ensinando, e é difícil descortinar os melhores professores e coaches em meio a tanto marketing. Por isso, a importância de saber onde eles se encontram. Escolha com o mesmo critério dos profissionais que estão no topo.
O principal motivo de você escolher os melhores professores e coaches é que eles lhe ensinarão o método apropriado de desenvolvimento. Uma falha grande de muitos profissionais é que, ao tentar se auto-orientar, treinam excessivamente, ficam cansados e nunca alcançam a melhor performance. Não é a quantidade de treino que conta, mas a quantidade balanceada entre tempo de treino, descanso e outros fatores que fornecem um equilíbrio de todas as dimensões humanas. Somente o método apropriado permite ao profissional obter o seu melhor, sem causar danos em outras áreas de sua vida, incluindo seu futuro. Afinal, não adianta chegar ao topo para lá ficar somente por pouco tempo, e depois sucumbir ao estresse.
Existe certo tabu no Brasil quanto a ser o melhor. Em outros países, aqueles que estão no topo são admirados, respeitados, estudados e copiados. Aqui se considera que aqueles que chegaram ao topo o fizeram somente por talento, vontade divina ou alguma fraude. É fato que somos frutos de nossa cultura, mas também agentes de sua transformação. Precisamos modificar nossa forma de ver o sucesso. As gerações futuras merecem ser desenvolvidas tendo como modelos aqueles que chegaram ao mais alto nível de suas profissões.

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Como anda o mercado de trabalho?


O que é mercado de trabalho? Por que é tão importante manter-se informado sobre ele? O que ele tem a ver com a escolha profissional? Afinal, como anda o mercado de trabalho em tempos de desemprego?
Mercado de trabalho é a relação entre a oferta de trabalho e a procura de trabalhadores, e o conjunto de pessoas e/ou empresas que em época e lugar determinados, provocam o surgimento e as condições dessa relação.
Ficar atento ao mercado de trabalho é fundamental para quem está pretendendo investir em uma profissão, em uma carreira. Entender o que se busca num profissional atualmente, as novas regras de trabalho, as relações de competição, as exigências da globalização, tudo isso faz parte da compreensão global da expressão “mercado de trabalho” .
A rapidez com que o mundo caminha é tal que parece impossível acompanhar todas as mudanças no mercado. Independentemente da profissão que você escolher, é importante que saiba que hoje em dia o profissional com chance de sobressair é aquele que se mantém atualizado através de leitura de livros, jornais e revistas (cultura geral), que saiba informática, estude línguas inglesa e espanhola, seja uma pessoa dinâmica e aberta ao aprendizado. Esta é a base para um futuro promissor.
O desemprego, a crise econômica atingem a muitos, no entanto, quantas pessoas você conhece que estão empregadas, tendo sucesso em suas profissões, ganhando dinheiro e reconhecimento? Provavelmente conhece várias. Isso ocorre porque essas pessoas não deixaram de acreditar que são capazes, não perderam as esperanças e continuaram investindo. Nem todos os que estão desempregados não investiram em si próprios. É claro que a crise está aí e não dá para ignorá-la, mas o que não pode acontecer é desistir. Com as falências e fechamentos de empresas, trabalhadores ficaram desempregados. Muitos ainda estão assim, outros foram à luta e conseguiram, apesar das dificuldades, descobrir novos mercados. A criatividade, aliada a ação, resultou em emprego. Isso é possível!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Coaching Prático


Coaching é uma parceria entre o coach e o coachee (liderado, cliente). Na essência o que o coaching faz é ajudar as pessoas a pensar e para isso o coach precisa saber, muito bem, fazer as perguntas certas nos momentos certos. A função é extrair as melhores respostas, melhorando aqueles recursos que já estão nas mentes dos liderados, dos clientes (seu conhecimento) alimentando a criatividade.

Ele não está restrito apenas às competências técnicas ou capacidades específicas, das quais um bom programa de treinamento poderia dar conta perfeitamente. Coaching é mais do que treinamento, o coach permanece com a pessoa até o momento em que ela atingir o resultado. É dar poder para que a pessoa produza, para que suas intenções se transformem em ações que, por sua vez, se traduzam em resultados.

