quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Deslizes na entrevista de emprego


A ânsia por convencer o recrutador de que você é o candidato ideal para ocupar a vaga de emprego disponível, muitas vezes, leva você a pecar pelo excesso. Quando não, você opta por se comportar de maneira contida, e deixa de mostrar as competências e habilidades essenciais ao cargo. Resultado: é eliminado por falta de iniciativa.

1. Falar muito ou pouco
O correto é responder a pergunta do recrutador com objetividade. Falar demais torna a entrevista cansativa e você corre o risco de ser prolixo, característica condenada pelos selecionadores. Ser monossilábico também atrapalha. É preciso esclarecer como você lida com situações do dia a dia e os resultados alcançados nas experiências profissionais anteriores ou atual.

2. Usar roupas inadequadas
Mulheres com trajes muito decotados, apertados ou saias curtas correm o risco de chamar a atenção mais para si do que para o conteúdo. Maquiagem carregada ou acessórios chamativos também não combina para a ocasião. Para os homens a recomendação é não deixar a barba por fazer, cuidar do cabelo e não ir à entrevista de roupa esportiva. “Vá de social”.

3. Chegar atrasado
É necessário se programar para não chegar à entrevista após o horário combinado. “O gestor da área ou a consultoria disponibilizou um horário para você. Chegue com antecedência, pois o atraso desqualifica o profissional”.

4. Supervalorizar-se
No cara a cara com o recrutador o candidato expõe suas competências de maneira exagerada acreditando, assim, impressionar o entrevistador. A atitude não é bem-vista. “Alguns candidatos querem mostrar que sabem fazer tudo, já aprenderam tudo e não há nada mais a aprender.”

5. Responder algo que não foi perguntado
Caso não compreenda a pergunta do recrutador seja honesto e peça para repetir a questão. “Divagar sobre algo que não tenha sido questionado também é uma falha que não deve ser cometida. É preciso atenção”.

6. Gesticular exageradamente
Alguns gestos tiram o foco do recrutador para o que você diz. O jeito de sentar também revela muito sobre você. Uma postura inadequada pode mostrar desinteresse pela vaga de emprego.

7. Mentir na entrevista
O recrutador é minucioso ao checar o histórico profissional do candidato. “Qualquer estranheza é motivo para investigar melhor a vida do candidato. Muitas vezes ele cai em contradição, o que acaba queimando a oportunidade dele no processo.”

8. Falar mal da empresa anterior
Reclamar de empresas anteriores na entrevista não pega bem. “É de lá que vem suas referências profissionais, foi lá que você construiu sua carreira. Falar mal leva o entrevistador a pensar duas vezes antes de contratar você”. Todavia, o candidato não deve inventar o motivo de saída dos seus empregos. “Mantenha o jogo aberto”. Com profissionalismo, é claro.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Quer ser um profissional bem-sucedido? Saiba administrar melhor o tempo


No ambiente de trabalho é fácil perceber a diferença entre o indivíduo que “usa” o tempo e aquele que sabe aproveitar da melhor forma o momento que tem. Quem o usa geralmente trabalha bastante, por isso a qualidade de vida e de suas relações costuma ser muito diferente daquele que sabe aproveitar o tempo. Este tem uma vida equilibrada e atinge os resultados de uma maneira mais feliz.

Tempo não está relacionado com quantidade, mas com qualidade: “O tempo, portanto, não é o espaço percorrido pelos ponteiros do relógio, mas a forma como vivemos esse espaço”. Dedicar-se demasiadamente ao trabalho não é garantia de sucesso, já que a excelência na vida profissional depende de uma boa noite de sono, alimentação balanceada, atividade física regular, estudo e relações estáveis:

“O Google, por exemplo, inverteu a lógica do tempo. A empresa não contabiliza o tempo, mas os talentos. E apresenta ótimos resultados. Não por acaso, a companhia está entre as dez maiores do mundo. Talvez essas coisas estejam intimamente ligadas. Para ter boas ideias, o profissional também precisa relaxar”.

Reféns do tempo?
É a cultura, e não necessariamente os ponteiros do relógio, que estabelece a forma como devemos administrar o tempo. “Cuidado para não escolher o modelo de tempo que a cultura privilegia, mas que não tem nada a ver com os seus propósitos”.

A orientação é rever diariamente e atualizar constantemente a maneira como você utiliza o seu tempo, a fim de tomar a direção pessoal e profissional em conformidade com os seus interesses.

O sucesso na vida e no trabalho depende de uma mudança de paradigma sobre o conceito de tempo: “Há tribos que têm uma relação com o tempo muito positiva, pois respeitam as épocas, o ciclo da lua. Assim como alguns agricultores que sabem que há tempo para plantar e para colher. Mas o que ocorre em nossa sociedade é uma inversão de valores no que tange o conceito de tempo”. Não importa qual seja a área de atuação ou a função que o indivíduo ocupa na empresa, ser senhor ou escravo do tempo é uma decisão pessoal.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Competências Extras



Durante anos o diploma de curso superior foi considerado como garantia de emprego, tanto pelos empregadores quanto pelos jovens que buscavam se inserir no mercado de trabalho. O grau de conhecimento apreendido e adquirido na faculdade determinava quem estava mais apto a desenvolver os trabalhos com maior competência.

Entretanto, o conhecimento específico na área de atuação não se mostra suficiente na era da informação, que exige profissionais cada vez mais atentos às mudanças que ocorrem no mundo e que saibam aplicar todo e qualquer tipo de conhecimento em benefício da empresa.

