quarta-feira, 18 de abril de 2018

Saiu da empresa? Veja como se comportar da forma correta ao falar sobre ela

Durante a nova entrevista de emprego, entenda que falar mal dos antigos empregadores é sempre uma má ideia
A demissão faz parte da trajetória de muitos, ou melhor, de quase todos os profissionais em pelo menos algum momento. São vários os motivos para que a empresa tome esta decisão, que podem variar desde um comportamento inadequado do funcionário, falta de resultado, ou simplesmente quando a empresa deseja passar por mudanças e “renovar o pessoal”, entre dezenas de outros motivos.
Porém, muitas vezes o profissional que é demitido não aceita a situação da melhor maneira. “O ideal é aprender com o acontecido, tirar um aprendizado da situação, levantar a cabeça e buscar um novo emprego”, comenta Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers. Mas é aí que muitas vezes que surge a dúvida na cabeça desse profissional: “quando eu estiver em uma nova entrevista de emprego, como devo me comportar? Como falar do antigo emprego?”, e, sabendo dessas dúvidas que surgem na cabeça do profissional, Madalena oferece algumas dicas para enfrentar essa situação da melhor maneira possível.
O primeiro passo é não mentir. “Se você mentir e o entrevistador descobrir, as suas chances de conseguir o trabalho serão extremamente reduzidas”, exalta a especialista. Quando o profissional fala a verdade, ele mostra credibilidade, humildade e integridade. “Ele não é a única pessoa do mundo que já foi demitida – quem sabe, até o próprio entrevistador já passou por isso”, comenta.
Outra atitude importante que o entrevistado deve ter é não ficar na defensiva e ter humildade o suficiente para reconhecer o que o levou a ser demitido. “Não adianta ficar procurando culpados e falando mal da sua antiga empresa pelos quatro cantos, isso só prejudicará a sua imagem – e carreira”, ressalta Madalena, que acrescenta: “ao invés disso, assuma as responsabilidades pelos seus atos”.
Já sabe o motivo que levou a sua demissão? Então construa uma resposta clara – e a verbalize de forma concisa e breve. “Fale exatamente o que aconteceu e como você aprendeu com essa experiência. O que você faria de novo? O que faria diferente? Se precisar, escreva isso em um papel,” sugere. A maioria dos entrevistadores não espera um relato detalhado do que levou à demissão, apenas um breve motivo. “E mais uma vez, não culpe seu antigo chefe ou empresa”, exalta.
Caso necessário, pratique a resposta para si mesmo, na frente de um espelho ou em um lugar silencioso em que consiga colocar seus pensamentos em ordem. Diga alto, para você mesmo, o motivo que o levou a demissão, sem se exaltar ou parecer forçado. “O entrevistador presta mais atenção na forma com a qual você se expressa do que naquilo que você está dizendo. Concentre-se em falar sua resposta da melhor forma e fazer com que os outros o entendam dessa maneira – calma, sutil e humilde”, conclui Madalena.
Serviço: Madalena Feliciano
Gestora de carreira da Outliers Careers 
(11) 2737-1724 | madalena@outlierscareers.com.br | www.outlierscareers.com.br

Professor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP | 

quinta-feira, 12 de abril de 2018

5 dicas para lidar com o desemprego

O Brasil passa por uma grave crise econômica que atinge vários setores do mercado de trabalho. Segundo o IBGE, só no ano de 2017, o total de desempregados no país atinge 14,2 milhões. Isso é reflexo do número de demissões aumenta em massa que ocorrem todos os meses. De maneira simples, a empresa não consegue mais arcar com aquele funcionário, o demite e busca outras formas de sanar o buraco na produção tais como uso de maquinas, terceirizados ou sobrecarga de outros colaboradores.
Dessa forma, a gestora Madalena Feliciano, da Outliers Careers, empresa paulista de recolocação no mercado de trabalho separou algumas dicas para lidar com o desemprego e conquistar um novo emprego.

Procure a ajuda de um profissional

Em uma situação como essa que envolve crise financeira e desemprego, é comum que as pessoas desenvolvam pânicos, traumas e até mesmo doenças como gastrite nervosa e depressão. Nesses casos, segundo a gestora, é importante mentalizar energias e pensamentos bons, pois isso se trata de uma fase e em seguida um novo emprego virá, fruto da dedicação e empenho do profissional desempregado. Caso a situação esteja fora do controle e seja necessária uma posição mais técnica, Madalena indica que o ideal é procurar um coach ou um psicólogo para realizar o tratamento adequado.