Na relação com o cliente, o coach deve:

1. Estimulá-lo a identificar seus valores essenciais e a expressá-los, desenvolvendo uma postura de integridade pessoal;
2. Desafiá-lo a "sonhar acordado", a criar para si mesmo uma visão de futuro que o entusiasme e que utilize ao máximo a sua energia criadora.

O Coaching é comprometimento, determinação, é emoção, o coach e seu cliente devem se conhecer muito bem, devem se envolver no processo, conversando franca e abertamente sobre seus valores, padrões de comportamento, sucesso e fracassos. Conhecendo seu cliente, o coach poderá identificar melhor em que ponto ele precisa ser trabalhado. Conhecendo melhor o coach, o cliente poderá extrair ao máximo sua experiência e conhecimentos técnicos. É uma via de mão dupla.

O coach é líder, mas nem todo o líder é coach, o coach não é mentor, não tem as respostas, não apresenta soluções, ele faz as perguntas certas, as intervenções necessárias, mas é o cliente que deve tirar suas conclusões, que deve procurar as respostas, que deve procurar o auto-conhecimento.

A trajetória profissional do cliente é como uma estrada, ele está em um determinado local hoje e seu objetivo é, no futuro, chegar em outro local onde ele planejou ir, ou seja, conseguir aquilo que almeja para sua vida (tanto pessoal quanto profissional). O coaching seria como a sinalização, as placas de transito, as faixas duplas e/ou continua, aqueles sinais que servem de alerta para que o cliente não desvie de seu caminho, não perca o rumo, o foco. O que interessa é saber que há um ponto de chegada e ter a certeza de que se vai chegar lá, e muito bem.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Comunicação Eficiente


A boa comunicação está entre as competências primordiais para um profissional que almeja o sucesso na carreira que escolheu, seja ela qual for. Comunicar é a habilidade de externalizar informações, emoções, opiniões e qualquer tipo de conhecimento de um indivíduo para outro. A boa comunicação está na base de qualquer relacionamento humano e, na esfera profissional, não poderia ser diferente. Quanto maior for o entendimento entre as pessoas, maior será o bem-estar existente entre os interlocutores e mais produtiva e eficiente será sua convivência.
Para o profissional que busca destaque e reconhecimento em um mercado cada dia mais voraz e competitivo, a boa comunicação deixa de ser pré-requisito para tornar-se essencial.
Algumas dicas são fundamentais àqueles que desejam se comunicar com clareza e excelência. Para qualquer tipo de comunicação, a primeira regra é organizar o raciocínio antes de falar ou escrever. No mundo corporativo, a boa comunicação está intimamente ligada à quantidade e qualidade do tempo despendido para captar uma informação!
Em uma apresentação oral, por exemplo, fazer pausas ao final de cada informação e repetir as informações mais importantes são boas dicas para garantir um excelente entendimento do que é transmitido. A postura do comunicador também é essencial enquanto ele se apresenta. Para quem o observa, cerca de 55% da mensagem são enviados pela linguagem corporal, contra 38% do tom de voz e 7% do que é realmente dito.
Já na comunicação escrita, tornam-se fundamentais a clareza, a objetividade e a coerência. Quanto mais amplo e abrangente for o vocabulário de um profissional, mais desenvolta e segura será sua comunicação. Daí a importância da leitura também na formação profissional.
Ao concluir um texto escrito, vale a pena voltar ao início e fazer uma revisão. Atente para o uso das palavras e analise se foram bem utilizadas. Verifique a pontuação e elimine qualquer possibilidade de frases ambíguas. Veja se regras de regência, concordância e colocação pronominal foram respeitadas. Por último, elimine os erros de digitação.
Entre os enganos clássicos que destroem a comunicação de um profissional dentro da empresa estão a troca de sujeito de primeira pessoa do singular pela do plural, mistura de interlocutores, repetição de palavras, queísmos e gerundismos. A falta de ligação entre as ideias, parágrafos muitos longos, palavras negativas, gírias e abreviações também são erros graves, que devem ser evitados. Deixe as gírias para momentos de lazer. Na empresa, preze pela grafia correta das palavras.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Cinco dicas para o bom networking