O interesse em adquirir uma cultura geral, a realização de trabalhos filantrópicos, de responsabilidade social, entre outros, são algumas das atividades que ultrapassam os limites da área de atuação da empresa e que colaboram para uma formação completa do indivíduo tanto na vida profissional quanto na vida pessoal e social.

Habilidades de comunicação, de informática e de línguas estrangeiras continuam sendo indispensáveis para formar um bom currículo, entretanto, “o contratante busca encontrar um profissional que possa traduzir em resultados e experiências, as atividades de enriquecimento curricular e tudo aquilo que lhe foi apresentado como qualificador”.

Integrar com atividades artísticas em seu cotidiano, seja na música ou no teatro, proporciona uma série de elementos favoráveis para o desenvolvimento de competências que o mundo do trabalho exige nos dias de hoje. “A participação em um coral, por exemplo, é uma atividade coletiva em que um indivíduo só exerce a sua função com a participação do outro.

Mais do que suprir as necessidades das empresas, estas buscam os melhores perfis que possam realizar o trabalho com competência e ainda oferecer algum tipo de adicional positivo no resultado. É importante que os candidatos a uma vaga no mercado de trabalho tenham uma formação que transcenda os limites acadêmicos.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Imagem é sua marca profissional


A primeira impressão é a que fica? No universo corporativo sim e pode garantir uma vaga no mercado de trabalho ou o fechamento de um contrato. Especialistas em etiqueta empresarial afirmam que nem sempre o profissional terá uma segunda chance para esclarecer um equívoco. Por isso, vista-se e comporte-se de forma adequada na esfera profissional, afinal, no ambiente de trabalho, você está vendendo a sua imagem e a da empresa.

“Você pode ser descontraído, não precisa ser formal ou engessado, mas é importante que se atente às regras da polidez”.

No ambiente de trabalho a etiqueta ganha mais importância com a reorganização dos espaços, cuja ideia é permitir que profissionais trabalhem na mesma sala para proporcionar um ambiente mais participativo e colaborativo na criação e inovação de produtos e serviços.

“É gratificante e até mais produtivo trabalhar com alguém que não fale muito alto, não seja invasivo, deixa o celular no silencioso e sabe usar de forma adequada os espaços coletivos como o banheiro e a copa”. “Trabalhar ao lado de uma pessoa com posturas inadequadas interfere negativamente na produtividade da equipe”.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Reflexão Profissional


Fazer uma reflexão profissional é um passo determinante para avançar na carreira, já que é uma oportunidade de avaliar que passos devem mudar de rota e que caminhos deram certo.

No início do ano, todo profissional faça um plano com objetivos bem definidos para os próximos meses que virão, contemplando os projetos que quer concretizar, que tipo de aprimoramento pretende fazer, que avanço profissional gostaria de ter, etc. O balanço deve envolver, ainda, uma contabilização do que foi positivo e do que foi negativo, avaliando os resultados alcançados e as oportunidades que geraram desenvolvimento e melhoria para sua carreira.

Elaboramos um “guia” para orientar os profissionais nessa avaliação, reunindo quatro questões que devem ser revisitadas regularmente para avaliação da carreira profissional. A reflexão para elaboração das respostas prepara o profissional para a adoção de ações que contribuam para o seu desenvolvimento.

1- Você sabe qual é a sua contribuição?
Mantenha uma visibilidade positiva para que os principais líderes da sua organização saibam quem você é e como contribui para a empresa. Criar resultados é a estratégia de carreira mais importante. Mantenha padrões de alto desempenho e contribua positivamente de forma consistente.

2- Você seria um candidato ideal caso se candidatasse à sua vaga hoje?
Avalie se você conseguiria conquistar a sua vaga se ela estivesse em aberto. Quantifique e qualifique todas as suas realizações, tanto no trabalho quanto fora dele. Familiarize-se com as tendências do setor, os valores de salário, o seu valor de mercado e estabeleça relacionamentos fortes com as lideranças da empresa e profissionais da sua área que inspirem a sua admiração.

3- Se o seu cargo desaparecesse amanhã, você teria um plano de carreira?
Mantenha-se ativo com a sua rede de conhecidos e mantenha um currículo atualizado. Saiba quais são as suas chances e o valor que você traz para uma empresa, incluindo a sua empresa atual. Desenvolva um plano de carreira para que sempre tenha um horizonte visível. Assim você sabe para onde está indo e por quê.

4- Você está aprendendo?
Mantenha um compromisso constante com o autodesenvolvimento. Antecipe-se às necessidades futuras da sua organização e desenvolva-se para atender essas necessidades. Beneficie-se de oportunidades e aprendizado, incluindo cursos de treinamento, conferências do setor e grupos profissionais. Seja proativo em buscar novos projetos que o ajudarão a aprender, crescer e expandir as suas competências.

Aconselhamos o profissional a fazer uma sessão de feedback, ou seja, ouvir de outras pessoas o que acharam de seu desempenho e que dicas ou sugestões teriam para você. Esse feedback contribui muito para um planejamento de ações para o restante do ano.

