sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Como controlar o nervosismo em uma entrevista?


Provavelmente esta é a pergunta que muitas pessoas gostariam de saber a resposta. Você se prepara, vai confiante para a entrevista, mas, quando chega lá, tudo começa a desandar. Você começa a suar frio, gaguejar muito e esquece de dizer metade do que planejava. Antes de tudo, saiba que isso acontece com todo mundo e é perfeitamente normal, porém, vamos dar umas dicas que podem auxiliar nessas ocasiões.

Primeiramente, você não deve dormir tarde e/ou se alimentar com comidas pesadas. Seu corpo deve estar 100% para a avaliação. Não faça nada de muito estressante no dia, pois pode afetar seu rendimento e deixar mais nervoso. Procure fazer atividades relaxantes como ver um filme ou ler um livro.

Não fique pensando que apenas a sua situação é delicada, pois o entrevistador também está concentrado em conseguir um profissional que se encaixe no perfil da empresa. Às vezes, ele também está nervoso. Tente se tranquilizar com a ideia de que será apenas um bate-papo. Se não estiver conseguindo se acalmar, tente imaginar que você está indicando a vaga para alguém que tem a personalidade muito parecida com a sua.

Mas lembre-se sempre: caso você não seja aprovado, não desista. Na maioria dos casos, os candidatos apenas não tinham o perfil ideal para a vaga. Tente repassar por todas as etapas e pontuar onde você poderia melhorar. Boa sorte!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Busca de emprego na terceira idade


É cruel, mas quem está beirando os sessenta enfrenta grandes dificuldades na hora de encarar o mercado de trabalho. Quem não está empregado e precisa de uma recolocação tem pela frente um grande desafio: como arrumar um emprego perto da idade de se aposentar?

A boa notícia é que empresas sérias e modernas estão apostando cada vez mais na terceira idade. Por quê? Pela experiência. Profissionais mais velhos são geralmente mais compromissados e levam mais a sério tarefas que a chamada geração Y não tem paciência para fazer.

É possível encontrar esses profissionais até mesmo em redes de fastfood ou de indústrias. Cada vez mais programas voltados para a empregabilidade de idosos ganham o planejamento estratégico das empresas.

O importante não é a sua idade em si, mas a sua experiência e seu potencial de reverter seu custo em benefício da produtividade da empresa. Procure entender aonde você se encaixa nesta equação. Use sua experiência e explore novas oportunidades de emprego.

Uma dica para quem tem mais de 50 anos é exalar sua experiência numa entrevista de emprego. Fale sobre suas qualidade, vivências e mostre que você tem ainda muito gás para aprender. Participe de cursos, palestras, workshops. Atualize-se!

Se você tiver força de vontade e persistência vai encontrar o emprego dos seus sonhos. Ter idade avançada é algo que você pode usar a seu favor e tirar proveito. Cuide do alto astral. Afinal, não é a toa que essa faixa etária é conhecida como: “a melhor idade”.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Disponível para o mercado de trabalho


Você se incomoda quando as pessoas questionam se, atualmente, você está trabalhando? A palavra ‘desempregado’ tira de você noites de sono e até mesmo sua motivação? Pois bem, é hora de rever seus conceitos e começar a enxergar essa fase passageira de sua vida com outros olhos.
É importante encarar esse momento com menos desânimo. Quando for falar sobre isso com alguém, diga que está “disponível para o mercado”. Você verá como uma simples mudança de postura vai te fazer sentir melhor. O termo desempregado transmite uma sensação de incapacidade, tal como se a pessoa estivesse acomodada ou algo assim. Fuja dele!
As empresas estão em freqüente rotatividade no quadro de funcionários. Crises, reestruturações, cortes, reajustes, tudo isso é comum e atinge sempre o elo mais fraco: o trabalhador. Hoje em dia não estar trabalhando por um determinado período não é motivo de vergonha.

Aproveite esse tempo para:

Pensar: Reveja pontos de sua vida pessoal e profissional. 

Elaborar: Desenhe novas metas que te ajudarão a identificar o que é preciso deixar de lado para evoluir.

Mudar: Aproveite para batalhar por uma vaga de emprego diferente. Esse é o momento de ousar e experimentar coisas novas.

Informar-se: Leia jornais, revistas, vá à biblioteca, assista aos noticiários, acesse a internet e fique por dentro de tudo o que acontece no Brasil e no mundo. As empresas valorizam profissionais antenados e atualizados. 

Ganhar cultura: Vá ao cinema, ao teatro, conheça lugares e pessoas. A falta de dinheiro nem sempre é desculpa. Procure por cursos gratuitos na internet, bem como eventos e palestras. Você irá notar como essa nova bagagem cultural irá colaborar com a sua busca pelo sucesso.

Seja sempre ativo e motivado e deixe o negativismo de lado! Não permita também que as pessoas te desanimem. E, é claro! Não se esqueça: você não está desempregado! Está só temporariamente disponível para o mercado.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Carreira: a arte de decidir


A cada novo dia nos deparamos com uma soma incontável de possibilidades para decidir sobre nossas diretrizes. Mas é cada vez mais difícil fazer escolhas convergentes com o que, realmente, queremos e com quem somos. As opções são exponenciais em contraponto a posições cada vez mais evasivas e distantes da realidade do eu.

Quanto mais difícil é o processo de escolha, mais procuramos preencher o tempo com novos aprendizados e incumbências sejam elas quais forem. A angústia de pensar em perder tempo e ficar defasado nos leva a não questionar o sentido de convergência e realização. Estamos ocupando as horas e seguindo o fluxo sem tempo para questionamentos. E isso é o que importa…

O tempo passou a ser artigo de luxo e justificativa para o abandono do senso de existir na verdadeira acepção da expressão. Quanto mais temos o que fazer, menos tempo temos de dar conta de nós mesmos. E assim ficamos isentos de fazer escolhas e decidir. Mas quanto menos pensamos nossas decisões, mais nos distanciamos de quem somos e do que queremos.