Networking é uma palavra que foi se incorporando ao cotidiano profissional e logo se tornou símbolo de reconhecimento e prestígio. Por trás da expressão há muito mais do que um simples significado de rede de relacionamentos.
Ter uma boa rede de contatos é fundamental para a vida profissional e social. Quanto maior e mais qualificada mais chances de você ter relações positivas e produtivas. O ser humano é essencialmente social, ou seja, tem hábitos de convívio com outras pessoas. Se pudermos tirar proveito disto melhor.
Há algumas ações importantes que diferenciam os que fazem networking daqueles que se tornam chatos e oportunistas. Segue abaixo cinco dicas para fazer um bom networking.
1. Identifique sua rede – quem são seus amigos, conhecidos, contatos etc? Procure diferenciar as pessoas que conhece por categorias para facilitar a organização de sua rede de contatos. Uma das formas mais simples é fazer uma lista de pessoas e classificar conforme categorias definidas por você: negócios, família, amigos, faculdade, esportes etc.
2. Mantenha contato – uma das estratégias mais simples e importantes é manter contato com seus amigos e conhecidos com regularidade. Existem pessoas que passam anos sem falar com amigos e quando surge uma necessidade pessoal surgem do nada. Quanto maior o distanciamento menor a chance das pessoas lembrarem de você e, principalmente, prestarem qualquer auxílio. Porém, o cuidado básico é não exagerar.
3. Participe de eventos – quanto mais você estiver presente em eventos importantes mais as pessoas saberão sobre você. Novamente o cuidado é para não exagerar e se tornar figurinha fácil. Aquele que todo mundo sabe que vai encontrar em todos os lugares. Faça escolhas.
4. Use a tecnologia – hoje em dia as redes sociais virtuais estão se tornando grandes aliadas para o networking. Conheça e participe destas redes: orkut, via6, linkedin, dihitt, twitter etc. Cuidado para não ficar viciado e esquecer que o mais importante ainda é o contato pessoal.
5. Crie uma rotina – estabeleça padrões e critérios para os contatos profissionais. Marque um dia da semana ou período para fazer contatos com pessoas estratégicas. No campo pessoal o mais importante é lembrar que os amigos gostam de receber um telefonema, torpedo, e-mail ou visita. Diversifique e não “alugue” uma única pessoa.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O mercado de trabalho e a sociedade atual


O trabalho existe desde a antiguidade onde as pessoas trabalhavam para sobreviver, a necessidade de comer, de ter onde dormir era o que determinava a necessidade de trabalhar. Hoje em dia graças a evolução humana e tecnológica, as características do trabalho mudou,assim como a visão do empregador e as chances de quem está a procura de um trabalho.

As pessoas atualmente têm melhores e maiores chances de encontrar um bom trabalho, diferentemente de antigamente onde não existiam muitas opções. Hoje temos um mercado de trabalho altamente competitivo e que busca não somente por um funcionário e sim por pessoas que estejam realmente dispostas a aprender,a crescer e a se qualificar.

A sociedade atual busca por pessoas pró-ativas, que tenham boa vontade, disponibilidade e queiram de fato um bom trabalho. Os funcionários que se sobressaem hoje no mercado de trabalho são aqueles que querem trabalhar e não apenas aqueles que precisam,quem somente precisa estaciona. Pará no tempo, se contenta com aquilo o qual lhe é imposto e nada mais.

Quem quer trabalhar surpreende, aprende sempre, se prontifica, se torna melhor a cada dia. O trabalho dignifica o homem e é essencial para o bom funcionamento da sociedade,pois é ele quem influencia diretamente os processos de mudanças e evolução da sociedade atual.

O conceito, a classificação e o valor atribuído ao trabalho são e sempre serão meras questões culturais, por exemplo: Uma empresa de sucesso, não é aquela que produz mais ou possui uma melhor localização. Mas sim aquela que incentiva, investe no funcionário. Funcionários bons, são funcionários motivados, valorizados não somente como uma força bruta e sim humanamente falando.

A sociedade atual busca não somente por uma melhora na qualificação de mão de obra, mas por parcerias que acrescentem, por pessoas com boas idéias, que saibam ouvir e não somente mandar, por uma melhora no convívio social e no trato que temos com relação às pessoas ao nosso redor.