Também é importante que o profissional faça uma análise sobre quais foram seus desafios no ano que passou e o quanto conseguiu progredir. Para isso, o feedback do passo anterior será muito importante uma vez que nem sempre se tem isso muito claro. Avaliar o quanto você conseguiu avançar nas metas estabelecidas é importante e se o saldo foi negativo, procure saber também quais foram os fatores que comprometeram o resultado. Essa é uma ação importante que ajuda o profissional a identificar questões pessoais que merecem mais atenção ou até questões do ambiente que podem não ser do seu controle, mas que, uma vez identificadas, poderiam ter gerado uma ação diferente de sua parte.

Depois de feita a reflexão, chega o momento de projetar seus objetivos para o ano, sem cair na armadilha de fazer este exercício com prazos muito longos. “É comum estabelecer objetivos longos como comprar uma casa um dia, terminar a faculdade após quatro anos, querer ser diretor no máximo em cinco anos, conquistar uma carreira internacional em x tempo”ainda, que é raro as pessoas fazerem planos mais imediatos, de resultado para aquele ano e com metas mais simplificadas.

O profissional se questione sobre o que pode ser aprimorado, de que forma ele gostaria de encerrar o próximo ano, que projetos pessoais e profissionais podem ser definidos no início do ano, se eles são possíveis de serem realizados e como essas metas trariam desenvolvimento para você. “Ser proativo, energético, focado, dedicado e disciplinado é fundamental para um bom resultado para qualquer profissional e deve constar na sua lista de metas”.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Cinco regras para usar redes sociais no trabalho


1. Conheça e siga a política de mídia social da sua empresa.
É permitido o uso de redes sociais nos PCs da empresa? Com que frequência? Quais sites? Você pode comentar sobre assuntos da empresa? Quais informações da empresa você tem permissão para compartilhar? Quem você deve consultar se você tiver uma dúvida a respeito de qualquer uma destas questões? Todas essas perguntas e mais devem ser respondidas na política de mídia social da empresa. Se você nunca leu a política da sua empresa, leia agora. Se a sua empresa não possui, sugira a criação de uma.

2. Use senhas diferentes para o trabalho e contas de mídia social.
Senhas fortes são importantes. Uma senha vulnerável na sua conta do Facebook pode comprometer a sua reputação pessoal e amigos. Não aumente o risco usando a mesma senha para a sua rede corporativa.

3. Sempre faça log off.
É segurança inteligente fazer o log off do computador ao sair da sua mesa. É ainda mais importante quando as suas contas de rede social estão abertas. Se você sai da sua mesa e deixa o navegador aberto no Facebook ou no Twitter, você está implorando para um colega de trabalho postar uma atualização ridícula de status em seu nome. Na verdade, é uma boa política fazer o log off de qualquer site quando você não estiver usando. Você não quer ganhar a reputação de funcionário que está sempre no Facebook.

4. Evite correr riscos desnecessários.
Não clique em links encaminhados que você não tem certeza se são confiáveis - verifique qualquer URL. Se alguém pedir ajuda financeira para você ou para divulgar algo controverso, verifique quando chegar em casa. O mais importante, deixe a instalação de software para os especialistas. Se é preciso instalar um plug-in para ver algo relacionado a uma página do Twitter, você provavelmente não precisa ver esta página.

5. Pense no que você compartilha e com quem.
Você nunca deve postar qualquer coisa na web que não gostaria de ver em um jornal. Considere tudo o que você postar — incluindo itens que são limitados somente a “amigos” ou “amigos de amigos” — para potencialmente estar em domínio público.

Coisas que parecem normais agora para serem publicadas podem ser constrangedoras ou até dolorosas depois. Você pode desejar, em breve, que todas as suas fotos com a sua ex-namorada ou os seus vídeos com seus ex-colegas de trabalho no karaokê simplesmente desapareçam. Mas eles não irão. Devido a isto, considere quem você adiciona em quais contas. Talvez você queira usar o Facebook exclusivamente para amigos que não sejam do trabalho. Talvez você queira apenas conexões profissionais no LinkedIn. Qualquer coisa que for fazer pense antes de aceitar um convite para se conectar. E, em um site como o Twitter, onde os seus tweets são provavelmente abertos a todos, pense antes de compartilhar qualquer informação.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Saiba como reagir a crítica no trabalho


Independente de quem você é ou do posto que ocupa, críticas e julgamentos a seu respeito ou sobre sua conduta farão parte da sua rotina! É preciso, aprender a avaliar suas reações e adotar um comportamento civilizado para lidar com isso.

1. Não seja reativo
Argumentos defensivos ou retrucar de imediato sem refletir sobre o que lhe foi dito não ajudará em nada. Pelo contrário.
Reações impulsivas nos mantêm reféns de relações hostis. Refletir sobre alguns comentários a nosso respeito, por mais duros que possam parecer, nos ajuda a exercitar o autoconhecimento e melhorar nossas relações interpessoais.

2. Faça considerações
Cultive o hábito de refletir sobre os comentários alheios e elabore um argumento coerente antes de responder de forma impulsiva. Lembre-se de que, no calor dos ânimos e sob pressão, as pessoas são levadas a agir sob impulso, e nem sempre têm noção do que estão dizendo ou das razões que as levaram a fazer uma crítica. Seja condescendente com elas.

3. Invista no autoconhecimento
É muito difícil aceitar um comentário ruim, mas, temos a oportunidade de reavaliar nossas atitudes e perceber quando - e de que forma - afetamos as pessoas com estilos e percepções diferentes. De cada crítica ou julgamento retire um aprendizado, independente de ter ou não fundamento.