Pessoas e empresas recorrem a alternativas que ajudam a clarificar ideias e visualizar os limites recorrentemente mais confusos nas relações de trabalho. No processo de coaching, a premissa básica é definir um plano estratégico que possibilite a conquista de um objetivo específico. Mas, para um grande número de pessoas, responder sobre a legitimidade e a viabilidade desse objetivo é uma árdua tarefa.
Enquanto ocupamos nosso tempo para não perdermos (imaginariamente) o lugar na fila, mais nos distanciamos do que somos em essência. O que nos faz feliz? O que nos desconforta? E o que podemos fazer para mudar nossa atual configuração de vida? São perguntas simples que nos possibilitam decidir, com consciência, sobre qual caminho trilhar e entender o porquê de desempenhar ou não determinado papel. Simplesmente, saber disso nos faz mais tolerantes e confortados. Mais donos de nós mesmos…
O autoconhecimento é fundamental para desfrutar o máximo das próprias aptidões.

Se nossas vidas são frutos de nossas escolhas, por que terceirizar a responsabilidade de decidir sobre quem somos e o que queremos? Quando sabemos o que, realmente, faz sentido nas nossas vidas, os benefícios se potencializam e a recompensa de saber quem somos e o que queremos torna-se uma grande realização. Aqui, já não julgamos culpados. Escolhemos, por livre arbítrio, parceiros.
Precisamos nos conhecer em essência para, então, conquistarmos a confiança necessária que nos permitirá ressignificar nossas relações, potencializar alianças e encurtar a distância entre onde estamos e onde gostaríamos de estar. Entre quem somos hoje e quem gostaríamos de ser. Como cada um é um universo único, agora cabe personalizar o questionamento: Continuo sendo quem sou? Fico onde estou? Ou mudo tudo?

Essa é a transição mais significativa da nossa vida pessoal e profissional. Quando assumimos a responsabilidade pelos resultados advindos das nossas posições passamos,sa protagonista e não mais observador da própria existência. Tornamo-nos inteiros pelo fato de saber quem somos. Temos um norte, pois sabemos onde queremos estar. Tornam-se claros os objetivos.

É hora de elevar a consciência sobre nós mesmos e clarear objetivos e escolhas. Assumir as rédeas do autodesenvolvimento, construir o futuro e fazer valer o nosso querer. Decidir sozinho está difícil? Não se furte a pedir ajuda. Quando o desejo é autêntico, as alianças surgem como consequência. É preciso libertar-se das crenças e julgamentos que imobilizam e dispor-se à construção do novo.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Gestão de Mudança: O desafio de adaptar-se ao novo


Gerenciar mudanças é hoje um dos maiores desafios que todos temos de enfrentar. Às vezes as mudanças que surgem são tão grandes que nos deixam sem norte, desorientados. Fusões, aquisições, mudanças de gestão, estratégicas, sistêmicas, tecnológicas, científicas e comportamentais. Uma avalanche contínua de novas vertentes que dificulta o posicionamento entre o que é e o que deverá ser. E em meio a essas indefinições, muitas vezes não conseguimos identificar o que queremos em convergência com o que, em essência, nos tornamos.

As trajetórias profissionais oferecem caminhos tão sinuosos que nos levam a reavaliar repetidas vezes a legitimidade e viabilidade dos nossos propósitos para chegarmos a um denominador comum. Agora, como mudar se na maioria das vezes nem ao menos conseguimos visualizar o que deve ser repaginado? Por isso muitas vezes nos sentimos desconfortados, estressados, desestimulados e sem a energia que responde pela determinação que nos mobiliza. Já não é possível identificar o que acontece e, então, é necessário parar e reavaliar nossas configurações pessoais e profissionais. 

Muitas vezes a dificuldade de identificar e lidar com a causa real do desconforto, nos leva a terceirizar o problema e vitimar pessoas ao nosso entorno. Quando não sabemos lidar com as questões em solo próprio, transferimos a responsabilidade e nos tornamos observadores e não mais protagonistas da nossa própria vida. E é aqui que nos distanciamos da posição mestra da primeira pessoa e nos tornamos reféns de tudo o que construímos e permitimos enquanto próprio projeto de vida.

É essencial entender que se uma carreira ou mesmo uma relação termina, em geral, é porque não mais condiz com nossas necessidades e disposições. Quando não mais existem “trocas justas” nas relações de trabalho é porque já cumpriram sua função e devem ser superadas. E nesse processo é preciso ter discernimento para perceber o ponto de não retorno para, então, darmos a nós mesmos e a outra parte uma saída honrosa onde ambos possam evitar desgastes e evoluir em novas direções.

Mudança é um fato inexorável. Ou mudamos ou algo acontece e nos faz mudar. Somos chamados constantemente a nos desapegar do velho e nos liberar para o novo. E entre o velho e o novo é que nos deparamos com o vazio da incompreensão. E é nesse intervalo que nos sentimos sem rumo. Mas quando não resistimos ao novo constatamos que as mudanças muitas vezes oferecem excelentes oportunidades de evolução. 

É exatamente nesse gap que começamos a definir as nuances da nova jornada. Quando compreendemos o porquê de algo terminar, percebemos que algumas situações não fazem mais sentido, justamente, por não mais representarem o reflexo de quem somos e de quem queremos nos tornar. E assim nos dispomos a criar algo que melhor defina nossa atual expressão. 

