sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A importância da gestão de talentos e inteligência emocional, ou melhor Inteligência de Talentos!!


Do latim talentum, a noção de talento está relacionada com a aptidão ou a inteligência. Trata-se da capacidade para exercer certa ocupação ou desempenhar uma atividade. O talento tende a estar associado à habilidade inata e à criação, embora também possa se desenvolver com a prática e treino.
O talento inato ou herdado conserva-se durante toda a vida, embora possa ter maior destaque com estudos e prática. O talento adquirido, em contrapartida, faz-se necessário treino de forma praticamente constante.
Adquirir certos talentos é algo relativamente simples, através de workshops, cursos, palestras, treinamentos dependendo daquilo que cada um tem interesse em aprimorar e/ou desenvolver, embora outros apenas se possam apreender com base na experiência.
O talento cria, quebra as regras, promove a mudança e gera conhecimento. Estes procuram insistentemente superar-se, não se satisfazem com pouco e são considerados elementos de alto valor estratégico. São pessoas diferentes, e como tal necessitam de liberdade e autonomia para expandir todas as suas potencialidades.
Já quando falamos de gestão de talentos, percebemos que este é um grande desafio para as organizações. Neste contexto é necessário identificar, desenvolver e conservar os melhores talentos. Já a Inteligência Emocional, é um tema cada vez mais abordado no meio organizacional, sendo um importante fator da Gestão de Talentos.  Diz respeito a um conjunto de processos, programas e normas culturais existentes em uma organização, designadas e implementadas para atrair, desenvolver e reter talentos, visando alcançar os objetivos estratégicos da empresa.
Podemos dizer que, desenvolver carreiras e talentos é promover o desenvolvimento de pessoas através da aprendizagem pelo desafio. Consiste na aposta de desenvolvimento dos ativos humanos de maior potencial.
No atual contexto é extremamente importante atrair colaboradores para as organizações retê-los e fidelizá-los na empresa. Cada vez mais é valorizado, pelos colaboradores, as experiências de aprendizado e desenvolvimento, que lhes permitam uma crescente aquisição de conhecimentos, conteúdos, novos conceitos e competências, tanto profissionais como pessoais.
Ter uma boa inteligência de talentos, ou seja, uma compreensão exata sobre as habilidades, os conhecimentos e as qualidades das pessoas, é essencial para as decisões de todas as organizações em relação ao seu pessoal. No entanto, apesar de sua importância vital, muitas empresas parecem falhar nesta tarefa fundamental. O motivo é a "medição" de talentos: como as empresas produzem a sua inteligência de talentos e a utilizam.
Saber quais métodos e ferramentas utilizar para realizar esta "medição" é apenas parte do desafio: a questão maior para muitas empresas consiste em garantir que elas saibam como utilizá-los e fazer o melhor uso das informações que fornecem.

Então reflita e coloque em prática: O que você precisa saber para identificar e medir talentos?!

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Comunique-se melhor para obter mais resultados!

 Você já reparou que os grandes profissionais também são bons comunicadores? Não é mera coincidência. A eficácia de um trabalho em equipe, por exemplo, tem a comunicação como um dos pilares.
No entanto, ser “bom de papo” não significa, necessariamente, ser um bom comunicador. Para ter resultados, é preciso dominar a arte da comunicação assertiva.
Estão na mesma “família” a comunicação, diálogo e discussão. Apresentando as definições de cada um deles:
Communicare (latim) – compartilhar o comum;
Diálogos (grego) – fluxo de significado;
Discutere (latim) – cortar a cabeça com um disco
A transformação começa com a mudança de linguagem. Se quisermos desenvolver uma cultura de diálogo na qual haja fluxo de significado constante, e não “corta a cabeça” de outra com palavras devemos: COMUNICAR, ou seja identificar o que temos em comum com nossos interlocutores para que haja fluxo de significado e uma ponte seja construída, e não um muro.
Dialogar e comunicar são verbos que andam de mão dadas. Se não houver identificação com o que existe em comum entre duas pessoas, teremos dois monólogos.
A comunicação assertiva se dá quando você consegue passar uma mensagem com segurança, sem dúvidas ou falhas. Ou seja, basta que o emissor seja claro o suficiente para que o receptor entenda o recado de forma correta.
Ter um bom diálogo é essencial para qualquer profissional que deseja conquistar uma carreira de sucesso. 
Aprenda a se comunicar assertivamente em qualquer lugar e com todos os tipos de pessoas. O modo como você expressa o que está pensando e sentindo implica diretamente nas reações das pessoas, desta forma veja o que você pode fazer para ter uma comunicação mais eficaz:

ü  Estabeleça RAPPORT: Rapport ou empatia acontece quando você equipara o comportamento, pensamento e o nível de energia da outra pessoa. O rapport acontece naturalmente quando as pessoas tomam consciência um do outro e começam a se comunicar. Pessoas em rapport têm uma maneira cooperativa e harmoniosa de estarem juntas, criando um senso de reconhecimento mútuo.
ü  Observe as reações não verbais – linguagem corporal: Não foque apenas na comunicação verbal ou escrita. Lembre-se que o corpo também demonstra o que você diz. Por isso, fique atento: existem sinais que mostram se a conversa está agradando ou não.
ü  Busque envolvimento com o outro: Faça perguntas, pergunte, peça mais informações e trabalhe bastante sua escuta ativa, ouça ativamente
ü  Apresente seu ponto de vista: Todo mundo tem o direito de dizer o que pensa. A liberdade de expressão deve ser praticada por qualquer cidadão que tenha uma opinião formada e deseja compartilhá-la com os demais. Você pode estar errado em seu ponto de vista, seus argumentos podem ser derrubados, sua posição pode ser contrária à da maioria, mas ainda assim você tem o direito de defender suas ideias.
ü  Seja direto: Para ser assertivo, você deve ser direto, evitando rodeios desnecessários. Mas cuidado para não se tornar agressivo, impondo sua opinião e fazendo julgamento de valores. Não adianta falar sem parar se o que você diz não tem significado real. Enrolar, também, não é uma boa estratégia, visto que a falta de argumentos é facilmente constatada.
ü  Atenção na compreensão: Ao falar, você precisa se certificar de que o outro está acompanhando o seu raciocínio. É preciso saber se a pessoa captou a mensagem que você pretendia passar. Para isso, uma boa técnica é usar a empatia. Procure se colocar no lugar do outro.


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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O RH como parceiro estratégico!