4. Aproveite as oportunidades para dar seu salto de qualidade
Quando os comentários ou críticas não procederem, elabore um discurso racional e dê retorno de forma assertiva e gentil à pessoa envolvida. Certamente, essa atitude aumentará sua credibilidade e o tornará mais preparado para agir em situações similares.
Se você refletiu e chegou à conclusão de que as críticas são pertinentes, aproveite a oportunidade para rever posições e efetuar mudanças necessárias.

5. Quando contra argumentar não for possível, registre o aprendizado
Algumas vezes não temos a oportunidade de argumentar a respeito do que nos é dito ou feito. Mas tenha sempre em mente que todas as situações do nosso dia a dia nos oferecem oportunidades de aprendizado.
Caso você não tenha chance de agir em defesa própria diante de uma crítica, registre a mensagem do episódio e assimile conhecimento.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Desenvolva seu outro lado


Todos nós nascemos com talentos e habilidades para diversas coisas, mas ao longo da vida acabamos por frisar e desenvolver apenas uma delas. A coisa piora depois dos 30, quando já estamos formados, com uma profissão definida e uma carreira inteira pela frente com a promessa de fazer sempre a mesma coisa.

Mas especialistas garantem: se dá bem melhor nas tarefas do cotidiano quem tem múltiplas habilidades desenvolvidas. Portanto se você é bom com números, tente fazer uma pintura. Se é bom em escrever, tente resolver equações matemáticas, ou jogar soduku.

Desenvolver múltiplas habilidades é a melhor forma de desenvolver sua criatividade. Quanto mais pratos diferentes experimentar, mais referências de sabor seu cérebro vai armazenar, isso também vale para experiências, conhecimento e práticas. Criatividade nunca é demais e sempre ajuda independente de qual seja a sua profissão.

O cérebro se divide em dois, o lado direito é o da criatividade, o lado mais lúdico. Já o esquerdo é a parte mais sistemática. Cada ser humano tem mais desenvolvido um dos lados, mas isso não significa que você não possa treinar ambos para tirar maior proveito no seu dia-a-dia. Lembre-se: nunca ninguém morreu de acúmulo de conhecimento.

Por isso, no seu dia-a-dia, não tenha medo daquelas tarefas assustadoras que parecem que não foram feitas pra você. Aprenda na prática, pois esse é o melhor jeito de aprender.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Como espantar o stress no trabalho


Frustração, irritabilidade, ansiedade e estresse são sintomas do medo. “O medo do que está por vir, gera ansiedade que, com o tempo, resulta em estresse”, diz. A sensação de falta de controle resulta em problemas físicos como coração acelerado, aumento da pressão, dor de cabeça, entre outros.

Então, a primeira atitude é perceber se você está sendo vítima destas reações internas e combate-las assim que elas aparecerem. A arma? Atitude positiva.

Mas como? “Uma forma saudável de manter a atitude positiva é refletir sobre o que se ganha com a situação, sobre qual é o aprendizado”. Toda experiência traz um aprendizado, você pode se perguntar, por exemplo: “que virtude estou aprendendo e/ou exercitando por meio dessa experiência?”, “será que estou tendo que aprender a ser mais paciente? Mais determinado? Mais humilde? Mais confiante? Como essa experiência me torna mais sábio e como ela me fortalece?”

Sabedoria é saber extrair o aprendizado real de situações limite como esta.

Foco na solução

Com colegas sendo demitidos, é natural que a carga de trabalho aumente. E com isso, começam a surgir os problemas e as muitas horas extras. “Entretanto, reclamar o tempo todo não ajudará a solucionar os problemas, ao contrário, quanto mais você pensar e falar sobre os problemas maiores eles se tornarão”.

Você não pode controlar os fatores externos que dão o contorno dramático à situação, mas pode manter as rédeas das suas reações. “Algumas pessoas passam por momentos estressantes de forma mais tranquila, e a diferença desses profissionais para os outros é a forma como enxergar a situação, já que o estresse está relacionado à percepção”.

A recomendação para virar o jogo é manter o foco no que precisa ser feito. Execute, solucione problemas, em vez de valorizar os problemas. Otimismo é sinal de autoconfiança. “São pessoas que pegam o problema e resolvem, sabem da sua capacidade de produção e por isso confiam em si mesmas”.

Mantenha a mente no presente

Quem já praticou medicação sabe a importância de manter a atenção no momento presente para o bem-estar. “O estresse aparece quanto a mente oscila do passado ao futuro”. Seja prático, se estiver em horário de expediente, trabalhe. Quando estiver em casa, evite os pensamentos e preocupações com o trabalho. Pode parecer fácil, mas faça o teste de observação. Quanto tempo do dia você passa realmente conectado ao presente?

Faça o seu melhor

Até o seu último dia de trabalho na empresa, dê o seu melhor. Não se esqueça de que você está sendo observado e, se faz um bom trabalho, deixa uma marca positiva. “Marketing pessoal é o que os outros falam sobre o profissional".
Duas palavras justificam o conselho da consultora: referência e indicação. “Você pode conseguir uma entrevista porque um ex-colega ou ex-chefe o indicou”. É a lei do Universo: “quando você dá o seu melhor, você recebe o melhor”.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

A criatividade como diferencial


Criatividade para que? Como gerar idéias? Ser criativo é ser diferente? Essas são as primeiras perguntas que surgem na nossa consciência.