Quando conseguimos vislumbrar o colorido de uma nova vida, os sonhos começam a reconstruir-se permitindo-nos aceitar que é o momento de resgatar as rédeas da nossa vida para construir um novo capítulo através de um reinício e uma nova visão de futuro. 

Se não tivermos certeza de onde ir e se os ventos sopram, mas o futuro ainda está incerto, um modo de nos posicionarmos melhor para usufruir das novas etapas é considerar a orientação de profissionais experientes, os quais ajudem no desenvolvimento dos processos de autopercepção, autogestão e elaboração de estratégias que possibilitem a conquista dos novos objetivos.  

Assim como mudar é inexorável, aceitar e expandir novas possibilidades faz parte da vida. É o processo de evolução contínua reeditando o curso das nossas estórias. Cabe a nós aceitar e agir ou resistir e vitimar-se. Respondemos pela ratificação do nosso presente e construção do nosso futuro. A decisão é e sempre será nossa.

sábado, 25 de janeiro de 2014

Impulsione sua carreira com um intercâmbio


Para ser promovido no trabalho ou ganhar mais, além de perfil comportamental alinhado aos valores da organização, é preciso estar tecnicamente preparado a fim de atender ou superar as necessidades da empresa. Um intercâmbio no exterior pode sanar as possíveis deficiências na carreira e ser a oportunidade de expandir a sua vida profissional. Porém, saiba escolher o país e o curso adequados ao seu perfil e à demanda de mercado. “O intercâmbio profissional não é uma viagem de turismo, é um desafio".

Os benefícios do intercâmbio no exterior vão além da fluência em um idioma estrangeiro. O contato com outra cultura proporciona uma experiência de vida que fará diferença no dia a dia corporativo. “Existe a necessidade de se adaptar a costumes diferentes e isso leva a um crescimento pessoal que, certamente, será sentido no campo profissional".

Aos que optam por realizar cursos de aperfeiçoamento ou especialização no exterior há ainda o diferencial do diploma estrangeiro. Sem dúvida, é uma forma de manter-se competitivo. “O profissional aprende a ser mais flexível, adaptável, a lidar com experiências novas. Por isso, poderá ser mais bem-sucedido, já que estará preparado para os desafios do mercado de trabalho”.

Após decidir, negocie
O profissional que deseja conhecer outro país para dar um upgrade no currículo deve refletir antes sobre o momento que vive na carreira. Se você sente que está em fase de crescimento profissional, com novos projetos a serem desenvolvidos ou em fase de implementação, talvez seja melhor adiar a viagem.

Ao contrário, se a sua carreira encontra-se estagnada e você reconhece a necessidade da fluência em outro idioma, de uma especialização ou um curso de aperfeiçoamento em escolas estrangeiras a hora é agora. Aproveite as férias do trabalho e invista em sua formação. Caso haja necessidade de ficar uma temporada mais longa no exterior, negocie um período de licença sem remuneração. Hoje existem empresas brasileiras que custeiam parcial ou integralmente a viagem do funcionário ou contratam-no de novo quando retornam ao Brasil.

O pedido de demissão é indicado nos casos em que a organização não está disposta a negociar o afastamento. Nesse caso, é melhor ausentar-se por um tempo do trabalho para investir na formação profissional que perder o emprego e ficar à deriva por estar aquém das exigências de mercado.

Descubra o que você quer
Antes de se aventurar em outro país é preciso saber quais são os seus interesses e conhecer as suas reais necessidades. Planeja-se e tenha foco. O profissional que não domina o idioma estrangeiro precisa ficar pelo menos seis meses fora para estudar a língua. Para quem já tem um nível avançado do idioma ou facilidade no aprendizado três meses são suficientes.

Se o intuito for realizar especialização ou um curso de aperfeiçoamento talvez seja necessário ficar uma temporada maior no exterior. Nesse caso, o profissional pode conciliar estudo e trabalho para ajudar a custear a viagem. Contudo saia do Brasil com o visto de estudante que lhe dê permissão para trabalhar no exterior. “Trabalhe, mas não perca de vista seus objetivos iniciais. É o certificado que vai para o seu currículo”.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Linguagem empresarial. O que será que eles estão dizendo?


Se você fica com essa cara toda vez que você vê alguém conversando com esses termos na sua empresa, não se desespere!

Grande parte das companhias utilizam linguagens como essa. Emsua maioria são palavras em inglês, termos técnicos. Nem todo mundo é obrigado a entender de primeira, mas é bom ficar alerta. Para ajudar nesse emaranhado de palavras esquisitas, fizemos um pequeno dicionário baseado nos principais termos usados nas empresas:

Approach: abordagem
Assessment: ferramenta utilizada pelas empresas para avaliar detalhadamente o perfil e as características do profissional.
Board: conselho diretor.
Brainstorm: discussão ou conversa para troca de ideias sobre um assunto.
Branding: conjunto de ações ligadas à administração de uma marca.
Briefing: conjunto de informações para a realização de uma determinada ação, dossiê.
Budget: orçamento.
Business Plan: plano de negócios.
Business Unit: unidade de negócios.
Case: estudo de caso.
CEO (Chief Executive Officer): é o profissional que ocupa o cargo mais alto da empresa, presidente.
CIO (Chief Information Officer): é o profissional responsável pelo planejamento da área de tecnologia da informação, diretor de TI.
CFO (Chief Financial Officer): é o profissional responsável pela administração financeira da empresa, diretor financeiro.
Chairman: presidente do conselho que dirige a empresa.
Commodity: matéria-prima.
COO (Chief Operations Officer): é o profissional que cuida mais de perto da rotina do negócio, executivo-chefe de operações.
Coach: é o profissional que orienta a vida profissional de outras pessoas, por meio de técnicas e treinamentos específicos.
Core business: é o principal negócio da empresa.
CRM (Consumer Relationship Management): ferramenta para gestão do relacionamento com clientes.
Customizar: personalizar algo - um produto, um processo, um serviço, uma apresentação etc.
Deadline: prazo final, data em que alguma tarefa precisa ser terminada.
E-learning: ensino ou treinamento que acontece através da Internet.
Expertise: habilidade ou conhecimento técnico em determinada área.
Feedback: retorno ou resposta sobre o resultado de um processo ou atividade.
Follow-up: entrar em contato, fazer acompanhamento.
Forecast: previsão.
Hands-on: participação ativa.
Head: é o profissional que lidera uma área, um departamento ou um projeto.
Headcount: número de pessoas que trabalham em determinada equipe.
Headhunter: caça-talentos, recrutador.
Insight: ideia súbita, percepção.
Internship: estágio.
Job rotation: rotação em diferentes áreas da empresa para adquirir novos aprendizados.
Joint-venture: associação de duas empresas ou mais para a produção, prestação de serviços, busca de novos mercados, etc.
Know-how: conhecimento.
KPI (Key Performance Indicator): indicador de desempenho.
Merchandising: conjunto de atividades de marketing e comunicação destinadas a promover marcas, produtos e serviços.
Newsletter: boletim de notícias.
Networking: rede de contatos profissionais.
OOO (Out of Office): "ou-ou-ou" quer dizer nada mais do que ausente do escritório.
Outsourcing: terceirização.
SEO (Search Engine Optimization): conjunto de técnicas que visam otimizar o posicionamento de sites nos mecanismos de busca.
Skills: habilidades ou competências.
Sponsor: é o profissional responsável pelo recurso financeiro de um projeto.
Start up: dar início a uma operação ou atividade.
Supply-chain: cadeia de abastecimento.
Trainee: profissional em treinamento.
Trend: tendência.
Target: alvo, público-alvo.
Workaholic: profissional viciado em trabalho.
Workshop: treinamento ou palestra.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

7 competências que o mercado busca nos profissionais


Quais são as características que um profissional precisa ter, além, é claro, daquelas específicas de cada ramo de atuação?

1. Auto gerenciamento - É a capacidade de motivação, disciplina e autoavaliação do indivíduo. Trata-se do profissional capaz de realizar projetos, buscar soluções e identificar formas de implementar as soluções.

2. Comunicação múltipla - O mundo é uma aldeia global, por isso, a capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em inglês deve ser prioridade em determinadas áreas. “Há outras formas de comunicação que devem ser exploradas, como por exemplo, a informática, os blogs, a intranet, os processos e sistemas de informação e transmissão de dados.”

3. Negociação - Reflita sobre sua capacidade de negociação e dê atenção especial às suas habilidades nesse campo. Apresente suas ideias de forma clara e convincente e argumente de forma positiva, franca e objetiva.

4. Adaptabilidade - “Mudança é uma das duas grandes certezas da vida”. Por isso o profissional do futuro deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.

5. Educação contínua - Novidades tecnológicas, descobertas, novos processos mais eficazes aparecem a cada momento. Por isso, é fundamental a busca continua por aprimoramento.

6. Domínio da tecnologia - Como já dizia Ayrton Senna, tecnologia faz diferença. Use e fomente a tecnologia de ponta sempre que possível ou quando houver necessidade. Para evoluir nesse quesito, decrete sua própria obsolescência e parta para patamares mais altos de tecnologia.

7. Foco nos resultados - São os resultados que interessam, mas lembre-se que a ética deve ser respeitada. Na busca pelos resultados, as pessoas também são avaliadas por suas ações. Vale refletir e analisar o que você busca e o que agregará valor em termos de custos/esforço. Concentre-se nisso.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

7 Tipos de Poder no Ambiente de Trabalho


O estudo do poder fascinante. A definição no dicionário de poder é “uma pessoa ou coisa que possua ou exerça autoridade ou influência”. Então, em essência, quando usamos o poder, estamos utilizando a nossa autoridade para conseguir alguma coisa.

Todo mundo tem poder. Todos. E, eu não acredito que o poder é uma coisa ruim. A questão é que tipo de poder uma pessoa tem e como alguém usa esse poder.

Aqui estão alguns dos tipos mais comuns de poder encontrados no ambiente de trabalho:

O poder coercitivo está associado com pessoas que estão em uma posição para punir outros. As pessoas temem as consequências de não fazer o que foi pedido deles;
Poder de conexão é baseado em quem você conhece. Esta pessoa conhece, e tem peso na opinião de outras pessoas poderosas dentro da organização;
Poder da expertise vem da experiência de uma pessoa (duh!). Isto é normalmente uma pessoa com uma habilidade aclamada ou valorizada;
Uma pessoa que tem acesso a informações valiosas ou importantes possui o poder da informação;
O poder legítimo vem da posição que uma pessoa detém. Isto está relacionado com o título de uma pessoa e responsabilidades de trabalho. Você também poderá ouvir isso se referir como poder posicional.
As pessoas que são bem-queridas e respeitadas podem ter o poder da referência;
Poder da recompensa está baseado na capacidade de uma pessoa dar recompensas. Estas recompensas podem vir na forma de missões de trabalho, horários, salários ou benefícios.
Agora, pare de ser modesto e pensar sobre si mesmo … Eu não tenho nenhum poder. Como você pode ver, existem muitas maneiras diferentes que o poder pode se manifestar. E por essa razão, é importante perceber que o poder existe em todos nós. É possível também que você tem diferentes tipos de poder com diferentes grupos ou situações.