O mundo precisa de pessoas que entendam de gente e de sentimentos e não somente de teorias, teorias permeiam o hoje, mas uma pessoa motivada é o futuro do nosso amanhã. Um bom trabalho é aquele o qual desempenhamos com prazer,é preciso gostar do que se faz, para só assim um dia saber fazer e crescer.

A tendência do mercado de trabalho não é somente a terceirização de setores, mas também a busca por funcionários que sejam comprometidos e multifuncionais aumentou muito. O que tem dado o que falar, porém a questão maior é em meio a tantas mudanças, progresso e tecnologia, porque ainda sim muitas pessoas insistem em não se aperfeiçoar?

Sendo que existem meios os quais são pagos e outros não, a acessibilidade, assim como a oportunidade está ai para todos, mas será que todos de fato buscam por ela? O emprego que as pessoas procuram não existe mais, não tem como ganhar bem, sem que façamos esforço.

O mérito das pessoas está diretamente ligado a mão de obra e a força a qual se despende para que consigamos evoluir profissionalmente, não existe e nunca existirão pessoas de sucesso que tenham pouco ou quase nada trabalhado. O crescimento profissional é um trabalho de formiguinha, onde pacientemente se acrescenta algo ao seu conhecimento e função.

Um novo período da história está se esboçando, é o período os quais as pessoas têm que ir a “Luta”, batalhar pelo melhor e dar de si o seu melhor. É importante que não somente o mercado de trabalho, mas também a sociedade atual estejam interligados afim de que juntos possam melhorar o funcionamento humano, criar novas estruturas e ser fator determinante no quesito melhoramento da sociedade atual, para que aqueles que estão por vir estejam cientes de que o mercado de trabalho é competitivo sim, mas é preciso antes saber onde se quer chegar, para só assim chegar bem.

É a vontade que diferencia o ser humano e não o que ele possui e quando se tem vontade, as coisas passam acontecer na medida em que acreditamos e apostamos nelas.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Por que planejar a carreira?


Em qualquer mercado de trabalho no mundo, sempre serão escassos os profissionais de sucesso. Existem poucos profissionais que realmente têm encontro com êxito em suas vidas.

O interessante é que sucesso, êxito, triunfo não podem ser comprados. Não existem lugares específicos onde encontrar estes objetivos. Entretanto, podemos afirmar que o teu sucesso depende muito mais de você mesmo do que você pensa. É claro que em um mercado de trabalho como o nosso, onde o próprio emprego já é um elemento escasso, muito mais necessário se torna adquirir aquele “plus”, aquele “algo mais” para encarar com mais confiança, fé e compromisso este mercado de trabalho tão arredio.

Os recursos são escassos, logo, precisamos maximizar seu uso para atingir os objetivos propostos. A melhor maneira de fazer isso é planejando. Gostamos de planejar as férias. Gostamos (ou precisamos) de planejar as finanças. Gostamos de planejar até o tamanho das nossas famílias...

Precisamos urgentemente aprender a gostar de planejar aquilo que permitirá que as demais coisas citadas anteriormente efetivamente aconteçam: as carreiras, as profissões e os meios de produção.

É claro que existem variáveis sobre as quais não possuímos nenhum controle. As imprevisibilidades da vida, a temporalidade das carreiras e profissões, a volatilidade dos negócios, dos mercados e das tecnologias neste mundo moderno (ou já será pós-moderno?) deixam muita pouca margem de planejamento possível.

Mas sempre poderemos nos preparar melhor para “os tempos piores”. E quem se prepara com antecedência, terá a satisfação de perceber que aqueles tempos piores para muitos, não são tão ruins assim para quem teve vontade de vencer... E mais, teve compromisso com esta vontade.

A todos é feita a exigência de um planejamento a curto, médio e longo prazo. Quem não planejar se dará mal. Quem pouco planejar, pouco competitivo será. Quem se esmerar no planejamento, terá realmente maiores possibilidades de atingir o sucesso profissional.

Não dar importância ao planejamento, demorar em sua elaboração e adiar sua implementação é como “dar um tiro no pé”.