Eu tenho que ser criativo? Ser diferente? Ou é apenas mais um requisito a ser exigido pelas empresas? Estamos acostumados a considerar a criatividade como algo pessoal, intransferível e eloquente. Engano nosso! É algo que poderá ser desenvolvido e que deve fazer parte da nossa vida, do nosso estio, da nossa competência e comportamento.

Sem grandes investimentos a empresa poderá propiciar ações criativas, dando a liberdade de opinar, errar, aprender com estes erros e, principalmente, de buscar alternativas de diferenciação nos produtos e serviços. Hoje em dia, o ato de criar ou inovar não se restringe apenas ao empreendedor.

É necessário que haja uma ação conjunta entre empregados e empreendedor. Buscar o diferencial é oferecer algo a mais do que o cliente esperava, atrair sua preferência, adaptar-se ás suas necessidades, modificar produtos, buscar soluções, estratégicas, fugir do convencional. A criatividade é um fenômeno que se move entre os atributos dos homens e as exigências da sociedade. Considerando que as empresas fazem parte de uma sociedade o incentivo à criatividade implica num bem que é criado para a mesma.

A empresa deverá investir em cursos que despertem no empregado a sua imaginação, experimentação, objetivando inovações, melhorias nos processos, racionalização de mão- de obra, de materiais e tecnologia, comunicação eficaz, etc.

Dentro do cenário atual do país, não há dúvida de que o trabalhador possui condições básicas para tornar-se uma pessoa mais criativa do que já é. Muito embora a socialização e a cultura de algumas organizações tende a diminuir esta potencialidade, principalmente pelas práticas das ações rotineiras.

Trata-se de recursos valiosos de que dispomos e que necessitam ser cultivados pelas organizações através de técnicas de geração de idéias, de resolução criativa de problemas, analogias não usuais, pensamentos divergentes e convergentes. etc. Dessa forma, todos poderão "sonha", analisar, testar e posteriormente concretizar a idéia inicial.

Cabe também ressaltar a importância do envolvimento geral da organização desde a presidência até os cargos operacionais, nos programas de implantação de criatividade. Ou seja, deverá fazer parte da estratégia e cultua da organização.

Podemos perceber uma grande revolução quebra de paradigmas, onde não somente os chefes e o empreendedor devem ser criativos na organização.

A criatividade está relacionada com processos de pensamento, imaginação, intuição e originalidade. Podemos perceber que se trata de características importantes para um profissional de sucesso, alado, é claro, aos conhecimentos técnicos e demais habilidades necessária.

Estimular a criatividade é estimular também a flexibilidade a visão de futuro, a autonomia os trabalhos em equipes, a liderança, buscar soluções alternativas etc. Num mundo de mudanças, marcado por turbulências e incertezas; tudo isso torna-se fundamental.

A criatividade humana não é temporal, é um patrimônio do ser humano e que deve ser compartilhado neta sociedade. Ou seja, devemos criar ou inovar algo a ser aproveitado pela sociedade. Em alguns casos, é necessário mudar de pensamento. Desta forma, não há hora marcada para criar, pois tal prática deve ser constantemente estimulada e desenvolvida pelas empresas através de uma sistematização e preparação das mesmas para este novo cenário.

Devemos estar constantemente criando estratégias de ação, soluções diferentes para os diversos problemas nas organizações, criando novos produtos, inovando os já existentes. Só assim as empresas se tornarão criativas e competitivas. Por ser o ato de criar compartilhado com a sociedade, a organização deve servi-la. Nada mais justo, então, desenvolver a criatividade para a superação das expectativas dos clientes.

Quais as vantagens de atuarmos com pessoas criativas?

• Serem empreendedoras;
• Curiosas e atualizadas;
• Agressivas e auto-suficientes;
• Persistentes e perseverantes;
• Autônomas e corajosas;
• Sempre bem informadas;
• Auto-disciplinadas em busca de auto-realização e
• Auto-motivadores e motivantes.

Obstáculos que impedem a criatividade:

• Velhas idéias, paradigmas, chavões;
• Fronteiras, dificuldades imaginárias;
• Conformismo;
• Desistência;
• Preguiça mental;
• Medo do ridículo e de errar, tudo tem que ser certo;
• Pouco ou nenhum incentivo por parte da organização;
• Excesso de lógica;
• Resistência a quebra de modelos mentais.

Ventos favoráveis que facilitam a criatividade:

• Motivar as pessoas a ver a realidade sob novos olhos;
• Usar imagens visuais, auditivas;
• Gerar idéias fluidas, sem julgamento;
• Perceber, observar coisas que não são observadas pelos demais;
• Brincar com as idéias, criando multiplicidade;
• Buscar conciliação de opostos;
• Usar os erros cometidos para aprendizagem;
• Quebrar padrões, rotinas, etc..;
• Predisposição interna;
• Humor;
• Desafie as normas e
• Receptividade as novas idéias, tanto as suas como as dos demais.

Melhores momentos do Oscar da Criatividade:

• Cantando no chuveiro;
• No trânsito, na fila do cinema, no metrô;
• Escutando um sermão, dos mais diversos;
• Fazendo trabalhos manuais;
• Durante a insônia;
• Academia de ginástica;
• Durante reuniões improdutivas;
• Na casa da sogra;
• No ócio;
• Ou sob pressão.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

A inclusão de profissionais com deficiência no mercado de trabalho


É indiscutível a importância das contratações de profissionais com deficiência para a economia do Brasil. Além da geração de emprego, a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho contribui para trazer dignidade a essas pessoas. Ao inclui-las, não estamos apenas ofertando um salário, mas também a oportunidade de se reabilitar socialmente e psicologicamente.