Agora, os dois maiores erros que vejo as pessoas fazerem do uso do poder, são:

Tentando usar o poder que elas não têm, e
Usando o tipo errado de poder para alcançar resultados.
Para ajudar a identificar sua “zona de poder”, tome um momento e pense sobre como você tenta influenciar a ação dos outros. Você pode usar as descrições acima, como uma pseudo auto-avaliação. Avalie-se numa escala de 1-5 em cada um dos diferentes tipos de poder. Com 1 sendo nenhuma de suas características e 5 sendo bastante característico.

Este pode ser um exercício (desculpe o trocadilho) poderoso. Se você é honesto consigo mesmo, eu espero que você encontre um resultado útil. Não só pela maneira como você tende a usar o poder, mas na maneira como os outros usam o poder com você.

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Como fazer suas idéias serem bem-sucedidas


Você já chegou empolgado na empresa com uma ideia que parecia ser genial, mas que, no fim das contas, não foi aproveitada? Isso acontece mais do que se imagina, embora existam formas de mudar esse quadro.

Pra que isso não aconteça com frequência, você deve prestar atenção em algumas coisas antes de apresentar o seu conceito:

- Analise se sua ideia cabe para o momento. Ela pode ser muito boa, mas se for proposta no tempo errado pode não ir para frente;

- Fique atento aos detalhes que envolvem sua ideia. É preciso ver com cuidado se sua proposta pode realmente ser executada;

- Leve em conta os custos. Por melhor que seja a ideia, se ela não estiver dentro de um orçamento razoável para a realidade da empresa, não será aproveitada;

- Veja se os benefícios compensam os riscos. Avalie, no fim das contas, se sua ideia realmente vale a pena ser implantada. Às vezes os riscos corridos não compensam;

- Capriche na execução. Se a sua ideia for implantada, mas a execução não sair como se esperava, ela provavelmente será suspensa. Faça o possível para garantir o sucesso da sua proposta.

Como fazer suas idéias serem bem-sucedidas

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

O maior obstáculo para o sucesso


O medo do fracasso é o maior obstáculo para o sucesso na vida adulta.

Levado ao extremo, nos tornamos totalmente preocupados em não cometer erros, procurando ter prévia aprovação sobre todas as considerações. A experiência do medo do fracasso está nas palavras de “Eu não posso”, “eu não posso.” Nós sentimos isto no nosso corpo: na batida rápida do coração, respiração rápida e uma garganta apertada. Também experimentamos esse medo na bexiga e na necessidade irresistível de correr para o banheiro.

O medo da Rejeição segura você

O segundo maior medo que interfere com o desempenho e inibe a expressão, é o medo da rejeição. Nós aprendemos isso quando os nossos pais fazem seu amor condicionado ao nosso comportamento. Se fizermos o que lhes agrada, eles nos dão amor e aprovação. Se fazemos algo que não gostam, eles retiram o seu amor e aprovação, que nós interpretamos como rejeição.

As Raízes do comportamento do Tipo A

Como adultos, pessoas criadas com amor condicional ficam preocupadas com as opiniões dos outros. Muitos homens desenvolvem comportamentos do Tipo A que são caracterizados por suspeita de hostilidade e uma obsessão com o desempenho com algum padrão alto indeterminado. Isto é expresso na atitude de “eu tenho que, eu tenho que”, e está associada com o sentimento de que “eu tenho que trabalhar mais e realizar mais para agradar o chefe” que se tornou um pai substituto.

A Armadilha Mais Comum

Mais de 99 por cento dos adultos experimentam ambos os temores de fracasso e rejeição. Eles são capturados na armadilha de se sentir, “Eu não posso, mas tenho que “, “Tenho que, mas não posso”.

A Chave para o Alto Desempenho

O antídoto para esses temores é o desenvolvimento de coragem, caráter e auto-estima. O oposto do medo é, na verdade amor, amor-próprio e auto-respeito. Agir com coragem em uma situação de medo é simplesmente uma técnica que aumenta nosso respeito por nós mesmos, de tal forma que diminuem os medos, que perdem assim a capacidade de afetar o nosso comportamento e as nossas decisões.

Exercícios Práticos

Aqui estão duas coisas que você pode fazer para aumentar sua auto-estima e auto-confiança e superar seus medos:

Em primeiro lugar, perceber e aceitar que você pode fazer qualquer coisa que você colocar na sua mente. Repita as palavras: “Eu posso fazê-lo! Eu posso fazer isso!” sempre que você sentir medo, por qualquer motivo.
Segundo, continuamente se considere uma pessoa valiosa e importante e lembre-se que a falha temporária é a maneira de você aprender a ter sucesso.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Dicas para evitar problemas na hora da entrevista