O avanço tecnológico, a globalização e o acesso cada vez mais fácil aos mercados e às tecnologias, têm forçado as empresas a se diferenciarem no que possuem de mais próprio e único, que é o seu capital humano. Consequentemente, as funções desempenhadas pelo RH precisam acompanhar estas mudanças e ajudar as empresas a desenvolverem sua vantagem competitiva. Por isso, é cada vez maior a demanda por um departamento de RH que seja um parceiro estratégico na empresa.
Historicamente, o RH desempenhou as funções mais burocráticas do relacionamento entre a organização e seus colaboradores. Sempre foram consideradas atribuições primordiais do RH a elaboração de processos seletivos, os trâmites trabalhistas de admissão e demissão, os cuidados administrativos em geral, dentre outras tarefas legais. A nova demanda colocada hoje sobre o RH não elimina estas funções, ainda que muitas delas possam ser automatizadas e terceirizadas, mas requer adicionalmente uma atuação mais ativa e próxima da alta direção como um parceiro na elaboração e implementação estratégica.
Deste modo, nenhum processo de mudança organizacional pode ser bem desenvolvido e implementado sem a participação ativa do RH de uma empresa. É de fundamental importância que o RH assuma a autoria de criar uma nova “arquitetura organizacional”, partindo de um diagnóstico realístico e definindo as etapas seguintes no processo de mudança. Em acordo com isto, o RH deve assumir um papel de aliado de todo líder na organização que queira desenvolver o pleno potencial de sua equipe de trabalho. É necessário que o RH trabalhe lado a lado com os executivos interessados para alinhar e adaptar as políticas de remuneração e incentivos, com vistas a atender o cliente interno e externo no longo prazo, gerando um diferencial para a empresa atrair e desenvolver talentos internamente.
Para constituir este novo e tão desejado RH não há fórmulas prontas, e resulta pouco efetivo a transplantação de experiências ainda que bem sucedidas de outras organizações. Cada empresa e cada departamento de RH são diferentes e únicos, exigindo do pessoal responsável um comprometimento integral e de longo prazo para ser bem sucedido nesta jornada. Estes profissionais também precisam conjugar uma visão abrangente e diversificada que pode resultar da colaboração de profissionais com diferente formação e experiências.
A Gestão Estratégica de Recursos Humanos é utilizada para ajudar as empresas a suprir as necessidades dos colaboradores enquanto busca atingir seus objetivos e, está ligada aos aspectos dos negócios que afetam os funcionários. Vale lembrar que, esta gestão estratégica poderá ser feita pelo RH interno da empresa ou empresas terceirizadas.
Na criação de um plano de Recursos Humanos, é importante considerar o que os colaboradores desejam e/ou precisam e o que a empresa pode suprir. Desenvolvendo treinamentos especializados e/ou palestras “in company”, oferecendo avaliações individuais ou em grupo como Assessment e sessões de Coaching, garantindo assim melhor performance.
Um fator preponderante em todo esse contexto é o RH buscar continuamente o controle dos seus custos, viabilizando cada vez mais benefícios, implicando como indicador de seu desempenho a responsabilidade direta na evolução da performance organizacional. O retorno dos investimentos na área deve ser no mínimo proporcional ou superior aos investimentos realizados. Pois, a função do setor é potencializar competências e resultados dos colaboradores e organização. Se isso não acontece, as ações estabelecidas devem ser reavaliadas com urgência.
Finalmente, é fundamental que o RH ajude a direção geral na elaboração e definição de novas metas sem perder a perspectiva global da missão e visão da empresa. Com este propósito o RH e toda a organização ganham uma integração e capacidade de formar um todo orgânico mais adaptado e capaz de sobreviver ao ambiente competitivo do mercado.

Seja um parceiro estratégico!!

sexta-feira, 27 de outubro de 2017

Educação Corporativa, mais que capacitar é preciso comunicar!

Educação corporativa, é a importância do coletivo e de novas formas de pensar e construir o conhecimento nos dias de hoje, enfatizando que o futuro das organizações e nações depende, cada vez mais, de sua capacidade de aprender coletiva e comprovadamente dos trabalhadores do conhecimento. Este tipo de educação foca a aquisição de conhecimentos necessários para as atividades da organização que o fornece. Tornou-se um caminho alternativo para a disponibilidade de profissionais com conhecimentos apropriados a determinadas atividades sem depender de instituições externas a organização.
O crescimento de ações educacionais direcionadas ao trabalhador se deve ao fato de as empresas compreenderem que aprender é o grande diferencial do mercado.
Como Peter Senge afirma, "as organizações que realmente terão sucesso no futuro serão aquelas que descobrirem como cultivar nas pessoas o comprometimento e a capacidade de aprender em todos os níveis da organização". Não basta a empresa desembolsar recursos, é preciso comprometimento verdadeiro com a aprendizagem do trabalhador.
Discorremos tanto sobre a aprendizagem nas organizações como na importância dos investimentos no desenvolvimento do capital humano nas empresas. Contudo, não podemos deixar de esclarecer que as empresas estão transitando do antigo paradigma de treinamento para um novo paradigma centrado na educação corporativa.
Educação corporativa é mais do que treinamento empresarial ou qualificação de profissionais. Trata-se de trabalhar coerentemente as competências individuais e organizacionais no contexto geral da empresa, sendo relacionadas ao processo de inovação e aumento da competitividade dos produtos das organizações.
Em outras palavras, a educação corporativa é uma prática coordenada de gestão de pessoas integrada com a gestão de conhecimento em que é orientada à estratégia de longo prazo de uma empresa.
As atividades de educação corporativa são amplas e englobam toda a cadeia produtiva. Os professores (dinamizadores ou multiplicadores) professores universitários ou consultores externos. A concepção de educação corporativa é adotada pela empresa.
Nesse contexto, a educação corporativa vem crescendo a passos largos no Brasil. Cada vez mais se torna crescente a necessidade de treinamento no meio empresarial com foco real no alcance de resultados.
Líderes e colaboradores precisam reciclar seus conhecimentos e se valerem do aprendizado contínuo para melhorarem o tempo gasto nas tarefas do dia a dia e conquistarem maiores objetivos.
As empresas precisam enfrentar essas mudanças de maneira proativa. A capacidade de ajustar-se às novas exigências e desenvolver seu capital intelectual torna-se uma questão de sobrevivência.

Para reforçar a importância da educação corporativa, é importante salientar que a Universidade Corporativa é um processo e não apenas uma estrutura física, seu dever é auxiliar na gestão de trabalhadores capazes de criar e gerenciar oportunidades de negócio ou mesmo prontos a enfrentar processos de internacionalização das empresas. Os desafios das Universidades Corporativas ou de qualquer unidade de educação corporativa é unir negócios e educação a uma visão crítica e reflexiva do ato pedagógico e da aprendizagem.

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Treinamento é essencial para o desenvolvimento do Capital humano nas empresas