É sabido que o exercício profissional traz consigo a interação com outras pessoas, o sentimento de cidadão produtivo, a possibilidade de fazer amigos, de encontrar um amor, de pertencer a um grupo social. Até o status adquirido junto à própria família muda para melhor. Sem contar que a presença de pessoas com deficiência no mercado de trabalho contribui para humanizar mais a empresa e enriquecer o ambiente corporativo com visões e experiências diversificadas.

Ao incluir pessoas com deficiência no mercado de trabalho, configura-se um novo grupo de consumidores, até então excluído da economia. Com a geração de renda, esse grupo passa a consumir avidamente, já que possui muitas carências, desde elementos essenciais, como o acesso a questões de saúde, até a concretização de desejos não tão de primeira ordem, como a compra de tablets e smartphones, por exemplo. Com a renda, as pessoas com deficiência passam a circular mais, e isto enseja maior convivência com pessoas sem deficiência, o que desperta a atenção para oportunidades de se criar mais produtos, serviços e ambientes que atendam às necessidades específicas dessa parcela da população.

Nessa perspectiva, a inclusão de profissionais com deficiência no ambiente de trabalho cria oportunidades também para as empresas gerarem mais negócios. Uma pessoa que está acostumada a enfrentar desafios diários por falta de acessibilidade ou sensibilização da população em geral, se adapta melhor ao mundo do trabalho. Uma pessoa com deficiência está mais preparada para lidar com situações críticas e a resolver problemas, além de trazer uma visão diferente, o que contribui para o processo de criação ou tomada de decisões.

Em relação à qualificação das pessoas com deficiência, podemos afirmar que segue basicamente o mesmo padrão da população brasileira sem deficiência. É um falacioso generalizar a falta de qualificação das pessoas com deficiência. Por questões de exclusão histórica, a maioria das pessoas com deficiência é pouco qualificada, mas, essa baixa qualificação também incide na população em geral. Mas, isto não significa que não existam pessoas com deficiência qualificadas. Por exemplo: no banco de currículos mais de 80% dos 30.000 profissionais cadastrados possuem ao menos ensino médio completo, chegando até a mestrado e doutorado.

Na esteira, observamos que o maior empecilho para a inclusão de profissionais com deficiência ainda é cultural. Ou seja, as relações interpessoais ainda estão muito calcadas em estereótipos e preconceitos. Além disso, as vagas que são oferecidas às pessoas com deficiência ainda são muito operacionais e pouco atrativas. Os líderes e gestores das empresas ainda não consideram incluir profissionais com deficiência em cargos mais estratégicos, pois tendem a achar que estes profissionais são menos produtivos ou geram mais custos com acessibilidade, o que não é verdade. Dessa forma, não é exagero afirmar que a questão cultural ainda é o maior desafio. A falta de acessibilidade é reflexo da falta de cultura inclusiva. Enquanto não transformarmos a mentalidade antiga de que as pessoas com deficiência são menos qualificadas, menos produtivas e que exigem muitos investimentos, não daremos um salto de qualidade no processo de inclusão.

Por isso, os treinamentos devem ser constantes para preparar principalmente os gestores que são as pessoas responsáveis por aprovar os candidatos. O departamento de RH pode até estar sensibilizado e aberto para a contratação de um funcionário com deficiência, mas se o gestor, que é o “dono” da vaga, não estiver informado e pronto para gerenciar a diversidade, nada será feito e o candidato com deficiência continuará preterido.

O mesmo raciocínio aplica-se se a alta liderança não aprovar vagas mais estratégicas para os profissionais com deficiência: o RH fica atado apenas às vagas operacionais, que são menos atrativas e só atraem pessoas menos qualificadas, reforçando a percepção de que pessoas com deficiência não possuem perfil necessário para posições melhores.

É por isso que sempre afirmamos que o processo de inclusão deve ser abraçado por todos os funcionários de uma empresa e todos os cidadão do Brasil.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Mercado de trabalho