O que deve e o que não deve ser feito em uma entrevista de emprego


Quando o assunto é entrevista de emprego, pensar antes de falar ou fazer é uma atitude mais do que necessária. Um pequeno deslize involuntário pode custar o emprego em questão e, por isso, é importante saber quais atitudes e palavras evitar nessa primeira impressão – já que “a primeira impressão é a que fica” e para mudá-la é preciso um esforço muito maior.
Existem algumas frases clichês que deixam uma má impressão nos recrutadores – mas, para “fugir” delas, não é tão complicado assim. “Ser criativo é algo que conta muitos pontos. Porém, apenas dizer que é criativo, não. Quando a palavra é usada para se autodefinir, ela vira um adjetivo vazio” explica Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers. Nesse caso, é melhor não dizer nada – se você realmente for criativo, o seu portfólio vai deixar isso claro, sem precisar de reafirmação.
Quando – e se – perguntado sobre os trabalhos anteriores, é preciso ser claro, conciso, e dizer apenas o necessário. “Fale por quanto tempo trabalhou em cada um deles, de quais projetos participou e quais competências desenvolveu por meio deles, sem ‘encher linguiça’”, diz.
Outra atitude comum nas entrevistas é o candidato dizer que está procurando novos desafios – que nada, ele está procurando um novo emprego, o entrevistador sabe disso. “Nessas horas é melhor dizer que está interessado no trabalho e que ele vai contribuir para o seu crescimento profissional, sempre demonstrando vontade de aprender coisas novas”, exalta Madalena.
Dica – e característica – importante para quem deseja conquistar a vaga é a de antecipar os possíveis problemas que podem acontecer. “Dizer que gosta de acompanhar os processos até o fim, sem deixar nada pela metade, e comentar, por exemplo, que é você quem planeja, cobra e marca as reuniões nos trabalhos na faculdade, pode contar alguns pontos a seu favor”, comenta Madalena.
Além disso, existem algumas atitudes que devem ser tomadas durante toda e qualquer entrevista. “Usar gírias, palavras chulas e gerúndio demais podem incomodar o entrevistador, assim como pessoas que falam alto demais”, alerta Madalena.
A especialista comenta que mentir nunca é uma boa opção, e chegar ao local da entrevista ansioso pode prejudicar a seleção. “É sempre bom descobrir o que faz a ansiedade diminuir, pode ser uma música, uma leitura, uma conversa descontraída…”.
Também é importante se informar sobre a empresa em que pretende trabalhar – visite o seu site e fique atento aos tópicos “valores” e “missão” – e se portar da forma que a empresa “pede”. “Não aja de modo mais ou menos formal do que o necessário. Antes da seleção, vá até a empresa(se for possível) ou ainda observe como as pessoas que trabalham lá se comportam. É dessa forma que você deverá agir”, ressalta a especialista.
E sempre, se restar alguma dúvida, não tenha medo de perguntar como você se saiu e se cometeu algum erro que possa corrigir no futuro. Se o entrevistador der essa abertura, essa é uma atitude válida – que pode contar pontos para conquistar esse emprego, ou para um emprego futuro, já que dessa forma você fica ciente dos possíveis erros que cometeu.

Deixar o emprego e iniciar um negócio


Além da coragem necessária para esta nova fase, há formas seguras de alcançar o sucesso e aumentar as possibilidades de ser bem sucedido na abertura do novo negócio, só é preciso muito estudo e atenção em cada atitude. 

Segundo a diretora do Instituto Profissional de Coaching, Madalena Feliciano, é cada vez mais comum as pessoas desejarem abrir o seu próprio negócio e serem os seus próprios chefes, talvez pelo sonho de liberdade ou de fazerem o que gostam em seu próprio horário de trabalho – e, assim, sobrando mais tempo para a vida particular.

Porém, não é sempre isso o que acontece. Qualquer um que deseja empreender e abrir o seu próprio negócio deve estar ciente que muitas vezes o novo trabalho ocupa mais tempo do que o antigo, por isso, ele deve ser algo que seja prazeroso para o profissional. “O inicio de qualquer negócio é algo que exige atenção e muita vontade, o que leva ao dono da instituição exercer a função além daquelas oito horas diárias de segunda a sexta. Ou seja: Prepare-se para virar noites trabalhando”, diz Madalena.

Outro aspecto importante é escolher o local em que irá instalar o novo negócio, como será a estrutura, com quem irá se associar, onde captar recursos financeiros adicionais, a burocracia da documentação, etc. Esses são desafios que mexem com a paciência do empreendedor, mas que são necessários no início de qualquer projeto. “Já com o negócio em andamento surgem as características comuns encontradas em qualquer emprego: gerenciar funcionários, lidar com pessoas, controlar estoques, negociações comerciais, pagamento de impostos. É preciso que o empreendedor saiba lidar com isso sem se estressar, já que são questões que acontecerão de forma contínua,” afirma.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

As regras definitivas para vencer o medo de falar em público


A adrenalina sobe, o ritmo da respiração aumenta e o sangue flui para os membros inferiores. Sim, mais sangue nas pernas e menos no cérebro, justamente no momento em que você mais precisa dele.

Este cenário é uma amostra do que acontece no corpo de quem tem medo de falar em público e está prestes a fazer uma apresentação. E não são poucos os profissionais que sofrem ao encarar uma plateia.

E quem passa por este turbilhão físico antes de uma apresentação sabe que é inevitável  a perda de foco: a atenção volta-se menos para a mensagem que será transmitida e mais para a necessidade de se acalmar.

Nesse ponto, o temido “branco” é um companheiro indesejável, porém, frequente. “A pessoa entra em transe, não é apenas esquecer o que vai falar, é se desconectar da audiência ‘ensimesmar-se’, perder a conexão”.

Entregar-se a estas reações é sinônimo de catástrofe na apresentação. “O apresentador, nestas condições, perde a história que deveria transmitir e a conexão com a audiência, que é o que dá a ele os sinais para reajustar o discurso, a voz, o ritmo da fala. Isso tudo só é possível fazer quando se está conectado à plateia”.

Por mais que você tente disfarçar, o nervosismo fica evidente para o público. “Os sinais não verbais comunicam e acusam o que a comunicação verbal quer disfarçar, o que  pode desengajar a audiência”. 

“Para a audiência você não é o que é e, sim, o que aparenta ser”. Mas como superar o medo de falar em público e fugir do fracasso anunciado? Três atitudes são essenciais. Confira quais:

1ª Regra: Encare a apresentação/discurso como uma oportunidade

“Quando a pessoa se força a conscientemente encarar a apresentação como uma oportunidade, há a quebra deste modelo de pensamento em que falar em público é uma ameaça”.

A melhor forma de vencer o nervosismo negativo é estimular pensamentos e imagens mentais positivas. “Para cada pensamento negativo, é preciso criar cinco positivos”.