Pessoas qualificadas, criativas, inovadoras, atualizadas e motivadas, trarão benefícios às organizações.
A constante atualização e qualificação dos profissionais se tornaram requisitos obrigatórios no mercado atual, que se encontra cada vez mais competitivo. Com isso, o treinamento e desenvolvimento de pessoas é hoje um dos fatores primordiais para o sucesso de uma organização.
O mercado de trabalho é um meio dinâmico e está em constante processo de mudança, cada vez mais desafiador para as organizações. Toda essa competitividade e mutabilidade exige que as organizações tenham em seu quadro de funcionários profissionais mais habilidosos e capacitados para enfrentar os desafios impostos pelo mercado. É nesse contexto em que entra o conceito treinamento e desenvolvimento de pessoas. 
O processo de treinamento e desenvolvimento transformam Valor Agregado Potencial em Valor Agregado Realizado. Isto ocorre por meio da melhoria da execução dos processos, qualidade, produtividade, soluções de problemas e inovação.
Neste sentido, é importante realizar programas customizados destinados a desenvolver e/ou aprimorar as competências dos profissionais interessados em melhorar sua performance e gerar mais resultados pessoais e profissionais.
Particularmente, o IPC gosta de trabalhar com uma metodologia que consiste em desenvolver vivências práticas, como oficinas de criatividade que garantam a sensibilização, pensar e fazer diferente sobre o tema.
Com relação às organizações, os esforços são inúmeros para enfrentar esse mercado instável e sobreviver às crises econômicas. Antigas e novas organizações precisam aprender a aprender. Não há mais espaço para propagandas enganosas, só há espaço para a constituição ética de uma nova forma de competir e de se estabelecer.
O treinamento e desenvolvimento de pessoas têm sido muito procurado como uma ferramenta que garante a competitividade no mercado atual. Esse conjunto de ações ajuda a capacitar e a reter os profissionais de acordo com as tendências atuais, ao mesmo tempo em que alinham as atividades desempenhadas por eles aos objetivos da organização. Como resultado, há melhorias significativas na qualidade do trabalho.
Percebe-se a importância do treinamento como uma função de apoio às áreas da organização, na medida em que o RH deve adotar uma postura de assessoria frente aos outros setores da empresa. Desta forma, no momento em que há uma necessidade de treinamento, não só o RH pode auxiliar neste diagnóstico, mas os próprios setores podem e devem sinalizar tal necessidade. 
O fortalecimento do funcionário é muito importante para a qualidade proposta pela organização, ela inicia-se com o cliente interno para que possa atingir o cliente externo. As pessoas são o grande potencial competitivo das organizações. São as pessoas que fazem os conceitos, projetos e processos tornarem-se resultados.
O treinamento é uma atividade destinada a promover a melhoria do indivíduo e da organização, tornando-os mais qualificados. Para que seja possível oferecer treinamentos eficazes é preciso que: haja um detalhado levantamento das necessidades de treinamento, tais como, Programa de Assessment, Workshops/Dinâmicas, Avaliação de Potencial, entre outros, embasados nas competências exigidas pela organização; qualidade na programação, planejamento e organização. Sendo assim, aplicado de forma correta haverá o bom aproveitamento do capital investido, possibilitando que o trabalhador esteja apto para desempenhar a função que lhe foi atribuída.
Por meio do treinamento e desenvolvimento, os profissionais podem assimilar informações, aprender habilidades, desenvolver atitudes, comportamentos diferentes, novos conceitos e maior conteúdo.
Sabe-se que o ambiente corporativo exige das organizações e de seus integrantes um desenvolvimento constante. Hoje, a realidade do mercado tem, entre suas características, um alto grau de dinamicidade, o que aumenta a necessidade de transformações. Transformações essas que envolvem a capacidade de gerenciar e desenvolver pessoas integralmente.
Desta forma, percebe-se que por meio do treinamento, os resultados serão ainda mais satisfatórios tanto para os indivíduos quanto para as organizações.
É importante lembrar que antes de fazer mudanças, é fundamental estar preparado para estas.
Para ter resultados fora dos padrões, é preciso investir além dos padrões. Isso significa investir no ingrediente principal do seu negócio: as pessoas. O sucesso de uma organização deve andar junto com o sucesso de sua equipe.
Faça a diferença!!

sexta-feira, 31 de março de 2017

4 hábitos que atrapalham sua vida na hora de construir riqueza

Forma como você administra seu dinheiro é crucial para você chegar onde deseja



Seus hábitos financeiros podem tornar você rico, portanto, a forma como você administra seu dinheiro é crucial para chegar onde deseja.
Alguns hábitos que você tem diariamente podem estar impedindo que alcance a riqueza - sem você perceber. Pensando nisso, o planejador financeiro Tom Corley elencou 4 tipos de hábitos que são destrutivos para sua vida financeira e que você pode eliminar. Confira, de acordo com o site Business Insider:

1.    Tentar ganhar dinheiro por meio de jogos
Jogos não podem ser um plano de enriquecimento. Tudo depende da sorte, e você não pode apostar sua vida financeira na sorte. Se você organizar suas finanças, montar um orçamento, um planejamento para segui-lo e ter paciência é bem possível que você acumule dinheiro e alcance a riqueza, sem precisar apostar seu dinheiro.

2.    Despedício de tempo
Por mais que soe como clichê, ainda assim é verdade: tempo é dinheiro. Os ricos compreendem isso. Todo tempo que você gasta à toa poderia estar sendo usado a fim de agregar conhecimento e buscar formas de enriquecer.

Passar horas na internet navegando nas redes sociais, gastar muito tempo assistindo programas na televisão que não contribuem em nada, ou fazer leituras apenas sobre entretenimento são formas de despediçar seu tempo. As pessoas ricas fazem o tempo valer a pena.

Horas na internet olhando redes sociais se transformam em leituras de biografias de pessoas bem-sucedidas e livros de educação financeira, por exemplo. Claro que você pode acompanhar suas redes sociais, mas de forma moderada dando a devida importância para cada coisa em sua vida.

3. Não controlar suas finanças
É muito importante monitorar seus gastos. Os ricos sabem exatamente o destino de sua riqueza. O dinheiro vai embora muito fácil se você não souber direcioná-lo. Se você não tem dinheiro sobrando deve ter ainda mais controle sobre ele, para usá-lo da melhor forma possível. Um orçamento é essencial para organizar seu consumo, para não comprar nada por impulso, nem gastar demais com coisas que não são necessárias no momento. E é claro para não se afundar em dívidas.

4.    Não economizar seu dinheiro
Poupar seu dinheiro é crucial para alcançar a riqueza. Os ricos sabem poupar sua renda, a fim de manterem todo seu patrimônio. Mesmo se você tiver um orçamento justo, vale o esforço para economizar parte da sua renda. Não se esqueça que o dinheiro é um meio e não fim, sempre deve haver uma finalidade.

Guardar seu dinheiro significa não gastar, mas também fazer seu dinheiro render colocando em investimentos adequados a seu perfil, por exemplo. Se você deseja ser rico faça seu dinheiro trabalhar para você. Construir sua riqueza leva tempo, não acontece do dia para noite. Quanto antes você mudar seus hábitos, mais cedo você começa a caminhar rumo a riqueza.

* Por InfoMoney

quinta-feira, 30 de março de 2017

Uma empresa pode deixar de contratar alguém com nome negativado?