É constituído pelas ofertas de trabalho ou emprego oferecidas pelas organizações, de determinado ramo de negócio,  em determinada região e em determinada época.  É  basicamente definido pelas organizações e suas oportunidades de emprego. *
Com a advento da Rede Internet  ocorreu a expansão geográfica  da  área de captação  de candidatos pelas empresas,  fazendo com que o mercado de trabalho se torne amplo no que concerne ao acesso de candidatos a empresas de outras regiões e países. 
OFERTA   E  DEMANDA -   O mercado de trabalho é orientado pela oferta e procura ( demanda ) de empregos. Assim sendo,  quanto maior o número de organizações em determinada região,  procurando candidatos para as vagas disponíveis, mais ofertas de emprego existem. É o fenômeno da oferta de empregos. Gerando com isso menor tempo de recolocação  para o candidato e  possibilidades de maior remuneração, devido a escassez  de  profissionais candidatos.
Por outro lado, quanto menos empresas oferecem vagas maior o tempo de recolocação e menores chances de remunerações melhores.  Nesse caso,  estaremos com o Mercado de Trabalho  apresentando o fenômeno da demanda de empregos, isto é, existem mais candidatos do que organizações oferecendo vagas disponíveis. 
ONDE se apresenta O mercado de trabalho apresenta-se através de jornais de grande circulação na região;  empresas de consultoria especializadas em recolocação (agencias de emprego);  SITES na Internet; Organismos Governamentais  ( SINE- Mtb ), concursos, etc.
COMO   se apresenta  ?Candidatos -  Pela apresentação de : dados de identificação pessoal, formação acadêmica, qualificação profissional e experiência no cargo em empregos anteriores  - Curricullum Vitae.  Empresas  -    Apresentando o resumo do perfil  profissiográfico  requerido para a vaga disponível , a remuneração oferecida entre outras informações que possam atrair  os interessados .
CARACTERÍSTICAS ATUAIS:
Nos últimos anos,  o mercado de trabalho no Brasil têm se apresentado EM OFERTA, portanto, existem poucas vagas disponíveis sendo apresentadas pelas organizações,  com isso, maior é o nível de exigência  e menores as remunerações oferecidas.
Com conseqüência dessa situação;  o alto índice de desemprego  – MÃO DE OBRA INATIVA -  e  aumento das atividades informais – ECONOMIA INFORMAL OU MARGINAL . O governo federal, estadual e municipal tem consciência que esse cenário trás reflexos para a sociedade, daí, as inúmeras tentativas   para resolver essa questão.
Porém,  é justo reconhecer que esse fenômeno é mundial e foi acelerado, dentre outros motivos, pelo advento do sistema econômico da globalização, que incentiva a expansão e o acesso rápido a mercados de trabalho, antes desconhecidos ou de difícil acesso.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

As novas necessidades do mercado de trabalho


As relações profissionais mudaram. Se, por um lado, temos um mercado aquecido, com dificuldades de reter talentos, por outro, a falta de mão de obra qualificada para atender o perfil desejado preocupa as companhias. Diante deste contexto, podemos questionar alternativas para equilibrar estas duas necessidades, ou seja: o que os profissionais podem fazer para se preparar e atender à demanda do mercado, desenvolvendo as competências desejadas pelas companhias, e como as empresas podem contribuir para a preparação destes profissionais.

Por parte dos empregadores, a melhor opção, sem dúvida, é investir em ações de treinamento e desenvolvimento. Cada vez mais, as empresas desejam profissionais que reúnam três aspectos que, hoje, tornaram-se fundamentais para formar uma equipe multidisciplinar e integrada: a capacidade de inovação, a habilidade para trabalhar sob pressão e a resiliência, ou seja, a desenvoltura para lidar com momentos de crise.

No mercado de trabalho, um profissional que pretende ser valorizado pelas empresas precisa ter capacidade de inovação. As corporações visam colaboradores com atitude e percepção apurada, capazes de indicar alternativas para uma situação ou processo dentro da empresa, com visão global de negócios.
Além de treinar, é fundamental investir em ações de retenção. Em um cenário de grande concorrência e falta de profissionais qualificados disponíveis no mercado, criar programas de valorização e reconhecimento ajuda a manter o funcionário motivado e confiante.

Porém, não basta a iniciativa e a disponibilidade da empresa. É preciso que os profissionais também busquem alternativas para se reinventarem e acompanharem as mudanças e evoluções necessárias à função exercida, assumindo a sua parcela de responsabilidade por seu aprimoramento profissional. Alternativas não faltam.

Cursos de MBA no exterior em faculdades conceituadas, ainda que em sistema de ensino à distância, são muito bem aceitos pelo mercado. A vivência internacional é muito bem avaliada pelas companhias. O enriquecimento cultural, pessoal e profissional proporcionado pelas experiências de intercâmbio torna-se um grande diferencial. De modo geral, as empresas entendem a iniciativa como um grande desafio na busca pelo aprendizado e atualização constante.
Nesse sentido, a geração Y, conectada às redes sociais e às principais novidades tecnológicas, abre uma ampla vantagem, desenvolvendo habilidades de criação e inovação. Contudo, o excesso de impulsividade e a falta de tolerância para enfrentar adversidades e processos com início, meio e fim, são o contraponto desses jovens. Com mais maturidade e expertise, as gerações anteriores têm a vantagem de se mostrar mais aptas para trabalhar com prazos e gerenciamento de crise.

Ao contrário do que se imagina, o choque de gerações pode ser muito produtivo para a gestão de uma empresa. Embora possa haver conflitos, aliar a capacidade criativa e de inovação da geração Y à maturidade das gerações anteriores promove o equilíbrio necessário para o desenvolvimento de uma equipe diversificada e focada em resultados.

Ao líder, é designado o papel de “reger” a equipe. No centro de todas as ações, é preciso flexibilidade para gerenciar profissionais com perfis diferentes e estimular o desenvolvimento de competências necessárias para colocar em prática uma gestão participativa e democrática.
Em um mercado em desenvolvimento e ascensão, qualificação e estímulos são essenciais para acompanhar o ritmo de evolução. Habilidades individuais e a sinergia da equipe são a receita de sucesso para uma gestão produtiva.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Comunicação abre portas no mercado de trabalho


Uma efetiva comunicação facilita a conquista de um estágio.

Ingressar e ser bem sucedido em um estágio são tarefas cada vez mais difíceis, devido ao alto índice de competitividade no mercado de trabalho. Isso ocorre, sobretudo nas multinacionais e empresas de grande porte, pois buscam estudantes com habilidades e competência adequadas às suas necessidades.