Movimente-se

Estar em casa sem um emprego não significa tempo livre, e sim ainda mais esforço por parte do desempregado em encontrar um bom emprego. “O ideal é que nessas condições a pessoa procure sempre manter-se ocupada, para que não desenvolva uma doença. O ideal é pesquisar empregos disponíveis, visite headunter, feitas, eventos, congressos ou até mesmo fazer atividades que não estejam na rotina, para não ficar em ócio durante os dias que permanecer sem emprego”, aponta Madalena. Essas atitudes podem estreitar relações e possibilitar novas oportunidades.

Seja flexível

Quando o profissional possui graduação em alguma área tende, logicamente, a procurar emprego na área pela qual se qualificou. Porém, em muitos casos, as vagas são limitadas e esse profissional não consegue encaixar-se no mercado de trabalho. Por isso, é importante estar apto a trabalhar em outras áreas, buscando ainda uma oportunidade em seu campo de atuação ideal.

Organize o seu tempo

Assim como ficar em casa de braços cruzados pode não ser útil no caso de desemprego, viver em função de encontrar um novo emprego demasiadamente pode trazer sérios riscos à saúde. Para Madalena, a pessoa desempregada deve saber organizar o tempo para buscar por um novo emprego, mas também para ter um tempo só seu.

Saiba poupar

Principalmente nessa fase de desemprego é preciso aprender a equilibrar os gastos para não acumular contas e nem sofrer com o pagamento de juros no caso de atrasos. Por isso a gestora indica: sempre priorize as necessidades básicas, como alimentação, por exemplo. Em segundo plano, outras compras como vestuário e objetos de desejo ou aparelhos devem esperar até que a conta esteja novamente no azul.

“É preciso saber dar a volta à situação, por mais difícil e impossível que isso possa parecer”, finaliza Madalena.

Aprenda a posicionar sua carreira no mercado de trabalho

Seu posicionamento é algo muito pessoal e define quem você é no competitivo mercado de trabalho
Posicionamento é um conceito muito usado em marketing e significa, resumidamente, o lugar em que você está ou quer estar no mercado. Ter o seu posicionamento definido é de extrema importância, afinal, é isso que decidirá a forma como você será reconhecido no mercado de trabalho – tanto pelos seus clientes quanto pelos seus concorrentes. Hoje com a econômica cada vez mais complicada, um bom posicionamento de mercado pode ser a chave para driblar a crise.
Madalena Feliciano, gestora de carreira da Outliers Careers, comenta que marketing significa promover, divulgar e vender um produto ou serviço e, acima de tudo, construir uma marca. E é isso o que você fará com a sua carreira ao se posicionar no mercado: promoverá sua marca, saberá seus objetivos, como se portar frente a dificuldades, etc.
“Infelizmente, vejo que muitos bons profissionais se perdem na carreira porque não têm um posicionamento definido. Atiram para todos os lados e não conseguem concentrar sua energia no que realmente lhes interessa”, comenta a especialista. A partir do momento em que você tem um bom posicionamento, você é reconhecido no mercado e tem maiores chances de se tornar uma referência no assunto.
Mas, como definir um posicionamento? Para isso, é preciso atenção, vontade e dedicação para elementos diversos. “Para um bom posicionamento você precisará fazer um montante de escolhas pessoas e profissionais, exteriorizá-las e torná-las palpáveis e concretas. As características de uma empresa bem posicionada já estão dentro do próprio gestor, por isso, antes de tudo, você precisa se concentrar nas suas características pessoais, por exemplo, qual a sua missão de vida? Quais são seus desejos? Qual a razão de fazer o que você faz? Quais problemas você gosta – e deseja – resolver?”, explica Madalena.
A especialista ressalta que o profissional tem que respeitar o que lhe dá prazer e buscar fazer aquilo que lhe traz felicidade. “Você tem algum talento ou dom? Respeite-o e use-o a seu favor. Aquilo que se faz respeitando o dom pessoal tem melhores resultados, dá maior satisfação e menos desgaste – afinal, você tem aptidão para isso”, comenta.
Respeite e relembre tudo o que aprendeu com suas experiências profissionais e use as lições aprendidas. “Ter foco, ser pontual, buscar resultados, respeitar o tempo de trabalho, etc. Cada emprego oferece uma série de deveres e obrigações a serem cumpridos, – e eles sempre irão te ensinar algo”, ressalta.
Para ser diferenciado no mercado, repense quais são as suas virtudes, valores e principais características. “São essas qualidades que irão distinguir sua atuação no mercado ou sua marca. Suas virtudes são aqueles pontos chaves que farão você ser reconhecido”, diz Madalena. O sucesso é um equilíbrio entre suas principais características e aquilo que falta no mercado e, a partir do momento em que você harmoniza o que tem dentro de si com o que falta no mercado, você tem mais chances de obter sucesso, sentir-se realizado com sua profissão e terá o reconhecimento do público – que também saberá qual é o seu posicionamento.