Dois aspectos interessantes abordados pela advogada Verônica Filipini Neves:
  1. É considerada discriminatória a negativa de emprego a pessoas que tenham restrições ao crédito
  1. Um fator importante que reforça essa proibição, foi a revogação, em 2010, de um dispositivo da CLT, que previa como motivo para justa causa dos bancários a falta contumaz de pagamento de dívidas legalmente exigíveis.
Segundo ela, em conclusão, deve o empregador se abster de utilizar como critério de seleção o fato discriminar candidatos com restrição ao crédito sob pena de, em sendo provado judicial, vir a sofrer condenação a indenização por danos morais.
Em tempos de escassez de empregos, tem sido questionada a validade de critérios de seleção de candidatos baseados na negativação deles em cadastros restritivos ao crédito (SCPC, SERASA).Esta prática seria discriminatória? A resposta é: sim. É DISCRIMINATÓRIA.
E esta discriminação é legítima? Isto é, trata-se de discriminação válida, uma vez que a legislação alberga algumas, como, por exemplo, a não contratação de crianças e adolescentes para funções insalubres, trabalho noturno etc? Entendemos que este não é o caso.
Neste contexto, passa-se à segunda parte da análise que envolve, de um lado, o exercício do poder diretivo pelo empregador e, de outro, a dignidade do trabalhador.
É preciso avaliar até que ponto o empregador – ou, no caso, potencial empregador – pode investigar a vida pessoal do pretendente à vaga de emprego, muito embora muitos aspectos particulares estejam cada vez mais flexíveis, em razão da facilidade de obtenção de informações pela internet, bem como em razão da auto-exposição das pessoas nas redes sociais.
Apesar da ressalva acima, ou seja, dos limites tênues da privacidade das pessoas, esta questão está inserida no contexto das proibições de práticas discriminatórias e limitativas para efeito de acesso à relação de trabalho. Entre elas, também estão incluídos orientação sexual, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar, deficiência, reabilitação profissional, idade, garantidas pela Constituição Federal e por leis específicas, como é o caso da Lei 9.029/95.
De modo geral, a prática é vedada pela doutrina e jurisprudência, embora haja entendimentos no sentido de que a inadimplência é descumprimento de ordem obrigacional e moral e, portanto, a pesquisa a bancos de dados de restrição ao crédito pode ser um critério adotado pela empresa para não contratar o empregado nestas condições, especialmente para o exercício de algumas funções, como as ligadas ao financeiro da empresa, aos caixas, aos bancários e aos vigilantes e trabalhadores em transporte de valores.
Existem decisões dos Tribunais, inclusive da mais alta corte trabalhista – o Tribunal Superior do Trabalho – , que admitem a validade da pesquisa. Isso porque “não se pode retirar do empresário o direito de separar e escolher para o seu serviço, dentre os candidatos que se apresentam, aqueles que são portadores das qualificações técnicas necessárias e cuja conduta pessoal não se desvia da normalidade”.
Segundo este entendimento, se a Administração Pública, em praticamente todos os processos seletivos que realiza, exige dos candidatos, além do conhecimento técnico de cada área, inúmeros comprovantes de boa conduta e reputação, não haveria como vedar ao particular, no caso o empregador, o acesso a cadastros públicos como mecanismo de seleção de candidatos às vagas de emprego, mesmo porque todos estes cadastros detêm natureza pública, de acesso irrestrito a qualquer interessado.
Entretanto, o entendimento majoritário dos Tribunais é no sentido de considerar ilegal a restrição ao emprego, mesmo para funções relacionadas com financeiro. Há, inclusive, um precedente, de 2012, do Tribunal Superior do Trabalho que julgou discriminatória a exigência de pesquisa aos cadastros restritivos (como é o caso de SCPC/SERASA) para terceirizados de vigilância e transporte de valores do BACEN.
Aliás, outro fator importante para reforçar a proibição, foi a revogação, em 2010, de um dispositivo da CLT, que previa como motivo para justa causa dos bancários a falta contumaz de pagamento de dívidas legalmente exigíveis.
Portanto, em conclusão, deve o empregador se abster de utilizar como critério de seleção o fato discriminar candidatos com restrição ao crédito sob pena de, em sendo provado judicial, vir a sofrer condenação a indenização por danos morais.
*Verônica Filipini Neves é sócia do escritório Ferreira de Mello, Neves e Vaccari, Advogados Associados

quarta-feira, 29 de março de 2017

5 dicas de especialista do Itaú para passar 2017 no azul

A virada do ano, com remunerações extras e novas perspectivas, é o momento ideal para repensar a organização financeira e traçar um plano de economias.

A Superintendente de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do Itaú e responsável pelo programa de Educação Financeira do banco, Denise Hills, preparou uma espécie de roteiro com oito dicas para ajudar quem quer passar todo o ano de 2017 no azul. Confira:

1.    Planos
O primeiro passo é listar os objetivos de consumo para 2017. “Comprar um carro, fazer uma viagem, iniciar um novo curso, comprar algo que tanto sonha? Depois de pensar nos objetivos, priorize-os e avalie o quanto será necessário para colocar seus planos em prática”, escreve a especialista.

2.    Cálculos
Descubra o valor do seu objetivo para o final do ano e calcule exatamente quanto precisará poupar mensalmente para alcança-lo. Caso não caiba essa economia no seu orçamento atual, há dois caminhos: reduzir gastos ou aumentar ganhos.

3.    Redução
Caso opte pelo primeiro trajeto, comece o planejamento listando seus gastos e dividindo-os em despesas necessárias e desnecessárias. A segunda categoria deverá ser cortada ou reduzida. “Compre apenas o que for indispensável, pesquise preços, negocie descontos com à vista e prefira marcas a melhor relação entre custo e benefício”, diz Denise.

4.    Renda extra
Ter uma renda extra começa com a descoberta do que você sabe fazer de melhor: caso saiba fazer doces, costurar ou possa ensinar alguma habilidade, por exemplo, use o tempo fora do seu emprego principal para colocar isso em prática.

5.    Dívidas
Denise sugere que endividados usem o décimo terceiro para quitar dívidas ou pagar o máximo possível do valor. Havendo mais de uma, priorize aquelas com taxas de juros mais altas, como cheque especial e cartão de crédito.

* Por InfoMoney

terça-feira, 28 de março de 2017

Quais são as suas desculpas pela derrota?

Você já observou que a cada derrota as pessoas costumam jogar a culpa em outras pessoas ou situações? Um atleta, por exemplo, culpa a falta de tempo de preparação, o foi o vento que foi contrário na hora da prova, ou o colega que não se colocou na posição correta para dar andamento a jogada, ou ainda a dorzinha que não foi sarada em tempo. A culpa nunca é ou foi sua…
No dia-a-dia de trabalho também encontramos profissionais assim.
“O relatório não ficou pronto porque o colega da outra área não passou as informações”. “Cheguei atrasado à reunião porque o trânsito estava horrível justamente na hora em que estava indo para o local”. “Não pude ir para o trabalho na segunda-feira porque alguém ficou doente”. Tem até aquelas pessoas que são mais drásticas: “matam” ou “enterram” algum parente, daí vem com a desculpa: “não pude comparecer ao trabalho na segunda porque a tia-avó faleceu” ou “tive que ir ao enterro da minha bisavó”.
Pode parecer que desculpas assim “livram a cara”, mas não. elas só servem para estragar a imagem profissional da pessoa que age assim.
Com certeza assumir um erro, qualquer que seja ou qualquer que seja o estrago que ele venha trazer, é uma atitude nobre e que só enaltece a pessoa que assume a responsabilidade.
Que tal mudar as desculpas?