Figuram entre essas habilidades, a capacidade de se comunicar e se relacionar. Além disso, quem tem boa comunicação, possui uma forte aliada para alcançar uma boa oportunidade de estágio.

Uma comunicação bem desenvolvida, além, obviamente, dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso universitário, é fundamental para causar boa impressão na empresa. Seja em uma reunião, apresentações, conversas entre colegas, todos têm necessidade de trocar informações e transmitir ideias e impressões.

Como qualquer outro profissional, o estagiário é avaliado pelo talento, capacidade de desenvolver suas atividades e seus valores, como determinação, persistência e iniciativa, por isso precisa demonstrar de forma prática todo o seu potencial.

Entre outros problemas, superar o medo de falar em público é, sem dúvida, um grande desafio. Para os mais tímidos, na hora “H” sempre surgem sintomas como gagueira, taquicardia, língua presa, rubor, sudorese, entre outros. 

Veja algumas estratégias para dominar a ansiedade e, aprender a cultivar a autossugestão positiva, além do domínio de técnicas de comunicação para conseguir falar com calma e segurança. Se o candidato agir com naturalidade, as chances da empresa conhecer, de fato, suas qualidades são maiores, consequentemente, aumentando as oportunidades de uma contratação. 

Mas como evitar esses sintomas como dor de barriga e tremedeira minutos antes de uma dinâmica de grupo ou entrevista com um diretor? Cada pessoa reage de um jeito diferente, por isso não há uma receita pronta para superar esses bloqueios, por isso, algumas dicas práticas podem ajudar o candidato, tais como estar bem alimentado, fisicamente bem, fazer exercícios respiratórios e de relaxamento, tais como movimentação do pescoço, fricção de mãos e alongamento. Além disso, pensar positivamente, acreditando no seu bom desempenho, mostrando-se naturalmente, sem querer mascarar uma situação, mostrando ser quem não é ou capacidades que não possui.

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Como esta a gestão da sua carreira profissional?



São diversas as opções para a escolha de uma trajetória profissional. Há a 
possibilidade de se seguir uma carreira pública ou privada. Há quem prefira trilhar um 
caminho mais acadêmico. Há aqueles, ainda, que preferem empreender, ao invés de
serem empregados. O profissional deve priorizar uma formação generalista ou
especialista? Quais os possíveis caminhos? Quem são os responsáveis pela
preocupação com essas questões, as empresas ou os indivíduos?

Ao contrário desta vasta gama de possibilidades de escolha está a preocupação
voltada para a gestão de carreira. Quanto tempo geralmente é investido pelas
pessoas em seu dia, simplesmente, para tomar conta de suas carreiras?

É fato que todas as pessoas investem parte do seu tempo para o pagamento de suas
contas, manutenção de sua residência ou de seus automóveis, ou até mesmo para
cuidar de sua saúde. Da mesma forma que há uma atenção dispensada para todas
essas tarefas, é fundamental que haja um espaço de tempo voltado para a gestão de
carreira.

Gestão de carreira nada mais é do que simplesmente administrar seu próprio caminho
profissional, não é mesmo? Bem, a tarefa de se realizar uma gestão eficaz da carreira
pode não ser tão simples quanto parece. Esta envolve, entre outros fatores,
planejamento, preparação, foco, paciência e muito empenho.

Para que os objetivos profissionais de um indivíduo sejam atingidos é necessário que
se tenha em mente a importância do planejamento e da disciplina.
Um dos maiores problemas encontrados nesta questão é o fato de a decisão de
carreira a ser seguida ou, ainda, a realização de um planejamento estratégico com o
objetivo de alcançar determinados objetivos profissionais serem realizados, de uma
maneira geral, quando o profissional é ainda bastante jovem, e lhe faltam subsídios (e
conhecimentos) suficientes para tal tomada de decisão.

Podemos afirmar, também, que falta um momento de reflexão para analisar sua vida
presente e concentrar esforços para o planejamento do que virá adiante. E isto
deveria ser diferente, pois na maioria dos casos, as pessoas passam muito mais
tempo em seus locais de trabalho do que realizando tarefas relacionadas à sua família
ou à sua vida pessoal. Deste modo, a preocupação voltada para a carreira demanda
especial atenção.

Realizar a gestão de carreira não é simplesmente decidir-se sobre o desejo de seguir
ou não, esta ou aquela carreira, mas compreender o que deverá ser realizado na próxima fase da vida profissional, preparando-se para que o processo de aprendizado
seja condizente com ela.

Vale ressaltar que os gestores e líderes de pessoas nas organizações também
desempenham um papel importante na trajetória profissional de seus empregados.
Além disso, vários são os recursos disponíveis para auxiliar os indivíduos
(trabalhadores) a realizarem uma gestão de carreira de acordo com seus desejos e
objetivos. Esses recursos variam desde manuais práticos e workshops de
planejamento de carreira, até o auxílio específico de profissionais da área de recursos
humanos como o aconselhamento de carreira (mentoring e coaching).

Para que se tenha uma gestão de carreira bem sucedida é importante, ainda, que o
profissional tenha em mente que a personalidade é um fator determinante importante
na escolha da carreira e que não existe um padrão de quais competências devemos
desenvolver para termos sucesso. Isto porque, são diversas as competências
utilizadas no mundo do trabalho. Deste modo, para realizar um planejamento de
carreira mais assertivo, é fundamental que este seja capaz de reconhecer suas
habilidades e inclinações.