Como encontrar os candidatos perfeitos para sua empresa?

As redes sociais são um ótimo auxílio para localizar bons profissionais. Confira cinco dicas importantes para passar com êxito sobre esse processo. A empresa cresceu, surgiram novos cargos. Colaboradores antigos estão de férias ou foram demitidos, alguns profissionais obtiveram uma promoção e é preciso,então,outra pessoa para ocupar o cargo antigo.São inúmeros os motivos que podem fazer com que uma empresa precise contratar novos funcionários – e esse período nem sempre é fácil, tanto para a instituição quanto para as pessoas que estão a procura de uma recolocação no mercado.

Porém, para passar por esse processo de forma mais rápida e efetiva, hoje já existem inúmeras ferramentas na hora de procurar um bom candidato – e na hora de concorrer a uma vaga de emprego. E, coincidentemente ou não, várias dessas ferramentas estão online. Segundo Madalena Feliciano, Gestora de Carreira e Master Coach da Outliers Careers, a tecnologia, em menos de dez anos, mudou definitivamente a vida de todos, e aqueles que trabalham no RH das empresas também sentiram esse baque. Uma das mudanças mais bruscas e importantes sentidas nesse curto período do tempo diz respeito às redes sociais, que possuem um papel cada vez mais importante na busca por novos talentos.

Uma boa opção tanto para candidatos quanto para as empresas na hora em que surgem novas vagas é apostar na internet. “Redes sociais como o Facebook e o LinkedIn, por exemplo, permitem que as empresas localizem profissionais com o perfil que tanto desejam para integrarem seus times. No Facebook existem inúmeros grupos voltados para vagas de emprego – e sua empresa pode publicar nesses grupos o perfil do profissional que deseja – e o LinkedIn serve, entre outras inúmeras funções, como uma espécie de Currículo Online, que está disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana, e também auxilia na hora de avaliar todo o histórico profissional da pessoa – quando o seu perfil for bem elaborado com todas as informações necessárias, é claro,” comenta Madalena.

A busca de profissionais com o auxílio das redes sociais só tende a crescer, e, quando a empresa não utiliza a internet a seu favor, ou quando o profissional não aproveita a web como uma vitrine do mercado de trabalho, eles tendem a ser deixados para trás – e superados por instituições e pessoas que já se adaptaram a esses novos meios.

Algumas orientações que a gestora oferece para que as empresas utilizem todo o potencial da internet na hora de encontrar bons profissionais são:

01. Divulgar as vagas da sua empresa de forma eficiente – destacando isso em sua fanpage, em bons grupos do Facebook e investindo no LinkedIn, por exemplo;

02. Deixar bem definidas as possíveis funções, atividades e responsabilidades que são requeridas para conquistar a vaga;

03. Fazer uma boa filtragem dos candidatos antes das entrevistas pessoais – utilizando a tecnologia nesse processo, afim de minimizar os custos e agilizar o processo, ou seja, vasculhando sobre o perfil do profissional em redes sociais e, caso haja maior interesse, fazendo uma entrevista prévia via webcam;

04. Manter um banco de dados atualizados para potenciais candidatos;

05. Sempre verificar as referências antes de contratar de forma efetiva um candidato.


Outliers Careers
Madalena Feliciano - Gestora de Carreirawww.outlierscareers.com.brProfessor Aprígio Gonzaga 78, São Judas, São Paulo - SP.

Currículo é a porta de entrada na empresa

Madalena Feliciano*
Na hora de procurar um novo emprego, as pessoas pensam, normalmente, no que elas querem fazer, quanto elas querem ganhar e no momento da entrevista. Poucos candidatos pensam no que vem antes de tudo isso: a apresentação do profissional, que é feita, primeiramente, através do currículo.
Para muitos, o CV (Curriculum Vitae, como é formalmente chamado) não passa de um pedaço de papel, e o que o importante é o que será apresentado na hora da entrevista presencial. O que essas pessoas não percebem é que, devido ao grande número de candidatos que as empresas geralmente recebem, o currículo acaba sendo, por diversas vezes, o único contato que o profissional tem com a empresa contratante. O currículo é sua porta de entrada para qualquer lugar. Sem um documento apresentável, dificilmente o entrevistador, ou quem quer que seja que analise os currículos dos candidatos, vai se interessar por você.
Um bom currículo deve conter as informações básicas do profissional, além de toda e qualquer outra informação que seja relevante para a sua contratação. Nome, idade e endereço, bem como os contatos, são essenciais, mas não pode-se parar por aí. Informações sobre sua formação universitária e cursos paralelos (como de idiomas ou de outras habilidades) também são muito importantes. Seu objetivo com aquela entrevista, além de um resumo das suas qualificações, experiências profissionais e cases de sucesso, não podem ser deixados de lado. Caso você trabalhe ou já tenha trabalhado com filantropia também adicione essa informação, pois é um diferencial.
Ao mesmo tempo em que o currículo deva ser claro e objetivo, a pessoa não pode se acanhar. Ao falar de suas habilidades, não tenha medo de fazer um pouco de marketing pessoal, apresentando casos de clientes anteriores e que obtiveram sucesso com sua ajuda, por exemplo. Para quem nunca trabalhou e está atrás de uma primeira experiência, nada de pânico: esse é o momento de demonstrar, seja por meio do currículo ou ainda na entrevista, que você já está buscando garantir seu futuro, e exaltar isso também é importante.
Finalizo lembrando que o currículo é como um cartão de visitas para aqueles que não foram contratados ainda. Existem milhares de modelos de currículos na Internet. Procure aquele que encaixe melhor com seu momento profissional, e não esqueça de mostrar seus diferenciais”, conclui.
*Madalena Feliciano é Diretora Geral da empresa Outliers Careers www.outlierscareers.com.br. Contatos através do email madalena@outlierscareers.com.br ou telefone (11) 2737-1724.