Por Equipe Dicas Profissionais

segunda-feira, 27 de março de 2017

Cortar estes 7 hábitos ruins do dia a dia vai melhorar suas finanças

Especialistas dão dicas de como cortar gastos extras do dia-a-dia e economizar muito



A forma como você administra seu dinheiro afeta sua vida financeira e hábitos rotineiros podem atrapalhar o controle das suas contas. Costumes diários podem custar muito mais do que você imagina e é possível cortar alguns deles sem muito esoforço. A mudança desses hábitos devem direcionar suas finanças para um novo rumo, segundo o site Business Insider.
A consultora financeira Libby Kane conversou com outros especialistas em finanças da LearnVest e elencou 7 hábitos financeiros ruins que muitos cometem no dia-a-dia que podem ser eliminados fazendo o dinheiro render muito mais.


1.    Almoçar fora e comprar um café a tarde... todos os dias
Se você trabalha na cidade, almoçar em vários lugares diferentes pode ser irresistível – e problemático caso esse hábito comece a absorver o dinheiro que você poderia usar para outra finalidade.

"Não há nada de errado com a compra do almoço ou lanche ocasional no caminho para casa", diz Stephany Kirkpatrick, diretora de Planejamento Financeiro na LearnVest. "Mas quando se quer alcançar objetivos financeiros, esta é uma das áreas mais fáceis de cortar sem sacrificar sua qualidade de vida."

2.    Pagar mais caro em contas mensais – sem necessidade
Administrar o dinheiro de forma a conseguir pagar suas contas é um bom hábito, mas pagar mais do que deveria - sem precisar -, não.

Casos como a tv a cabo, que você paga por vários canais e não assiste nem metade deles, podem ser evitados.

“Reduzir suas contas mensais como a da tv a cabo é uma boa maneira de economizar dinheiro sem ter que sacrificar seu estilo de vida”, afirma Taylor.

3.    Não priorizar dívidas de juros altos
As dívidas não são iguais. Então, enquanto você paga mais de uma dívida por vez – seja de cartão de crédito ou aluguel ou carnês – uma estratégia produtiva é priorizar aquela que tiver juros mais altos.

Essencialmente, você deve classificar suas dívidas da maior taxa de juros para menor, a fim de direcionar seu esforço financeiro para acabar com a maior primeiro. Depois passe para a segunda, e assim por diante até ir, aos poucos, finalizando as dívidas com juros muito altos e que prejudicam sua vida financeira.

“Se concentrar em pagar uma dívida alta pode trazer uma flexibilidade de fluxo de caixa adicional ao longo do tempo", explica Taylor.

Não há nada de errado com o cartão de crédito se você fizer um uso responsável do mesmo, no entanto se você atrasar o pagamento ou gastar mais do que o devido, os juros serão altíssimos e se livrar deles leva tempo.

4.    Pagar viagens em alta temporada
É muito fácil reduzir os gastos viajando em baixa temporada. Claro que o trabalho pode impedir isso, mas se organize para não deixar de viajar e melhor ainda, pague mais barato.

"Você pode comparar locais diferentes, e avaliar os preços se souber qual o tipo de viagem você quer", diz Katie Brewer, especialista em finanças pessoais da LearnVest. Ela também recomenda a criação de um orçamento para a viagem, guardando um pouco de dinheiro mensalmente.

5.    Tirar dinheiro do salário para economizar apenas no fim do mês
Muitas pessoas têm o hábito de pagar as contas e obrigações antes de retirar um valor do salário para economizar. Segundo Kane, o que as pessoas se esquecem é que guardar dinheiro deve ser uma obrigação. Se isso não tiver prioridade, a chance de conseguir poupar é bem menor.

A especialista orienta que antes de qualquer coisa você tire uma quantia de dinheiro do salário a fim de economizar.

“Você não vai perder o dinheiro, e ainda pode ajustar seu orçamento para acomodar suas despesas durante o mês”, afirma Kane.

6. Gastar muito com entretenimento
Todo mundo já gastou um pouco a mais naquele livro irresistível para baixar no kindle ou naquela promoção imperdível da Amazon.

“Eu tenho vários clientes que gastam muito dinheiro em suporte digital – com livros digitais ou produtos da Amazon e que poderia ser poupado para outras coisas”, explica o consultor financeiro Brandie Farnham da LearnVest. Segundo ele, esses gastos mais baratos, se somados, podem ser direcionados para algo muito maior.

7.    Jantar fora constantemente
Muitas pessoas tendem a jantar fora como uma maneira de conversar com amigos que não veem em muito tempo - e mesmo aqueles que veem o tempo todo. Em vez disso, por que não encontrá-los apenas para uma bebida ou café?

Ou ainda melhor: em casa. "Se é realmente apenas para passar o tempo com seus amigos, pegue uma garrafa de vinho e hospede a turma para uma maratona de filmes", sugere Ellen Derrick da LearnVest. Assim é possível economizar mais ainda.

* Por InfoMoney

sexta-feira, 24 de março de 2017

Casal tem 13 filhos e nenhuma dívida; descubra como alcançaram a façanha

Alcançar a fase da vida financeira em que você consegue administrar suas finanças e se encontra sem nenhuma dívida é uma grande vitória. Mas quando se tem 13 filhos, essa façanha parece um pouco mais complicada. Não para Rob Fatzinger, morador de Maryland, que contou sua história para o site Business Insider.

Imagem: Bing

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Rob e sua esposa têm 49 e 46 anos, respectivamente, e juntos construíram uma família grande. O casal tem 13 filhos – e o mais surpreendente: nenhuma dívida. “Somos uma família com uma única receita e fazemos tudo funcionar, e o melhor é que estamos conseguindo lidar com as finanças, mesmo com todos os gastos”, afirma Rob.

Casados hé vinte e cinco anos, para administrar a família toda o casal optou por educar os filhos em casa com tutores particulares duas vezes por semana. Devido a isso, a educação das crianças sai mais barata.
Além disso, Rob conta que tirando a hipoteca da casa o casal nunca teve grandes dívidas. “Na fatura de cartão de crédito não temos nenhum tipo de empréstimo”, afirma.

O casal nunca lidou com muito dinheiro na conta, especialmente no inicio do casamento. “Nós nos casamos em 1989 e tivemos o primeiro filho em 1990. E nessa época o casal administrava uma livraria, trabalhavam juntos e toda renda vinha disso, além de alguns bicos como cortar grama, entre outras coisas.

Durante os anos 90, o lucro do casal passava de US$ 36 mil ao ano, cerca de R$ 9.500 ao mês. “É preciso dizer que não sobrava dinheiro para guardar algo na poupança”, explica Rob. No verão de 2000, o casal fechou a livraria (graças à Amazon e derivados). “Eu deveria ter entrado na onda da internet desde o início”, conclui o pai.

Assim, Rob entrou no ramo de softwares, e isso tem funcionado para o casal que trabalha agora com cerca de US$ 105 mil ao ano, ou R$ 29 mil ao mês. “No começo não rendia muito dinheiro, mas fomos tendo um aumento conforme o tempo foi passando”, diz Rob. Ele conta que a empresa que administra fornece grandes benefícios: convênio médico, seguro odontológico e oftalmológico, férias, entre outros.

Com a empresa, a renda é de US$ 105 mil ao ano o que, segundo Rob, é uma boa quantia, porém é preciso lembrar que o casal tem 11 filhos em casa (um é casado e vive na faculdade) e vivem no subúrbio de Washington, que não é exatamente uma área de baixo custo do país.