As melhores colocações serão automaticamente daqueles que melhor se preparam para elas, e isto exige planejamento. Demore um pouco mais para elaborar o seu planejamento, a concorrência agradece.

Espere o melhor momento para por o teu planejamento em execução, provavelmente hoje, agora e já é o melhor momento para aquele que irá preencher a tua vaga naquela empresa ou atividade.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Evoluir é fundamental para sobreviver na carreira



A natureza sofreu, ao longo desses 4,5 bilhões de anos, que é a idade da Terra, uma imensa quantidade de mudanças. Até hoje as observamos. Mudanças climáticas, acomodação das placas da crosta terrestre, temperaturas aumentando em alguns lugares e diminuindo em outros, alterações na vegetação, florestas que viraram desertos, orlas que se transformaram em montanhas. O processo continua. Não acabou, não.

E os animais, como ficaram nessa história? Bem, aqueles que, por acaso, eram possuidores de uma estrutura genética que lhes permitiu sobreviver à mudança permaneceram. Os que não tinham essa possibilidade, azar deles, desapareceram. E foram a maioria.

Daí para frente, a estrutura orgânica que permitiu a sobrevivência de alguns foi repassada para os descendentes, e logo todos tinham essa característica. A essa incorporação de vantagens competitivas, Darwin chamou de evolucionismo.

Ora, as empresas e os profissionais também vivem em um ecossistema altamente mutante: o mercado. E todos os dias ele apresenta novidades. Novas técnicas e tecnologias, novas exigências do consumidor e, o mais grave, novos concorrentes. Nesse cenário, a empresa que não evoluir desaparecerá — é a lei da vida. Às vezes não deixa nem pegadas.

Entretanto, há uma diferença entre o evolucionismo da natureza e o das empresas. Na natureza o evolucionismo deriva da necessidade de sobrevivência e do acaso da recombinação genética. No caso da sociedade humana e suas partes — a empresa é uma dessas partes —, o evolucionismo tem de derivar da decisão (e não apenas da necessidade) e da inteligência (nunca do acaso).

Evoluir significa aprimorar o que se faz, mas também quer dizer estar atento para fazer coisas novas. Ninguém sabe hoje quem fazia a melhor máquina de escrever, o carburador mais perfeito, o melhor bico de gás para iluminação pública.

Para quê? Esses objetos que foram muito úteis no passado foram substituídos por novidades tecnológicas muito mais avançadas. São apenas três exemplos, mas há milhares de outros, e não só na tecnologia, também nos serviços e na gestão.

A lição que fica é: evoluir é fundamental à sobrevivência. Parece difícil? Pode ser, mas é necessário que se compreenda esse princípio. Quem não evolui está fora do jogo. Os dinossauros corporativos tendem a desaparecer.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

O poder das palavras na carreira profissional



Já dizia aquele ditado popular: "quem não se comunica, se trombica!". Hoje, mais do nunca, quem não sabe se comunicar, mais do que se complicar, pode perder chances preciosas de arrumar um ótimo emprego. Os especialistas são unânimes em dizer que uma boa expressão, um bom texto e uma boa capacidade de se relacionar são fatores chaves para o começo de uma carreira promissora.

Em plena era dos e-mails e da comunicação virtual, saber escrever, mais do mostrar inteligência, pode fazer toda a diferença dentro da sua empresa, perante seu chefe. Uma boa notícia para aqueles que têm dificuldade de se expressar é que falar e escrever bem não é uma questão de dom, requer apenas estudo e prática.

O pânico que algumas pessoas têm de falar em público ou escrever uma carta de apresentação se deve ao fato de que essas atitudes demonstram uma exposição: do outro lado, há alguém julgando e analisando seu comportamento, sua capacidade e sua competência.

Algumas dicas ajudam na preparação de um bom texto e de uma boa apresentação e, além disso, dão mais confiança na hora da entrevista. A primeira delas é preparar um roteiro claro e persuasivo. Qual a idéia central do que se pretende passar? Tomar cuidado com a linguagem empregada e com as regras gramaticais e evitar repetições e vícios como "coisa", "né", "tá", são fundamentais para o texto fluir.