7 coisas para NÃO fazer em uma entrevista de emprego

É comum as pessoas pensarem que ter um bom currículo, recomendações impecáveis e apresentação pessoal adequada é o suficiente para se dar bem em uma entrevista de emprego, mas não é bem assim.
Além do jogo de cintura e conhecimentos necessários para responder as perguntas adequadamente, sem cometer gafes e surpreendendo seu entrevistador, sempre é bom se atentar com a postura que o candidato irá demonstrar durante o processo, segundo o que diz Madalena Feliciano, diretora de projetos da empresa Outliers Careers.
A gestora preparou uma lista de 7 posturas inadequadas mais frequentes durante entrevistas de emprego, e que devem ser evitadas a todo custo. Confira:
1. Atrasos e falta de educação
Desrespeitar o horário marcado com o entrevistador, ainda por cima, e não parecer se importar com essa gafe, já adiciona muitos pontos negativos na avaliação do candidato.
“Pequenos atrasos, principalmente quando avisados previamente e justificáveis, são aceitáveis em cidades em que o trânsito complica muito a vida de alguém, como São Paulo. Porém, se o candidato não é humilde o suficiente para pedir desculpas, eles podem se tornar imperdoáveis”, afirma Madalena;
2. Ingratidão
Falar mal do emprego anterior pode levar alguém a desperdiçar uma nova oportunidade de emprego. “Por mais que você não tenha sido feliz com seu chefe ou antigas funções, é importante não comentar sobre isso durante a entrevista, pois, para o avaliador, pode passar impressão de que o candidato é ingrato, e pior: poderá fazer isso com qualquer outra empresa”, pontua;
3. Desconhecimento sobre si mesmo
Ter um discurso impreciso e contradizer o que encontra-se em seu currículo são sinais óbvios de despreparo por parte do candidato, segundo a gestora.
“Se o entrevistado mostrar ser vago ou incoerente durante a entrevista, ou ele não domina sua própria história profissional, ou está mentindo, e, em ambas as hipóteses, a imagem do candidato não fica boa perante o entrevistador”, explica;
4. Se vangloriar
Claro, ter autoconfiança e saber valorizar seus feitos profissionais e pessoais é muito importante, mas indicar que tudo isso aconteceu graças a você pode ser um problema, de acordo com a diretora geral.
Além de soar arrogante, a pessoa demonstra, dessa maneira, que desconhece ou subestima a importância do trabalho em equipe, algo muito valorizado atualmente;
5. Falta de noção salarial
Apesar de ser comum, não é regra que todos os recrutadores perguntam qual a remuneração pretendida pelo candidato. Por isso, se esse for o caso, dizer qualquer valor pode não ser uma boa ideia.
Madalena observa que o candidato precisa mostrar qual raciocínio o levou a pedir tal valor, e precisa saber justificá-lo da maneira correta, perante o entrevistado;
6. Não questionar
Não perguntar nada pode indicar falta de curiosidade e interesse pela vaga e empresa, de acordo com a gestora.
Por outro lado, perguntar coisas desnecessárias, como qual carro ele ganharia se conseguisse a vaga, devem ser esquecidas, também;
7. Pressionar o entrevistador
Até mesmo a entrevista ser finalizada é possível causar uma má impressão. Ligar demasiadamente e mandar muitos e-mails cobrando a resposta sobre a vaga pode aborrecer o recrutador, e até mesmo fazê-lo mudar de ideia.
“Isso transmite ansiedade e insegurança, e, por isso, o melhor a se fazer é perguntar ao recrutador qual é o prazo para a conclusão do processo seletivo e esperar até a data”, finaliza a especialista.