“Em 2005 finalmente tivemos um orçamento mais robusto e começou a sobrar uma quantia suficiente para investir na aposentadoria. “Antes desse momento nossas contas de aposentadoria eram tão pequenas, que as modelos pareciam gordas”, brinca Rob. “Ao fim do ano, conseguimos guardar cerca de US$ 35 mil hoje em dia, e todo verão faço trabalhos extras”, finaliza Rob.

As crianças começam a trabalhar cedo para auxiliar no orçamento da casa, aos 12 anos já começam fazendo coisas pequenas para ganhar dinheiro. “Educamos as crianças para que eles sejam bons poupadores e saibam da importância do dinheiro”, afirma Rob.

Finanças atuais

Salário: cerca de R$ 29 mil ao mês

Dívida: zero

Orçamento

Alimentos - US$ 15.120 ao ano (maior despesa mensal da família)

Necessidades básicas – US$ 465 ao mês

Médico – US$ 225 ao mês

Gasolina – US$ 150 ao mês

Entretenimento – US$ 200 ao mês

Fundo de emergência – US$ 6 mil

* Por InfoMoney

quinta-feira, 23 de março de 2017

De entregador de pizza a milionário: empreendedor conta seus segredos

Dan Henry começou a trabalhar com 16 anos como entregador de pizza, em Chicago. E durante os dois anos em que esteve no ramo, ele aproveitou para aprender tudo sobre como um negócio online funciona.

“Eu lia histórias de garotos que com 18 anos montaram um site e ganhavam muito dinheiro. Eu queria ser assim, eu decidi que seria esse garoto”, contou Dan ao site Business Insider. Para isso, pensou em um jeito inovador de começar a montar sua rede de contatos e aprender mais: criou o hábito de telefonar para pessoas bem-sucedidas e as convidar para um almoço.


"Eu decidi procurar pessoas que estavam fazendo seus negócios darem muito certo, não os famosos, mas pessoas que eu poderia cruzar e falar pessoalmente", disse ele. "Eu guardei um dinheiro da entrega da pizza, oferecia um almoço e tirava várias dúvidas. Eu só estava tentando ouvir um monte de gente, conectar pontos, e enxergar padrões", afirma Dan.
Ele marcava cerca de um ou dois almoços por mês e foi capaz de identificar pontos comuns que ajudaram a criar o seu próprio negócio. Um pouco mais de um ano após o lançamento de seu primeiro empreendimento, um blog de "e-cigarro", ele estava ganhando US$ 30.000 por mês na época, o equivalente hoje a cerca de R$ 99.000.

Quando seu lucro começou a diminuir, ele reviveu dois bares locais através de anúncios do Facebook. Hoje, tendo lucros anuais de seis dígitos, ele voltou sua atenção para ajudar os outros alcançarem seu próprio sucesso empresarial através de coaching privado e cursos.

"Outra coisa que eu aprendi, especialmente para empresários on-line, é que você tem que romper essa desconexão impessoal. Não é um grande desafio quando o negócio acontece pessoalmente, mas quando você está online, é necessário tornar a negociação mais pessoal”, finaliza Dan.

* Por InfoMoney

quarta-feira, 22 de março de 2017

Como um brasileiro inexperiente conseguiu emprego em Wall Street

O estudante Matheus Simões conta como seu colega Tiago Saito conseguiu um emprego em Wall Street logo depois de fazer MBA nos Estados Unidos

Conseguir um emprego em Wall Street é tão difícil quanto escalar o Everest. Conseguir um emprego em Wall Street sendo um brasileiro sem background no mercado financeiro é como escalar o Everest de olhos vendados e pés descalços.
Foi essa escalada e chegada ao cume que eu tive a honra de presenciar como colega do Tiago em Cornell. Sem querer, ele me ensinou muito sobre sucesso e sobre o diferencial do brasileiro: a capacidade de usar as adversidades como combustível.
Já nas primeiras semanas do MBA, enquanto os alunos estavam conhecendo os novos colegas, fazendo novas amizades e explorando a cidade, Tiago estava quase tendo um surto psicótico. Sempre com o semblante preocupado, em todas as conversas falava que estava em dívida com as suas obrigações acadêmicas e o quanto o sonho dele de conseguir um emprego em Wall Street seria difícil. Ele se preocupava mais, estudava mais e dormia menos que todos os outros.
Eu, no meu paraíso de confiança, achava que ele estava pegando pesado demais. Dizia para ele que esse grau de preocupação não era saudável. Minhas palavras entravam por um ouvido e saíam pelo outro. Tiago passava os finais de semana estudando contabilidade, pesquisando sobre o mercado financeiro, afogado em números.
Quando começou a temporada de recrutamento, Tiago dirigia 4 horas até NY todo final de semana para conversar com os recrutadores dos bancos. Na viagem, ia espremido em um carro alugado com outros colegas. Ao invés de ouvirem música, os quatro iam se fazendo perguntas sobre os bancos e sobre finanças. Em NY, dormiam na mesma cama para economizar.
Depois de 4 meses sem final de semana, sem descanso e sem sorrisos, Tiago venceu. Recebeu uma oferta de um dos maiores bancos do mundo. Na sua paranoia realista, simplesmente saber da dificuldade de alcançar seu sonho fez com que ele se preparasse mais do que qualquer um. Foi por isso que ele venceu.
Durante esses 4 meses, além de aluno de Cornell, Tiago foi meu professor. Me ensinou o valor da dedicação, o valor do trabalho, o diferencial do brasileiro. O poder de usar as adversidades como combustível. O Brasil é feito de Tiagos. De pessoas que aceitam que o mundo não é um lugar justo e usam isso como motivação para trabalhar, estudar e suar mais do que todos os outros.
Espero que história do Tiago te ajude a conquistar os seus próprios objetivos; a lembrar que nenhum problema, obstáculo ou dificuldade é mais forte que a perseverança, a dedicação e o trabalho duro. É por isso que, para mim, o melhor do Brasil são os Tiagos. #sejamaistiago
Matheus Simões Pires é empreendedor em Design de Produto pela UFRGS, aluno no MBA da Cornell University. Com 21 anos fundou a Mutta Shoes, empresa de calçados masculinos focada no mercado exterior. Matheus é palestrante, maratonista, músico e apaixonado por desenvolvimento pessoal e excelência profissional. Acompanhe seu Instagram.
Seu amigo Tiago Saito disponibilizou seu e-mail para jovens que têm o sonho de, como ele, conseguir um emprego em Wall Street. Entre em contato com o Tiago aqui.
*Este artigo foi originalmente publicado pelo Estudar Fora, portal da Fundação Estudar

terça-feira, 21 de março de 2017

Para fundador do Insper, mercado financeiro exige este perfil

Claudio Haddad descreve um mercado cada vez mais analítico e garante: é importante ter garra, ética e sangue frio para se dar bem na carreira