A segunda dica é deixar o texto atraente: utilize argumentos e ganchos, coloque uma saudação e revise antes de mandar. A apresentação também é muito importante: use marcadores, numere e abra parágrafos, para facilitar a leitura.

Por último, a dica mais importante: desenvolva o hábito da leitura. Quem ler, acaba naturalmente escrevendo bem. Não precisa ser um exímio escritor e um orador eloqüente, o que vale é saber se diferenciar dos outros em uma entrevista de emprego. Ou você tem dúvidas de quem levará a melhor em uma pré-seleção: quem escreveu o currículo com cuidado e habilidade ou quem não teve capacidade e competência lingüística para tal?

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Como identificar que está recebendo um bom Coaching



O coaching é uma das melhores formas de desenvolvimento profissional que existem. Ainda assim, muita gente duvida dessa modalidade de treinamento pessoal. Isso ocorre porque as pessoas ou desconhecem o processo ou passaram por uma experiência ruim com um picareta. Afinal, esse mercado se tornou um filão lucrativo, atraindo muita gente despreparada para atuar como coach. Mas como saber se você está diante de um bom orientador?

Sensação de descoberta

Uma forma de saber se você está diante de um bom coach é notar se ele faz perguntas e dá feedback. Existe, porém, algo além disso. O processo pode ser doloroso ou motivador: quando é motivador é coaching, quando é doloroso é só enganação. O coaching é motivador porque o cliente descobre possibilidades onde antes só enxergava velhas soluções, e isso traz uma agradável sensação de realização. Mas como isso funciona?

Na verdade, todos os que já experimentaram essa sensação de descoberta já sabem a resposta de forma intuitiva desde a escola. Naquela época, ao ajudar um colega com uma matéria, descobrimos que sabíamos mais do que pensávamos saber, pois o ato de transformar pensamentos em linguagem nos faz “reinventar” o que já sabemos. O mesmo ocorre em um processo de coaching. Mas isso acontece com todos ou só é bom para alguns?

Processo livre

O coaching é uma escolha, pois o processo de reflexão e de transformação precisa ser livre, e não submisso. No caso de processos de coaching organizados pelas empresas, o patrocinador deve ficar atento se o executivo está passando pelo processo realmente por livre escolha ou se está se submetendo com receio de ficar “mal na foto”. No caso de o processo ser por livre escolha, os resultados podem ser inúmeros, desde o aumento de autonomia, passando pelo desenvolvimento de competências até a reinvenção do profissional. Tudo depende de até onde vai a vontade de se aprimorar.

Ferramenta e feedback: ruim

O que vem acontecendo no mercado é o que chamo de “uma ferramenta e umas feedbecadas”. O processo começa com a aplicação de uma ferramenta de análise de perfil seguida de poucas reuniões de feedback. Um coach recém-formado facilmente vende o processo, que é barato para a empresa, aparentemente, e seguro para o coach, porque o receio de estar frente a frente com o cliente e não saber o que dizer ou fazer fica camuflado pelo uso do relatório, que promete avisar ao cliente em que ele precisa ser corrigido. A falácia é: se a emenda não vem, o problema é o relatório ou o cliente que não soube aproveitar o processo, e não o coach. Os executivos que passam por essa “feedbecada” não mudam.

É roubada quando...

O processo é pré-formatado, por exemplo, com 12 sessões predefinidas e cada uma abordar um assunto. Ora, é impossível formatar um processo de desenvolvimento de pessoas de maneira rígida e inflexível. O resultado é que geralmente após os encontros o coach vai embora e o coachee volta ao que era antes. Isso ocorre porque o coach se arvorou a conhecer qual o melhor processo de desenvolvimento para o cliente e, assim, traiu a principal premissa do coaching que é “só o cliente sabe o que é melhor para ele”.

Como escolher o coach

Se você está buscando um coach, preste atenção à formação dele. Saiba, porém, que só ela não é suficiente. Entreviste o coach e pergunte quem foi o supervisor dele e quem foi seu coach. Se ele nunca “precisou” de um coach, cuidado. Será que ele pensa que só precisa de coaching quem tem problemas e, portanto, ele, coach, não precisa? Fique atento, pois esse não é o profissional que você procura.