Ao sintonizar a atenção ao eventual sucesso resultante daquela oportunidade, o corpo recebe a situação de outra forma. “A postura é outra e desperta outros tipos de reação”.

Motivação, euforia, animação e contentamento são alguns dos sentimentos estimulados por esta mudança de atitude e resultam em mais foco na mensagem da apresentação.

2ª Regra: Treine, treine e treine mais um pouco

Quem sabe tudo a respeito do conteúdo da apresentação não teme. Por isso, dominar o conteúdo, conhecer todo o roteiro e as informações de cada slide são ações fundamentais para se sair bem na hora H.

As sensações do apresentador que faz o dever de casa são a de dever cumprido e de controle total. 

Mas lembre-se, o primeiro passo de uma apresentação é ter um bom conteúdo a transmitir. “Não adianta estar bem treinado se não tem história. Ela precisa ter começo, meio e fim e servir a um objetivo bem claro. Quando a pessoa sabe que tem em mãos um bom material, já fica mais confiante também”.

3ª Regra: Respire devagar

O medo altera o ritmo respiratório, e é importante reverter este quadro para não sofrer consequências nefastas da falta de ar. “A respiração fica mais rasa e o cérebro, menos oxigenado, tem lapsos e entra e transe”.

Minutos antes da apresentação, o ideal é respirar fundo e devagar. Mais oxigenado o cérebro tem mais poder de concentração. Durante a exposição, a respiração deve continuar no ritmo tranquilo.

Pequenas pausas no discurso são indicadas. De um a dois segundos de parada fazem muita diferença. “Assim evita-se o uso de palavras vazias, como o ‘né’, ‘bom’, ‘então’, diminui o ritmo para quem tem o hábito da falar rápido, transmite segurança e coragem”. 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Nossa voz como expressão no mundo


Entenda como a maneira de falar pode influenciar na carreira

A voz é nossa expressão para o mundo e responsável por boa parte da percepção que as pessoas têm da gente. Quando crianças, nós adquirimos uma série de valores que marcarão nossa forma de falar. Nessa fase fica mais definido se falamos muito ou pouco, alto ou baixo, de forma assertiva ou mais timidamente, por exemplo. Essa forma de expressão tem a ver, portanto, com nosso núcleo familiar e com o meio em que crescemos. O tom de voz também pode ser muito parecido com o de algum parente, apesar de muitas pessoas jamais perceberem isso.

Na vida profissional, podemos ser vistos como arrogantes, receosos ou reticentes, de acordo com a nossa fala. É muito importante, assim, termos consciência da forma como estamos expressando nossos desejos no ambiente de trabalho.

O QUE ESTAMOS EXPRESSANDO COM NOSSO TOM DE VOZ?

Falar rápido demais ou muito lentamente pode fazer com que nos coloquem rótulos não favoráveis à nossa carreira. Quem é muito ansioso ou tem excesso de energia não canalizada para a ação pode usar a voz como válvula de escape, falando aceleradamente. A impressão que passa é de que a pessoa pensa rápido demais e não se preocupa muito com os colegas, simplesmente "atropelando" todos.

Nesses casos, a simples consciência de que falamos em uma velocidade inadequada pode ser o primeiro passo para fazermos a correção. O ritmo lento demais, por outro lado, pode deixar a sensação de que a pessoa é vagarosa e demora a concluir suas tarefas, não colaborando para causar uma primeira impressão positiva, principalmente em entrevistas de emprego.

Nessas situações, a pessoa vai precisar de estímulo e apoio contínuo para se comunicar de uma maneira nova e depois mantê-la no dia-a-dia. É aí que o treinamento para falar em público pode se tornar um grande aliado. Outra maneira de mudar o estilo de comunicação é assistir a filmes de grandes oradores e anotar o que mais gostou nas apresentações, procurando - à sua maneira - variar e melhorar sempre através dos melhores exemplos. Pedir dicas aos amigos de sua confiança também costuma surtir bom efeito.

MELHORE SUA IMAGEM PÚBLICA

Os profissionais que imprimem um tom mais assertivo na sua fala, transmitem uma imagem arrojada. Uma boa dica para quem deseja seguir este caminho é fazer um treinamento gravado em vídeo, que pode ser revisado por um instrutor ou Coach capacitado, que orienta a pessoa sobre como melhorar sua imagem pública. O confronto com a própria imagem e voz gravadas costuma ser um excelente recurso para o desenvolvimento da expressão e melhora as apresentações profissionais.

Muitas pessoas nunca se viram no vídeo e, quando o fazem pela primeira vez, sentem um grande desconforto, exclamando: "Mas eu não sabia que minha voz era assim!". Outras imediatamente começam a se criticar: "Meu cabelo está horrível, estou gorda e mal vestida". No entanto, esse é o momento chave para que ela analise e se conscientize sobre a impressão que causa nos outros e comece a fazer as mudanças necessárias que irão impactar sua carreira. Falar é vital, então não abra mão do seu direito de se expressar e tire o maior proveito disso!

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

3 Características essenciais


Experiência e habilidades técnicas contam muito, é claro. Mas, na hora de subir um degrau na carreira, os traços comportamentais também entram na equação. 
Executivos foram entrevistados para saber quais as qualidades pessoais mais valiosas para a ascensão profissional. 

O resultado: comprometimento com a empresa, capacidade de comunicação e gestão de tempo foram os três atributos mais mencionados pelos profissionais. Entenda os motivos: 

Comprometimento

Em tempos de uma geração inteira pensando no tédio que é passar mais de um ano na mesma companhia, as empresas querem gente capaz de vestir a camisa, de fato. 