Claudio Haddad fundou a faculdade Ibmec, hoje Insper, em São Paulo – instituição conhecida pela vocação em formar jovens para o mercado financeiro. Hoje presidente do conselho, ele tem experiência dos dois lados do balcão.
Formado em Engenharia Mecânica e Industrial pelo Instituto Militar de Engenharia, é doutor em Economia pela Universidade de Chicago e deu aulas de pós-graduação na Fundação Getulio Vargas (FGV-SP) por uma década. Além disso, nos anos 1980, passou pela direção do Banco Central do Brasil e pelo Banco Garantia, onde foi sócio e diretor superintendente, além de ter integrado diversos conselhos dentro e fora do Brasil.
 Em uma conversa com o Na Prática, ele elaborou sobre o perfil ideal de um jovem talento do mercado financeiro atual. “A pessoa tem que ter garra, disciplina, ética”, fala. “E não pode se deixar levar muito pelas emoções. Alguns investidores vendem quando cai e compram quando sobe quando deveria ser o contrário.”
Isso vale especialmente para os profissionais de trading, que trocam ações diariamente. É importante, continua Haddad, manter o sangue frio e investigar a situação com calma e de maneira analítica – o que os outros dizem e o ânimo do mercado nem sempre são bons indicadores.
Apesar de enxergar um mercado financeiro cada vez mais analítico e qualitativo – o que dificulta, mas não impossibilita que pessoas de outras formações encontrem sucesso nesse tipo de carreira –, ele destaca a importância das habilidades interpessoais.
“Para fazer transações de M&A [fusões e aquisições], ele precisa entender as motivações para vender ou comprar, lidar com idiossincrasias e aparar as arestas para que as coisas aconteçam ajudando seu cliente”, exemplifica.
Ele garante que seus conselhos podem ir além do pregão e dos grandes bancos. “São características que valem para várias outras atividades, não só para o mercado financeiro.”
Confira o bate-papo completo do Na Prática com Claudio Haddad.

* Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal da Fundação Estudar

segunda-feira, 20 de março de 2017

Nova técnica de meditação aumenta a produtividade no trabalho

Empresas começam a estimular a prática do mindfulness, que pode ser descrito como um estado de atenção plena