O que ele deve saber

Um coach não precisa ser um especialista, só precisa conhecer a técnica e suas limitações. Ele não precisa conhecer o negócio, nem o segmento no qual a empresa atua, mas precisa distinguir culturas organizacionais e entender que nem tudo que é bom para o varejo é bom, por exemplo, para o executivo de óleo e gás.

Só para problemáticos?

Coaching não é para os problemáticos, pelo contrário. É realmente voltado a quem quer ir além do que é esperado dele, pois sente que tem potencial para se desenvolver. É verdade que algumas vezes, apesar do coachee querer muito, o clima na organização não o deixa seguro com relação à confidencialidade do processo, acreditando que o que for dito para o coach vá chegar ao conhecimento do chefe, que passam o processo todo fazendo teatro. Por isso, é importante que a empresa informe ao coach os resultados que vêm sendo alcançados, pois fazer teatro o tempo todo é impossível.

Peça uma demonstração

Outra forma de distinguir um bom coach de um ruim é solicitar referências e uma demonstração. Até o RH que está contratando coaches para os executivos de sua empresa deve solicitar uma demonstração. Se ao fim da conversa perceber que descobriu uma resposta de valor, que não foi um conselho (o que seria consultoria) nem um ensinamento (o que seria mentoring) do coach, então pode contratar o profissional para a empresa. O coach não precisa conhecer o negócio, mas precisa conhecer a técnica e suas limitações e distinguir culturas empresariais diferentes

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Satisfação no trabalho: Questão estratégica para as organizações



Os itens remuneração e os benefícios deixaram de exercer um papel determinante para que um executivo decida aceitar uma nova proposta de emprego. Claro que todos nós buscamos, no mínimo, manter o padrão de vida conquistado, e, se possível, alcançar outro patamar através de um salário mais robusto. Contudo, definitivamente, este não é o fator mais importante para que um funcionário se sinta feliz e realizado no trabalho.

Diversas teorias correlacionam salário e felicidade, e especulam sobre a possibilidade do dinheiro estar perdendo a importância numa tomada de decisão profissional, em detrimento de conceitos mais complexos como propósito e realização. Hoje em dia os empresários têm consciência da importância de “gerenciar a felicidade” de seus funcionários.

É evidente que um funcionário motivado, que se sente reconhecido pelos superiores e consciente de estar utilizando sua capacidade na plenitude, vai se sentir mais realizado e feliz. Essa sensação fará com que ele tenha uma melhor produtividade, e é este engajamento que os líderes buscam em seus funcionários.

Na prática parece simples, mas como integrar equipes tão distintas em processos de fusão e aquisição, por exemplo? Como combinar o melhor de uma cultura de empresa de dono, na qual a figura do empreendedor é muito presente? Como motivar diferentes gerações dentro de uma mesma organização e como identificar as motivações mais relevantes para cada grupo de empregados?

Para os líderes, fica o desafio de acertar nestas escolhas, garantindo que seus funcionários encontrem um significado maior em suas funções e se sintam felizes e recompensados. Assim, haverá um forte envolvimento emocional dos colaboradores com a empresa.

Lembro de um caso de um profissional, mas que deixou claro desde o inicio que estava muito bem na sua empresa atual e que não pretendia assumir outro desafio naquele momento. Contudo, no decorrer da conversa, ao conhecer mais sobre a cultura, valores e estratégia de crescimento do nosso cliente, ficou curioso e concordou em ter uma conversa informal com ele.

O processo evoluiu lentamente e foram necessárias oito entrevistas até o candidato se sentir plenamente confortável para assumir este novo desafio. Hoje, depois de alguns anos nesta nova organização, este profissional está feliz e convicto de ter tomado a melhor decisão.

Em outra oportunidade o candidato tinha duas boas ofertas nas mãos e decidiu aceitar a mais vantajosa do ponto de vista financeiro. Embora muito empolgado com os desafios propostos pelo nosso cliente, optou pela outra proposta. Hoje, depois de alguns meses nesta organização, está disposto a reconsiderar e voltar atrás em sua decisão. Não está se sentindo plenamente feliz e realizado e não está se adaptando a cultura organização, apesar da remuneração bastante interessante. Embora a remuneração tenha exercido um papel preponderante no momento do candidato aceitar a proposta, ela não está sendo suficiente para retê-lo.