É esse sentimento que gera “a responsabilidade pessoal não só com as próprias atribuições, mas com o resultado da empresa”.

Comunicação

Neste ponto, não é necessário ter habilidade oratórias dignas de Steve Jobs. Mas, é preciso ser claro ao passar informações adiante, preciso em sua comunicação não verbal e empático na hora de dar feedback. 

“As respostas devem ser sempre equilibradas e proporcionais”.

Gestão do tempo

Por fim, aprender a controlar a própria agenda é outro atributo básico para a ascensão profissional. A explicação é até óbvia: só com uma boa administração do tempo é possível dar vazão para todas suas outras qualidades e, consequentemente, ter um bom desempenho. 

As habilidades necessárias para um salto de carreira em 2014


A demanda por habilidades comportamentais muda de acordo com a evolução do profissional. O que o leva a uma promoção hoje pode não ser mais tão necessário quando você for um veterano de carreira.

Cada etapa da trajetória pede atitudes específicas para quem está em busca de ascensão profissional. Confira  quais são os comportamentos que devem ser desenvolvidos.

1 Capacidade para conseguir enxergar o todo, e não apenas parte do processo

“Eu sempre falo que um técnico nota 10 pode vir a ser um gerente nota 1 se ele não desenvolver as habilidades necessárias para exercer a função”.

O primeiro ponto, é ampliar a percepção. “Como o funcionário no nível operacional executa a tarefa em si, muitas vezes não entende a dinâmica inteira da empresa”.

A dica é passar a prestar atenção no funcionamento da estrutura do seu departamento e de toda a empresa. Comece decifrando o caminho e o efeito dos habituais relatórios (ou documentos) que você produz, por exemplo.

2 Perceber problemas e suas implicações

Identificou um problema? Antes de bater à porta do chefe, dedique alguns minutos para a sugestão de soluções baseadas nas implicações daquela situação.

3 Apontar alternativas de soluções

“Ao começar a perceber as implicações dos problemas é possível apontar alternativas e soluções”. Ou seja, pensar nas possíveis consequências do problema identificado é aumentar as chances de propor soluções mais efetivas.

4 Habilidade em relações interpessoais

Além de desempenhar bem a função, é preciso se relacionar bem no escritório e tentar ganhar a admiração de pares e superiores por meio do comportamento. “Quando o profissional coloca seu foco apenas na sua capacidade técnica, chega a um ponto em que a admiração pela sua competência se esgota”. Se o objetivo é conquistar o primeiro cargo de gestão, a atitude e o traquejo social devem ser fortalecidos.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

11 Frases para inspirar suas decisões de carreira em 2014



"No mundo dos negócios, todos são pagos em duas moedas: dinheiro e experiência. Agarre a experiência primeiro, o dinheiro virá depois."

"A melhor maneira de prever o futuro é criá-lo."

"O sucesso é um professor perverso. Ele seduz as pessoas e as faz pensar que jamais vão cair."

"Não sei a chave para o sucesso, mas a chave para o fracasso é tentar agradar a todo mundo."

"A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns."

"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências."

"Para se ter sucesso, é necessário amar de verdade o que se faz."

"Ou você tem uma estratégia ou é parte da estratégia de alguém."

"Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um pouco."

"Saber muito não lhe torna inteligente. A inteligência se traduz (...), sobretudo, onde e como aplica esta informação."

"O que somos é consequência do que pensamos."

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Planejamento não tem idade


Se você ainda não sabe o que vai ser quando crescer, mas tem ideias, então reúna suas ideias e vá a luta. Por exemplo: se quer ser médico, aconselho ir atrás de todo tipo de informação sobre a carreira. Tipo assim: se informar quais habilidades necessita, que conteúdo tem que ser visto, problemas, soluções, quais são as ramificações como elas são compostas e classificadas, qual o papel social, onde está o mercado de trabalho, quais são as oportunidades e por onde deve ir para chegar ao sucesso.

Dê uma ida ao sindicato, à faculdades, converse com profissionais da área, fale com professores, pois essa pesquisa irá lhe dar base para definir se esse é o seu caminho. Estude como fazer uma plano de carreira e construa o seu.

Se você já está no mercado de trabalho atuando na sua área e quer crescer na carreira, pense onde você gostaria de estar em um período de 5 a 10 anos, e o que falta fazer para alinhar a sua trajetória. Assim como ,que tipo de ajuste ou atualização tem que fazer para alinhar as suas características e habilidades pessoais, as mudanças de mercado. Faça a si mesmo as perguntas difíceis porque é muito importante fazer uma autoavaliação. E se for o caso, volte a refletir sobre suas escolhas.
Um grande erro é não mapear a empresa e ver se as condições impostas por ela estar compatível com os seus objetivos.

O tempo é algo que não volta atrás, por isso fazer o dever de casa bem feito é a diferença de quem tem sucesso e os que estão deixando a vida passar mês a mês por salário sem perspectiva de futuro.

O que quero chamar a atenção nesse artigo é para ressaltar que no fim do mês as contas estão chegando, mas também sei que se quer ganhar mais, ter uma melhor qualidade de vida, tem que se sacrificar, tem que ser dedicar e correr atrás de ser um destaque na sua área de atuação.

Posição que considero muito boa é aprender a estar entre os melhores e se puder ser o melhor será fantástico. Então não espere cair do céu, pois ninguém tira água de coco de banana.

Não tem atalho: corra atrás, estude, trabalhe, se desdobre e coloque tudo no papel para não perder tempo saindo fora da rota escolhida.

Pense nisso. Planejamento de carreira não tem idade para ser inciado.

E nunca enrole no trabalho pensando em querer ganhar sem produzir, pois na hora dos cortes de pessoal se você for mediano, sua cabeça estará a prêmio.