Você está trabalhando pesado em um projeto importante e com prazo de entrega apertado. Mas, provavelmente, faz e pensa em várias coisas ao mesmo tempo. Tem um olho na tela do micro, outro no celular, os ouvidos atentos ao chefe e às pessoas ao redor. Mensagens de WhatsApp, profissionais e particulares, pipocam a todo instante, se misturando aos alertas do Messenger, Outlook, Instagram, Snapchat e notícias de um site aberto no seu navegador. Tem também os aniversários no Facebook. Você se lembra que combinou de almoçar com um amigo que não vê há meses, e depois tem que pegar o carro na oficina e pagar uma conta. Mas espere aí: o que você estava fazendo mesmo?
Sim, você continua trabalhando naquele projeto, mas a sua atenção não está totalmente dedicada a ele. Sua mente se dispersou com outros estímulos, pensamentos e preocupações. A isso os especialistas chamam operar no “piloto automático”. Significa que a atenção não está totalmente voltada para o que está acontecendo no presente e no que está perto de você, mas vagando em outras direções. Pesquisas mostram que operamos nesse piloto automático quase 50% do tempo, ou seja, durante metade de nossas vidas não damos atenção àquilo que estamos fazendo ou vivenciando. E, quando a mente vagueia, abrimos as portas para o estresse, a ansiedade e a depressão, além de correr mais riscos de sofrer acidentes e perder produtividade.
Foco, foco, foco
Um número crescente de executivos e companhias estão usando uma nova técnica para evitar situações como as descritas acima: o mindfulness. O mindfulness poderia ser descrito como um estado mental de consciência e atenção plena, no momento presente e no que está acontecendo. Uma atenção à experiência presente, mas sem julgá-la, criticá-la ou reagir a ela. “É uma ferramenta que, com base em práticas e cultivo da atenção, ajuda a controlar o estresse, a ansiedade e até a depressão. O mindfulness não é meditação, mas usa algumas técnicas de meditação, e você pode aplicá-las no trabalho e na vida pessoal”, esclarece Marcelo Demarzo, coordenador do Centro Mente Aberta, da UNIFESP.
Ao praticar o mindfulness, o indivíduo experimenta um estado de concentração em si mesmo e nas experiências, atividades e sensações do presente, sem pensar no passado ou no futuro. É a chamada “atenção plena” ou “consciência plena”.
Entre os adeptos estão gigantes como a rede social LinkedIn, o Twitter, o Facebook, a empresa de tecnologia Intel e incontáveis startups do Vale do Silício. A prática chegou também a companhias como a gestora de fundos BlackRock, o banco Goldman Sachs, a varejista Target e a empresa de alimentos General Mills. O Google gosta tanto da técnica que criou um programa todo destinado a ela, o Search Inside Yourself (busque dentro de você mesmo, em inglês). Inspirado na sede americana, a filial da empresa em São Paulo também tem grupos de mindfulness, e funcionários se isolam em uma sala antes do almoço para passar 20 minutos tentando tranquilizar a mente e aumentar o foco.
A técnica se popularizou nas grandes empresas como um meio de aliviar o estresse, melhorar a concentração, a atenção e a capacidade mental e, é claro, a produtividade. Para isso, a pessoa se concentra, durante um período, na própria respiração, nos batimentos cardíacos ou em partes do corpo. “Durante o exercício, o cérebro é treinado para focar a atenção em uma coisa só e no presente, sem julgar ou reagir. Por isso a técnica, além de aumentar a concentração e a eficiência, estimula a empatia e melhora os relacionamentos, pois torna as pessoas mais receptivas e menos reativas”, afirma o psicólogo Marcelo Oliveira, um dos fundadores do Centro Paulista de Mindfulness.
A empresa de tecnologia IBM é uma das que utilizam o mindfulness no dia a dia, com workshops para explicar o que é a técnica, sessões semanais de meia hora cada e também organiza programas de oito semanas, há um ano e meio. “Temos pessoas treinadas e capacitadas para aplicar essas atividades nas filiais da IBM. Desde que começamos, 96 funcionários já passaram pelo treinamento de oito semanas” conta Natasha Bontempi, facilitadora de treinamento e instrutora de mindfulness da IBM.
Entre as melhorias na qualidade de vida dos praticantes estão o aumento da criatividade, da memória e da rapidez em obter respostas para problemas complexos. “Na IBM, no início houve até uma certa resistência, o que é normal, porque as pessoas tendem a associar com religião, espiritualidade ou esoterismo, mas depois elas veem que não é nada disso”, conta Natasha. Segundo ela, o mindfulness aumenta as conexões entre os neurônios e promove o autoconhecimento e a empatia. “Notamos melhorias nos relacionamentos profissionais e pessoais e houve até benefícios em casos de doenças crônicas”, afirma.
Luiz Guilherme Ferreira, executivo de impostos da IBM, lidera uma equipe de mais de 20 pessoas, já praticou meditação e usa as técnicas de mindfulness há mais de seis meses. “Os benefícios vêm rápido: mais concentração, organização e redução do estresse no trabalho. Depois de uma reunião tensa, por exemplo, normalmente as pessoas ficam pensando na reunião, revivendo sentimentos negativos por horas. Já o praticante de mindfulness aprende a controlar os pensamentos e as emoções e não fica revivendo o que já passou. Ele se concentra no presente.”
Na Austrália, por exemplo, a operadora de telecom Virgin apoia desde 2016 a Smiling Mind, uma organização voltada para a difusão do mindfulness. A proposta da Smiling Mind é repensar o papel que os smartphones têm em nossas vidas e incentivar a prática de meditação no ambiente de trabalho e nas escolas. A ONG afirma já ter treinado a técnica em mais de 200 empresas, impactando a vida de 20.000 pessoas — além de ter capacitado 18.000 professores. Smiling Mind também possui um app que ajuda a reduzir o estresse e aumenta a sensação de bem-estar.
O modo como a prática é implantada na organização faz toda a diferença, e conquistar primeiro as lideranças é fundamental. Na 3M, que utiliza as técnicas de mindfulness desde 2014, os líderes foram os primeiros a serem treinados, “compraram” a ideia e funcionaram como multiplicadores. “Começamos com o programa de oito semanas para as lideranças, e mais de 250 deles concluíram. Depois aplicamos um módulo de quatro horas, do qual já participaram 400 pessoas, e por fim implantamos um de duas horas, com diferentes temas, exercícios e finalidades”, conta Cristiane Lo Ré, business partner de RH da 3M, que acrescenta: “como ainda é uma prática nova no Brasil e diferente de qualquer outro treinamento, as pessoas podem estranhar um pouco no início. Na 3M, o nosso presidente e as lideranças se envolveram, e não obrigamos ninguém a ir, apenas convidamos a todos para ao menos experimentar. E tivemos uma aprovação de cerca de 85%”.
Do Oriente para o Ocidente
Pode-se dizer que o mindfulness é uma técnica que usa exercícios de meditação e de tradição asiática adaptados para o Ocidente. Ficar quieto e prestar atenção em você mesmo e ao seu mundo interno é uma das principais regras das escrituras sagradas indianas e das tradições milenares chinesas, que pregam o olhar para dentro e o foco no presente, deixando o passado para trás e não criando expectativas em relação ao futuro.
Nos anos 70, Jon Kabat-Zinn, na época um estudante do MIT assistiu a uma palestra de um mestre zen e começou a meditar, o que mudou sua vida. Em 1979, depois de um retiro, ele e mais dois colegas abriram uma clínica experimental onde ensinavam técnicas de meditação budistas para pacientes com dores crônicas e estresse, com ótimos resultados. O programa, estruturado em oito semanas, foi incorporado pela Faculdade de Medicina da Universidade e batizado de Redução do Stress Baseada em Mindfulness. Zinn está hoje com 72 anos, ainda dá aulas em Massachusetts, já publicou inúmeros livros e seu método é seguido por mais de 700 clínicas e centros médicos em todo o mundo.
Presentes em diversas tradições culturais, religiosas e filosóficas, as técnicas de mindfulness, bem como outras práticas meditativas, têm sido cada vez mais incorporadas na prática clínica contemporânea, especialmente na psicologia e na medicina. O mindfulness, hoje, já é empregado em alguns países para tratamento de depressão, ansiedade e dependência de drogas, com resultados positivos. Como a prática estimula o autoconhecimento, o controle e equilíbrio emocional, ela acaba ajudando no tratamento dos males que têm o estresse como raiz causadora.
O exercício da mente
Graças a experimentos com equipamentos que monitoram o cérebro, a meditação já não é mais vista pela maioria dos ocidentais como algo puramente espiritual ou “esotérico”. A ciência já demonstrou que a prática altera efetivamente o funcionamento do organismo. O neurocientista americano Richard Davidson, referência mundial na área e pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison, colocou monges tibetanos em máquinas de ressonância magnética e provou que o córtex pré-frontal, região do cérebro responsável pelo raciocínio, atenção e controle das emoções, era mais ativa nos monges.
Estudos recentes mostram que a meditação funciona como uma espécie de “musculação mental”, turbinando capacidades como foco, criatividade, concentração e rapidez para tomar decisões, habilidades muito valorizadas no mundo corporativo. Como a meditação ensina e desenvolve a capacidade de se concentrar, isso favorece a criatividade e a tomada de decisões, já que a pessoa presta mais atenção ao que está fazendo e vai fundo na tarefa, abandonando o tal do “piloto automático”, que é trabalhar de maneira mecânica, sem se concentrar no que está fazendo.
O gerente de manufatura da 3M José Cristiano Campagnoli participou do primeiro treinamento de mindfulness da empresa, em 2014, e hoje faz cinco minutos de exercícios diariamente, antes do trabalho. “Além de melhorar a criatividade, a concentração e o foco, passei a prestar mais atenção nos outros e ouvir as opiniões sem julgar de forma precipitada. Isso te torna mais responsivo do que reativo e faz tomar melhores decisões, inclusive na vida pessoal.”
Segundo Marcelo Demarzo, da Unifesp, os exercícios também favorecem uma abertura maior para novas ideias e pontos de vista”. Mas, e o tão propagado e requisitado profissional “multitarefa”, que faz várias coisas ao mesmo tempo? Parece que as empresas estão percebendo que quem tenta fazer muita coisa ao mesmo tempo, acaba não fazendo nada direito. “Isso gera estresse, ansiedade e perda de energia e eficiência, porque o funcionário nunca está verdadeiramente concentrado no que está fazendo. Está pensando em tudo, mas não consegue realizar nada”, explica.
Cristiane, da 3M, aponta que o mindfulness pode ajudar muito a lidar com as inúmeras demandas e estímulos do mundo corporativo: “as multitarefas vão continuar porque as empresas precisam de resultados. A questão é como cada um reage e lida com isso, e é aí que o mindfulness faz toda diferença”. A prática dá ao indivíduo mais controle sobre si mesmo, por isso desenvolve a capacidade realizar uma atividade sem dispersão — algo ainda mais importante nessa era com as distrações do Facebook, Instagram, Snapchat e dos grupos de WhatsApp.
Experimente
Se você quiser experimentar um pouco da prática em casa ou no seu dia-a-dia, siga os passos abaixo:
Em casa
1 – Escolha um lugar confortável, tranquilo e silencioso, onde não possa ser interrompido. Desligue os telefones e use protetores auriculares.
2 – Acomode-se, feche os olhos e comece a respirar devagar e profundamente. Procure mover o abdômen, e não o peito. Observe os movimentos e concentre sua atenção na sensação do ar entrando e saindo.
3 – Observe os pensamentos que vêm à sua mente, mas não tente alterá-los.
4 – Volte a atenção para o seu corpo. Lentamente, observe a postura, o contato com a superfície, a sensação dos pés no chão, a textura das roupas.
5 – Começando pelos pés, faça um “escaneamento” corporal, percorrendo cada parte do seu corpo pausadamente, focando a atenção nas sensações que encontra. Não julgue nem tente mudar nada, apenas perceba.
Ao andar
Ao caminhar, preste atenção na gravidade agindo sobre o seu corpo, a pressão na sola dos pés, o balanço dos braços. Se algum pensamento o distrair, do tipo: “lembrar de abastecer o carro hoje à noite”, descarte-o e retorne a atenção para o seu corpo.
Ao comer
Ao comer, preste atenção ao aroma de cada alimento. Leve as garfadas à boca lentamente e sinta a textura da comida, a temperatura, a sua salivação, o esforço ao mastigar e as sensações ao engolir.