Como consultora, sei da minha grande responsabilidade ao conduzir um recrutamento para uma grande empresa cliente. Preciso conhecer muito bem a cultura e os valores desta empresa, para minimizar uma possibilidade de erro e identificar os recursos mais adequados àquela organização. Por outro lado, se pudesse dar um conselho aos executivos que estão buscando uma nova colocação, diria para serem muito transparentes e sinceros durante o processo seletivo.

Digo isso porque muitos profissionais valorizam suas qualidades e não expõem suas fraquezas durante um processo seletivo, acreditando que desta forma serão aprovados. Pelo contrário, percebemos claramente que este profissional não está sendo sincero e que está supervalorizando algumas competências.

Para dar um simples exemplo, lembro de um caso em que o executivo mencionou suas realizações sempre na primeira pessoa – Eu fiz, eu conduzi, eu realizei, etc, o que demonstra pouco espírito de equipe ou pouca importância para a equipe.

Além do mais, quanto mais profundamente conhecemos um candidato, maior a chance de recomendá-lo para projetos realmente desafiadores e que tenham maiores chances de fazê-lo feliz no ambiente corporativo.

terça-feira, 1 de outubro de 2013

A importância da gestão do conhecimento



De tempos em tempos, mudanças sensíveis na cultura empresarial acontecem e causam impactos diretos nos negócios. Foi-se o tempo em que apenas equipamentos e atividades operacionais geravam lucratividade para as organizações. Hoje, o olhar empresarial também está voltado para o capital intelectual, ou seja, para as pessoas.

A importância dada a elas - suas capacidades criativas, motivações, competências e conhecimentos - é sentida como um diferencial e uma oportunidade para as empresas crescerem mais.

Dar maior importância às pessoas do que aos bens tangíveis torna-se uma tendência porque são elas que detém os conhecimentos mais valiosos sobre como atingir melhores resultados, como diagnosticar problemas e otimizar processos internos, enquanto os equipamentos usados nas operações são meros coadjuvantes para tal fim.

A maneira de aproveitar melhor o conhecimento desses colaboradores é praticar a gestão do conhecimento, que nada mais é do que estimular e facilitar a troca, e o uso e a criação de conhecimento em toda a empresa. Com a gestão do conhecimento, as pessoas são incentivadas a compartilhar aquilo que sabem, de forma a criar um ambiente de trabalho no qual toda experiência válida pode ser acessada pelos outros colaboradores e aplicada em suas atividades a fim de elevar a produtividade da companhia.

Falando em conhecimentos, há dois tipos básicos que podem ser aplicados pelo ser humano: o explícito e o tácito. O conhecimento explícito é o mais fácil de ser colocado em palavras, registrado e documentado. É facilmente adquirido por meio da leitura de manuais, livros e artigos, por exemplo. Quando falamos das funcionalidades de um sistema, ou das etapas de um processo produtivo, tratamos do conhecimento explícito.

O segundo tipo - o tácito - é o mais difícil de ser colocado em palavras e é adquirido apenas com a prática. O conhecimento tácito é aquele que só conseguirmos mostrar ao usar. Um líder gerindo sua equipe, um médico realizando um diagnóstico ou vendedor fechando uma venda difícil, são exemplos desse tipo de conhecimento. É difícil de explicar e só se aprende com a experiência, com a vivência.

Para as empresas, a gestão do conhecimento pode ser de grande valia, pois contribui para a geração de valor, otimização das operações e para melhora do atendimento ao cliente final. Por isso deve ser aplicado nas empresas. Uma vez disseminado, o conhecimento pode ser retido por outros colaboradores, a fim de gerar resultados sempre superiores aos do passado.

Um dos desafios para as empresas atualmente é aplicar a gestão do conhecimento de forma alinhada aos negócios, orientada para os objetivos estratégicos da empresa. Não adianta implantar a gestão do conhecimento sem pensar em quais resultados se quer atingir. Caso contrário, a gestão do conhecimento gera pouco impacto.